julho 26, 2007

Eu e Brian May

Não, eu não conheci Brian May pessoalmente. Muito gosto faria desse encontro, porém ele ainda não aconteceu, nem como espectador. Para quem não sabe quem é Brian May, ele é o guitarrista do Queen, banda formada por Freddie Mercury, nos anos 1970. Freddie Mercury é talvez uma das figuras mais conhecidas da pop music. Morto em 1991, ainda jovem e em plena atividade musical, era um dos maiores cantores de seu tempo, tendo feito um disco (ou um show, não lembro ao certo) com a cantora lírica Montserrat Caballe, se não me engano relacionado à Barcelona, onde foram realizados os Jogos Olímpicos de 1992. Isso sem contar a grandiosa carreira junto a sua banda, o Queen.
Mas retornado à Brian May, após a morte de Freddie Mercury, continuou gravando discos e tocando guitarra. Um bom guitarrista e foi precursor do que hoje se conhece por G3. Em 1992, durante um festival na cidade espanhola de Sevilha, Brian May tocou junto com outros dois guitarristas a música Liberty. Estes guitarristas eram Steve Vai e Joe Satriani. Aquilo foi o início do G3, que conta já com três DVD´s gravados (que eu conheço), onde Vai e Satriani tocaram com Eric Johnson, Yngwie Malmsteen e John Petrucci. Mas Brian May, antes de ser famoso músico do Queen, estudava astrofísica. E agora, quase trinta anos depois, retoma sua tese de doutorado conforme noticiado aqui.
Eis ai a única questão que temos em comum: buscamos um PhD. Mas eu estou longe dele. Nem sequer fiz um mestrado e estudo um tema já muito discutido nas faculdades, mas que ainda parece ser impenetrável nas mentes dos dirigentes sob qual o urbanismo esta tutelado. Quem sabe um dia eu e Brian May tenhamos nosso PhD. E como ele mesmo coloca na reportagem, com todo rigor e nada honorário. Só posso terminar esta postagem afirmando que Brian May se torna a cada dia mais influente em ser ele mesmo. Poucos músicos conseguem a proeza de mostrar o seu todo sem cair em estereótipos um tanto quando obscuros e mostrar com isso todo um interesse maior que ele próprio, para o que ele pensa. Em poucas palavras, mostrar que atrás daquele jeito existiu uma vida ligada a assuntos de interesses gerais e nem por isso ele precisou usar um terno, gravatinha e “cara de conteúdo”. Nem muito menos apela para questões de transcendência ou qualquer outro obscurantismo. Nem posso falar do conteúdo, pois é uma área da qual não entendo praticamente nada. Mas se esta fazendo sob a tutela científica e não esta sendo simplesmente um artista pop com diploma PhD, o tema deverá despertar alguma reação na comunidade científica (Eu acredito nisso... Porém posso estar enganado).

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