Expedições em 2006...

O programa “Expedições pelo Mundo da Cultura”, teve início em 2006, em Curitiba. Foram dezesseis títulos estudados: O primeiro livro estudado foi “Como Ler um Livro”, de Mortimer Adler e Charles Van Doren, já esgotado nas livrarias. Existem as versões em inglês. No primeiro dia do programa este ano de 2007, foram explicadas algumas técnicas de leitura abordadas por este livro; O segundo livro foi “Crime e Castigo”, de Fiodor Dostoievski; O tercerio foi “O Estrangeiro”, de Albert Camus. O quarto livro foi “Em Busca de Sentido”, de Victor Frankl; O quinto livro foi o ensaio “A Rebelião das Massas”, de Jose Ortega y Gasset; O sexto livro foi “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad; “Apologia de Sócrates”, de Platão, foi o sétimo livro; O oitavo livro estudado, foi outra obra de Fiodor Dostoievski, “Os Irmãos Karamazov”; O nono livro estudado foi “O Saber dos Antigos”, de Giovanni Reali; O décimo livro do programa foi “O Vermelho e o Negro”, de Stendhal; O décimo primeiro livro foi “O Jardim das Aflições”, de Olavo de Carvalho. O décimo segundo livro foi “O Homem sem Qualidades”, de Robert Musil; O décimo terceiro livro foi “A Crise do Mundo Moderno”, de René Guenón, também esgotado nas livrarias, pois, na verdade nunca existiu edição brasileira, a única existente é portuguesa; O décimo quarto livro foi “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley; O décimo quinto livro foi também de Albert Camus, “O Homem Revoltado”, e o fechamento do programa com “A Divina Comédia”, de Danti Alighieri.

Como podemos constatar o programa para São Paulo este ano foi baseado no programa dado em 2006 em Curitiba, sendo adicionados outros títulos, também presentes no programa de Curitiba para este ano. O importante de se deixar claro que o programa não é dedicado ao estudo literário, mas sim sobre os temas abordados nos livros e suas reflexões sobre o cotidiano. O curso se divide em três partes interligadas, sendo a primeira uma contextualização do autor e da obra no tempo, a segunda a leitura de trechos selecionados e uma terceira onde se discute os aspectos culturais das obras. O que o torna totalmente livre e independe de pré-requisitos, ou seja, cada livro termina em si, não sendo necessário participar de todos. Mas o fechamento anual é importante pois acaba sendo fechado todos os possíveis elos sobre as obras escolhidas.

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