Relendo...

Nossa... E vendo em que pé falo de música... Falava outro dia de Joseph Haydn, Thelonious Monk, de Norah Jones... E ainda poderia falar de música por mais e mais dias. Não que seja uma paixão; se fosse talvez nela estivesse. Assim como falo de livros, clássicos como “A Montanha Mágica” de Thomas Mann ou de um autor como Joseph Conrad, a música faz parte da minha vida. Diria até quase naturalmente. Depois que descobri que Thomas Mann era entusiasta da obra de Arthur Schopenhauer fiquei até mais feliz em conhecer e gostar de sua literatura.

Mas voltando a Haydn, agora me sinto quase órfão com a morte de Artur da Távola. Gostava dos comentários que fazia de cd´s de música erudita ou da temporada na Sala São Paulo. Fico agora a perambular sem um norte. Certo que ficava um tanto quando perdido quando falava de certos autores russos do final do século XIX. Mas se perder é bom. Mostra que um dia conheceu algo novo.

Mas falar de Kid Abelha às vezes me incomoda; assim como falar de Ivete Sangalo. Às vezes me pergunto por que não são melhores produzidas algumas sonoridades. É coisa para chatos como eu, esse tipo de pergunta. Nem sei por que me preocupo em tentar achar alguma questão por trás das músicas. Deve ser alguma síndrome de Polyana, tentando achar algo bom em tudo...

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