Diary of a Madman

Estava pensando em fazer um novo blog, com questões mais específicas que tenho postado pouco, por ter temáticas completamente diferentes dos assuntos tratados. Mas se o tempo já é escasso a este, que diria alimentar dois blogs? Então o que resolvi fazer foi uma nova “seção”. Na verdade é uma tag específica para cada postagem com tema extremamente variado, mas contínuo. Pensei num nome e Diary of a Madman, inspirado no segundo álbum da carreira solo de Ozzy Osbourne, lançado em 1981, que me leva a escrever aquilo que eu ache que é loucura, ou seja, o “diário de um louco”.

Obviamente este álbum tem toda uma história. Foi um dos últimos álbuns que comprei do Ozzy. No início dos anos 1990, o rock`n roll estourou nas “paradas de sucesso” (termo horroroso) com bandas como Guns n`Roses, Faith No More e Skid Row. Ozzy Osbourne lançou o álbum No More Tears (1991) que foi a primeira vez que tive contato com Ozzy, sendo ele um dos meus artistas prediletos até hoje. Ao tomar contato em 1991, até 1994 tinha praticamente todos os álbuns de Ozzy. Sem contar vídeos e entrevistas de revistas. Bem longe de um fanatismo, pois as revistas eram as normais de banca de jornal. Esse hábito de guardar entrevistas muito me ajudou, principalmente em trabalhos na faculdade, assim como é boa fonte de indicações.

Além de escutar a carreira de Ozzy, escutei e conheci nestes anos o Black Sabbath, a banda que fez enorme diferença no cenário musical. O primeiro contato também foi em 1991, com uma coletânea chamada We Sold our Soul for Rock`n Roll (1976). Porém, do Black Sabbath não tenho sequer uma mísera parte da discografia. O interessante que falar em ter tudo do Ozzy e não ter quase nada do Sabbath parece um “atentado ao mito” dos anos 1970. Eu, no fundo, não ligo à mínima... Exatamente esta é a tarefa dessa seção: acabar com os mitos e gostar de algo por prazer.

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