Magic Chicken... a segunda opção

Voltando àquelas postagens gastronômicas, hoje vou falar um pouco do Magic Chicken. Não que seja o melhor frango do mundo, mas que os garçons trabalham lá com uma alegria que não via em bares há bons anos. Bom falar que não levaria uma garota lá no primeiro encontro, mas, caso ela não se importasse em “junkie food”, seria um local para ir numa terceira, quarta vez...

Mas o que mais tenho a dizer do Magic Chicken é que fazem um peixe na brasa que é simplesmente maravilhoso. Além de servirem um bom chopp Brahma, tem cervejas Bohemia e Original. Um bar (restaurante) bastante simples, com uma comida simples e no caso da filial em Moema conta também com música ao vivo. Nada demais, ritmos brasileiros, pop internacional, tudo muito light, parecendo a antiga rádio Alfa FM.

Aqueles que não gostam de comidas que podem engordar e entupir suas artérias devem ficar bem longe do Magic Chicken; e também de mim. Não que seja um ativista das comidas “gordas”, mas eu detesto o assunto. Se quer fazer regime fique longe de mim (a não ser que seja um regime de engorda...).

Mas também é interessante falar o porquê fui parar no Magic Chicken. Foi por causa de uma fila de mais de 40 minutos no Fifities. Não consigo entender. Se o atual discurso é contra as comidas gordurosas, nelas o inimigo mortal é o hambúrguer, por que há sempre filas de mais de 40 minutos nas lanchonetes como Joaquin´s, Fifities, New Dog, Chico Hamburger, entre outras?
OBS.: Para os fãs de comida japonesa: No Magic Chicken neste sábado à noite, me senti no bairro da Liberdade. A quantidade de orientais (e orientais femininas maravilhosas) era enorme. Nem eles conseguem mais comer sushi... Mudaram para o frango com polenta.

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