Nem comentei o dia da noite de autógrafos do livro de Reinaldo Azevedo, “O País dos Petralhas”, mas que foi bem legal falar com ele e pedir para autografar meu “Contra o Consenso” (claro, além do recém adquirido lançamento) e encontrar algumas pessoas por lá, assim como ver muitos com o chapéu de palha, dado pela editora. Além disso, vi, mas não falei, com o governador José Serra e o geógrafo Demétrio Magnoli... Soube depois que a professora de português de Reinaldo foi também. Ela deve ter muito orgulho dele, já que seu português é um dos melhores que leio na imprensa brasileira. Parece-me que Bárbara Gancia também lá esteve.
Caminhar é preciso. Três perguntas se tornam importantes: Quem é você? De onde você veio? Para onde você vai? Por todas elas existe um caminho. Nem sempre chegar é o mais importante.
outubro 12, 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Os três textos
Já que continuo aguardando o Renzo Piano da postagem anterior – comprar a Black Friday é isso: o melhor preço, porém, não chega nunca – aca...
-
Acabo de saber dos ganhadores do prêmio Pritzker deste ano, os japoneses do SANAA, Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, dos quais não conheço nen...
-
Andava pelo saguão do aeroporto puxando aquela pequena mala. Rabo de cavalo, uniforme vermelho e branco, lenço no pescoço. Sapatos pontudos ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário