maio 26, 2008

Relendo...

Nossa... E vendo em que pé falo de música... Falava outro dia de Joseph Haydn, Thelonious Monk, de Norah Jones... E ainda poderia falar de música por mais e mais dias. Não que seja uma paixão; se fosse talvez nela estivesse. Assim como falo de livros, clássicos como “A Montanha Mágica” de Thomas Mann ou de um autor como Joseph Conrad, a música faz parte da minha vida. Diria até quase naturalmente. Depois que descobri que Thomas Mann era entusiasta da obra de Arthur Schopenhauer fiquei até mais feliz em conhecer e gostar de sua literatura.

Mas voltando a Haydn, agora me sinto quase órfão com a morte de Artur da Távola. Gostava dos comentários que fazia de cd´s de música erudita ou da temporada na Sala São Paulo. Fico agora a perambular sem um norte. Certo que ficava um tanto quando perdido quando falava de certos autores russos do final do século XIX. Mas se perder é bom. Mostra que um dia conheceu algo novo.

Mas falar de Kid Abelha às vezes me incomoda; assim como falar de Ivete Sangalo. Às vezes me pergunto por que não são melhores produzidas algumas sonoridades. É coisa para chatos como eu, esse tipo de pergunta. Nem sei por que me preocupo em tentar achar alguma questão por trás das músicas. Deve ser alguma síndrome de Polyana, tentando achar algo bom em tudo...

maio 22, 2008

Por quê?

Tem certas letras que me deixam pensando em o que é que querem dizer. Essa do Kid Abelha (que chamava Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, mas mais “soft” é falar Kid... Demanda até intimidade com a banda da loura) é uma que sonoramente maravilhosa, com o belo timbre de voz de Paula Toller, mas que não sei o que quer dizer:

“(...) Te amo pra sempre
Te amo demais
Até daqui a pouco
Até nunca mais (...)”


Kib Abelha – Te amo pra sempre (1996)

Não entendo. Como amar para sempre pode ser até nunca mais? Bem, como eu digo sempre, são poucas as bandas que querem dizer algo mais nas suas letras. Paula tem de bom as influencias que colocou a prova nos seus dois discos solos. Sei lá se ela escreveu esta letra, mas não me diz nada. Talvez diga a alguém que escutando esta música deu uns amassos... Vá saber... Mas a letra nada diz...

Por que fazer esta postagem? Para dizer que a loura é maravilhosa como cantora, mas o que canta muitas vezes não diz nada. Seria assim com Cássia Eller? Provavelmente... Então como fãs dela dizem que ela era o máximo? Volto a dizer, nos pequenos detalhes se vê abstração. Se o que Paula Toller canta não tem que ter sentido, por que cobram sentido de outras bandas? Se a música é somente uma abstração, logo dizer coisas nas letras se torna inútil. Essa é a arte que se consome, a arte do inútil? Está dito o que queria dizer... Não sei se me entenderam, mas dizer que a Paula é má letrista por uma música é errado. Dizer que não gosto dela é mais absurdo ainda. Mas por que uma música de sucesso deve ser vazia de significados?

Outro dia estava vendo uma música de Ivete Sangalo. Muito boa nesse quesito. E simples. Sucesso não quer dizer sem sentido. Observe:

“(...) Chegou no meu espaço mandando no pedaço
O amor que não é brincadeira
Pegou me deu um laço,
Dançou bem no compasso,
de prazer levantou poeira (...)”


Ivete Sangalo – Sorte Grande (2003)

A letra falava de um amor que passa e “levanta poeira”, ou seja, aquele que passa e muda tudo. E ela diz que isso é uma sorte grande. Simples e com sentido. Qualquer um entende. Assim acontece com muitas músicas que falam de temas suaves. Outras tentam “politizar” questões. Outras defendem idéias do autor. Umas são cômicas como as do Ultraje a Rigor. Mas nenhuma delas é sem sentido...

maio 18, 2008

It´s My Life... It´s now or never...

Sempre ao me preparar para uma entrevista de emprego costumo estar bem disposto e nisso a música, uma música que gosto, ajuda muito. Não sei por que, mas acabei de ler a respeito num site de anúncios de emprego que isso é recomendado. O interessante é que às vezes quero jogar tudo para o alto. Minha insatisfação nessas horas chega a ser maior que minha educação. Certo que até hoje não faltei com a educação a nenhum de meus superiores. Até pareço “um bom menino”...

Na verdade eu não acredito em explosão, ou má criação, revolta ou qualquer uma dessas variações, que é falta de educação ou polidez, possa trazer benefícios. Acredito mesmo na manifestação de mérito ou busca de espaço por reconhecimento. Se o ajuste entre o que se considera falta de reconhecimento e o trabalho executado feriu alguns de seus princípios, é hora de buscar alternativa e não bater nas portas erradas. Muitas pessoas se prendem a coisas subjetivas ou ganhos “subliminares”. Ou até mesmo falta de preparo e a falta de coragem de buscar a alternativa. Quando uso o lema do filme de mesmo título, “retroceder nunca, desistir jamais”, conto com um norte que está na minha mente. Errar é possível, mas só com o erro é que se conhece o caminho. E é necessário estar vivo para poder viver...

It´s My Life – Bon Jovi (2000)

“This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for the faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting harder make no mistake
Luck ain't even lucky
Got to make your own breaks (...)”

O Efeito Orloff

Recebo sempre o Newsletter do Instituto de Engenharia, com a programação mensal dos encontros e seminários. Nele também vêm boas mensagens como a que reproduzo abaixo.

Um mundo melhor
Por Edemar de Souza Amorim

Há alguns anos surgiu, de um anúncio de bebidas, o conceito do “Efeito Orloff”. A referência se devia ao consumidor daquela específica marca de vodca deparar-se com sua imagem no dia seguinte sem aparentar os devastadores efeitos do consumo alcoólico de baixa qualidade dizendo a si mesmo: “eu sou você amanhã”.

O “Efeito Orloff”, aplicado pelos papos de botequim e jornalismo econômico aos países em desenvolvimento, mostrando que a crise de uma nação seria da outra no futuro, foi sucesso de crítica nos anos 80 e 90 e volta à cena quando o assunto é trânsito.
São Paulo enfrenta hoje gravíssimos problemas de tráfego de veículos, numa situação considerada surrealista por cidadãos de outras metrópoles brasileiras que, exclusivamente por sua diferença de tamanho, ainda não se conscientizaram da aplicação do “Efeito Orloff” à medida que suas frotas de veículos crescem em ritmo igual ou superior ao paulistano.
Na mídia florescem soluções radicais, milagrosas ou estapafúrdias com um único ponto em comum: a vocação para o fracasso se tomadas isoladamente, pois ignoram um princípio simples da humanidade, a relação custo benefício, acreditando numa máxima da educação infantil arcaica, a proibição pura e simples.
Ora, num país em que sua população já deixou claro que a legislação sem sentido é ignorada, que as autoridades não têm força moral ou operacional para aplicar a legislação existente e os governos preocupam-se mais com o resultado das urnas do que com a segurança e o bem estar dos cidadãos, é de se esperar que o futuro seja um grande engarrafamento.
A solução do trânsito paulistano e, conseqüentemente, brasileiro não será simples, mas seu princípio é claro, o transporte individual com um automóvel tem de custar caro o suficiente para que as pessoas optem pelo transporte público. Devemos, então, tomar um conjunto de medidas que, juntas produzirão esta mudança cultural. Medidas como: priorizar a qualidade e a quantidade do transporte público; proibir o estacionamento no leito carroçável de ruas praças e avenidas; exigir de edifícios e estabelecimentos comerciais áreas disponíveis para caçambas de entulho; levar a Zonal Azul do leito carroçável para terrenos especialmente criados para estacionamento; proibir o tráfego de veículos de carga no horário de rush; restringir operações de descarga ao período noturno; extinguir o rodízio e criar o pedágio urbano; implementar a inspeção veicular anual completa (segurança e ambiental); retirar de circulação em caráter permanente carros velhos e sem condições mínimas de segurança e fiscalizar com rigor o pagamento de tributos, licenças e multas apreendendo os veículos irregulares.
Para completar, o governo federal deve deixar a política eleitoreira fora dos corredores da Petrobrás e aumentar o preço da gasolina, pois o maior inibidor dos deslocamentos supérfluos é custo do quilômetro rodado.
A Lei Cidade Limpa do prefeito Gilberto Kassab mostrou que a população pode até reclamar na implantação de medidas duras e drásticas, porém é madura o suficiente para perceber, reconhecer e agradecer as melhorias geradas.
Enfim, aos motoristas brasileiros que insistirem em usar o carro, fica o recado da Daslu: “Existe sim um mundo melhor, porém é caríssimo”.
Edemar de Souza Amorim

Magic Chicken... a segunda opção

Voltando àquelas postagens gastronômicas, hoje vou falar um pouco do Magic Chicken. Não que seja o melhor frango do mundo, mas que os garçons trabalham lá com uma alegria que não via em bares há bons anos. Bom falar que não levaria uma garota lá no primeiro encontro, mas, caso ela não se importasse em “junkie food”, seria um local para ir numa terceira, quarta vez...

Mas o que mais tenho a dizer do Magic Chicken é que fazem um peixe na brasa que é simplesmente maravilhoso. Além de servirem um bom chopp Brahma, tem cervejas Bohemia e Original. Um bar (restaurante) bastante simples, com uma comida simples e no caso da filial em Moema conta também com música ao vivo. Nada demais, ritmos brasileiros, pop internacional, tudo muito light, parecendo a antiga rádio Alfa FM.

Aqueles que não gostam de comidas que podem engordar e entupir suas artérias devem ficar bem longe do Magic Chicken; e também de mim. Não que seja um ativista das comidas “gordas”, mas eu detesto o assunto. Se quer fazer regime fique longe de mim (a não ser que seja um regime de engorda...).

Mas também é interessante falar o porquê fui parar no Magic Chicken. Foi por causa de uma fila de mais de 40 minutos no Fifities. Não consigo entender. Se o atual discurso é contra as comidas gordurosas, nelas o inimigo mortal é o hambúrguer, por que há sempre filas de mais de 40 minutos nas lanchonetes como Joaquin´s, Fifities, New Dog, Chico Hamburger, entre outras?
OBS.: Para os fãs de comida japonesa: No Magic Chicken neste sábado à noite, me senti no bairro da Liberdade. A quantidade de orientais (e orientais femininas maravilhosas) era enorme. Nem eles conseguem mais comer sushi... Mudaram para o frango com polenta.

Artacho Jurado


Este livro já é fantástico só por existir! Não que seja um fanático pela obra de Artacho, mas que sua arquitetura é presente na cidade de São Paulo e, no mínimo, uma das obras menos estudadas, estando naquela zona cinzenta em que pouca gente tem a chance de saber do que se trata.

Podia falar mais horas sobre Artacho Jurado, mas o melhor é ler o livro e depois falar.

maio 10, 2008

Quem é amigo?

Em homenagem à Artur da Távola, reproduzo aqui uma de suas crônicas, publicada originalmente no site da Casa de Cultura Artur da Távola dia 17 de setembro de 2007.

Por Artur da Távola:

Amigo é quem, conhecido ou não, vivo ou morto, nos faz pensar, agir ou se comportar no melhor de nós mesmos. É quem potencializa esse material. Não digo que laboremos sempre no pior de nós mesmos (algumas pessoas, sim), mas nem sempre podemos ser integrais para operar no melhor de nós. Há que contar com algum elemento propiciador, uma afinidade, empatia, amor, um pouco de tudo isso. E sempre que agimos no melhor de nós mesmos, melhoramos, é a mais terapêutica das atitudes, a mais catártica e a mais recompensadora. Esta é a verdadeira amizade, a que transcende os encontros, os conhecimentos, o passado em comum, aventuras da juventude vividas junto. Um escritor ou compositor morto há mais de cem anos pode ser o seu maior amigo.
Esse conceito de amizade, transcende aquele outro mais comum: a de que amigo é alguém com quem temos afinidade, alguma forma de amor não sexual, alguém com quem podemos contar no infortúnio, na tristeza, pobreza, doença ou desconsolo. Claro que isso é também amizade, mas o sentido profundo desse sentimento desafiador chamado amizade é proveniente de pessoas, conhecidas ou não, distantes ou próximas, que nos levam ao melhor de nós. E o que é o melhor de nós? É algo que todos temos, em estado latente ou patente, desenvolvido ou atrofiado. Mas temos. E certas pessoas conseguem o milagre de potencializar esse melhor. Sentimo-nos, então, fundamente gratos e de certa maneira orgulhosos (no bom sentido da palavra), por poder exercitar o que temos de melhor. Este melhor de nós contém sentimentos, palavras, talentos guardados, bondades exercidas ou não.
Amar, ao contrário do que se pensa, não perturba a visão que se tem do outro. Ao contrário, aguça-a, aprofunda-a, aprimora-a. Faz-nos ver melhor. Também assim é a amizade, forma de especial de amor, capaz de ampliar a lucidez e os modos generosos e compreensivos de ver, sentir, perceber o outro e sobretudo - se possível- potencializar os seus melhores ângulos e sentimentos.
Somos todos seres carentes de ser vistos e considerados pelo melhor de nós. A trivialidade, a superficialidade, as disputas inconscientes, a inveja, a onipotência, a doença da auto-referência faz a maioria das pessoas transformar-se em vítimas do próprio olhar restritivo. E o olhar restritivo é sempre fruto da projeção que fazem (fazemos) nos demais, de problemas e partes que são nossas e não queremos ver. E quantas vezes isso acontece entre pessoas que se dizem amigas. Essas pessoas (que se dizem amigas), ignoram certas descobertas do velho Dr. Freud e através de chistes passam o tempo a gozar o “amigo”, alardeando intimidade (onde às vezes há inveja) como prova de amizade. O que não é. Mesmo quando é...
Se se quiser medir o tamanho de uma amizade, meça-se a capacidade de perceber, sentir e potencializar o melhor do outro, porque somente essa atitude fará dele uma pessoa cada vez melhor e por isso merecedora da amizade que se lhe dedica.

Paulo Alberto 1936-2008

Ontem, dia 9, faleceu no Rio de Janeiro, sua cidade natal, Artur da Távola. Seu verdadeiro nome era Paulo Alberto Monteiro de Barros. Atualmente dirigia a rádio Roquete Pinto, além de escrever crônicas e textos em seu blog. Gostava muito dele, era também apresentador do programa “Quem tem medo de música clássica”, exibido na TV Senado, aos sábados e domingos. Segue abaixo pequena biografia, disponível no site do PSDB:

“Carioca de Ipanema, ele iniciou sua atividade política em 1960, quando foi eleito o mais jovem deputado estadual do então estado da Guanabara. Cassado em 1964, partiu em exílio para a Bolívia e Chile, onde tornou-se professor universitário na área de Comunicação. Voltou ao Brasil em 1968 e começou a trabalhar com Samuel Wainer no jornal Última Hora, adotando, nesse ano, o pseudônimo - seu heterônimo profissional oficial - Artur da Távola.
A partir de 1987, retomou sua carreira política e foi eleito, consecutivamente, deputado federal por duas legislaturas e senador. Foram 16 anos em Brasília como parlamentar pelo estado do Rio de Janeiro. Participou da elaboração da Constituição de 1988 como um dos relatores e, depois, pautou sua atuação à frente das Comissões de Educação e Comunicação e da de Relações Exteriores. São de sua autoria os artigos que impedem a censura estatal na educação, na cultura e nos meios de comunicação.
Em 1994, defendeu que o PSDB lançasse a candidatura do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, cuja política de estabilização monetária e controle inflacionário desfrutava de grande popularidade. No ano seguinte, já senador, foi efetivado na presidência do PSDB, quando trabalhou pela coesão dos partidos da base governista. Em 2001, licenciou-se da Casa para assumir a Secretaria das Culturas do Município do Rio de Janeiro.”

maio 04, 2008

Altas Horas: Novo formato

Naquele frio da noite de ontem, sei lá eu porque resolvi ficar assistindo ao Altas Horas. Bem, descobri que agora ele não deixa mais todo mundo junto, mas chama separadamente cada convidado por cerca de vinte minutos (editado, deve ser menor o tempo). Na noite de ontem eram o ator Thiago Lacerda, uma banda cover dos Beatles argentina e o prof. Pasquale Cipro Neto.

O que valeu na minha noite de insônia foi a participação de Thiago Lacerda. Falou sobre Albert Camus com uma naturalidade, como se Camus fosse conhecido do grande público. Mas seus elogios empolgados me fazem pensar que Lacerda deve realmente estar empolgado com Camus. O que eu acho fantástico! Ele afirmou que estará fazendo uma peça de teatro baseada no texto de Camus, Calígula. Bem, tomara que retorne ao programa e vá a outros na ocasião da promoção da peça. De resto o achei um ator bastante centrado, dizendo que teve que tirar um tempo para estudar, para descansar, para por a cabeça no lugar. Isso para mim é uma enorme demonstração de humildade. Espero que ele continue a ser tão engraçado como foi sua participação no filme “Muito gelo e dois dedos d´água”, eu já comentei aqui.

Mas voltando ao novo formato, o que eu acho que certas perguntas da platéia geram um grau de descontração no programa e talvez a participação em temas em que separadamente cada convidado dava sua opinião, portanto não achei muito legal esse novo formato. É verdade que havia às vezes convidados que não falavam e nem eram perguntados. Bem, é do jogo. Há pessoas que o público lá representado pelos adolescentes presentes não tem interesse (ou melhor, são menos interessantes a outras). Mas há também convidados, como foi o caso de Marília Gabriela, tentam dominar o programa. Vamos ver como serão os próximos programas. Aquela descontração de estar todo mundo junto era um dos pontos altos do programa.

Palmeiras: Campeão Paulista 2008

Pouco mais de um ano atrás falava do campeão paulista de 2007, o Santos. Hoje volto a falar outra vez do campeão de 2008, o Palmeiras. Novamente o técnico Wanderley Luxemburgo (ou é Wanderlei?)... Acaba de ganhar seu oitavo título como campeão paulista. Parabéns Wanderley! E só de pensar que foi técnico durante aquele ano em que o Palmeiras caiu para a segunda divisão... Mas, mais interessante é lembrar enquanto foi técnico do Corinthians, também campeão paulista sob seu comando.

Lembrando o Holodomor

Por Viktor Yushchenko (aqui).

Os três textos

Já que continuo aguardando o Renzo Piano da postagem anterior – comprar a Black Friday é isso: o melhor preço, porém, não chega nunca – aca...