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outubro 10, 2010

17 anos depois...

Em 1993 assisti pela primeira vez o Bon Jovi ao vivo. Em 2006, quando morava nos Estados Unidos, era para ter visto pela segunda vez. Na minha adolescência o Bon Jovi não era a minha banda predileta. Para ser mais exato, até hoje não é uma das bandas que mais gosto. Mas talvez seja uma das únicas daqueles anos que ainda está em atividade com a mesma formação. O show de 1993 foi um show bastante interessante à época, não tenho enormes lembranças, mas foi o show da turnê Keep the Faith. Lembro bem mais das músicas do álbum Slippery When Wet e New Jersey. Diria que gosto mesmo destes dois álbuns. Era o show de reunião da banda e Jon Bon Jovi cantou uma música de seu álbum solo: Blaze of Glory. Este álbum solo foi o único álbum que comprei até hoje do Bon Jovi. Era ainda em vinil, no longínquo ano de 1991. Ainda hoje gosto muito das faixas Miracle e Santa Fe. É um álbum bem divertido e gosto de escutá-lo de vez em quando até hoje.

Agora, 17 anos depois, nesta semana, tive o prazer de ver novamente a banda tocando. Agora o palco não era o estádio do Pacaembu, como em 1993, e sim o estádio do Morumbi. Não fiquei até o final do show, em virtude do horário avançado para uma quarta-feira e do meu cansaço pessoal, já que tinha chego de uma viagem de trabalho no dia do show. Soube depois que o show se estendeu por pelo menos uma hora depois da minha saída, com mais de três horas de duração. Mas tudo bem... Já haviam tocado as música que queria ouvir de novo... Para mim estava mais do satisfeito. Foi realmente um show que atendeu aos anseios de todos ali presentes. Um show que contemplou muito da carreira da banda, tocando os sucessos do passado e as músicas que fizeram sucesso já na década dos anos 2000. A produção do show estava sensacional, com imagens impressionantes nos telões, inclusive até com a imagem projetada de Pelé e outras personalidades, durante uma canção. Os cinco elementos ainda sabem fazer 65 mil pessoas pularem...

Agora, que saudades de ver um show nos Estados Unidos... O brasileiro precisa entender que conforto não é nada de mais, e que o preço do ingresso deveria atender a isso. Eu tive que ver um show da escada e ter que empurrar as pessoas – diga-se suadas, sabe-se eu lá de que substâncias, pois tava uma temperatura de menos de 20ºC – para conseguir sair. Ou o brasileiro é realmente muito mal educado, ou a organização é muito ruim, ou as duas coisas... Sem contar que essa mania de ficar 100% do tempo de pé, na arquibancada, é algo um tanto quanto idiota... Num jogo de futebol, que são 90 minutos mais 15 de intervalo, todo mundo fica sentado durante a maior parte do jogo...

abril 29, 2009

5 listinhas...

Não sei por que resolvi entrar no Facebook, que é mais um site de relacionamento, semelhante ao Orkut, entre outros tantos que existem por aí. Mas hoje descobri um “desenvolvedor de listas”; e me diverti muito por pouco mais de uma hora. Não foi tempo perdido, pois fazer uma lista é complexo, ainda mais com somente 5 posições. Os temas que não foram, assim, muito interessantes.

A primeira lista me referi a 5 cantores que mais gosto. Eu entendi por cantores e não cantoras, e quem sabe faça uma listinha sobre as cantoras. Mas coloquei 5 nomes que não tenho tanta certeza que fariam parte mesmo dos 5 melhores. Mais: todos estão vivos e em atividade. Resolvi optar por estes critérios, levando em conta que pelo menos nos últimos 5 anos escutei coisas novas desses cantores. São eles:

- Rob Halford; escutei dele a sua volta ao Judas Priest, com Nostradamus. Em forma e cantando muito bem.

- Jeff Scott Soto; escutei um single dele por estes dias e não é mesma coisa da época em que cantou com Yngwie Malmsteen, mas continuo a achar ele um dos melhores que já pude ver ao vivo.

- Sammy Hagar; tenho o álbum ao vivo Hallelujah (2003). Não está mais em forma, uma pena. Mas por ter gravado músicas incríveis e um álbum como Balance (1995), tenho que dizer que é um dos meus preferidos. Há pouco falei de um disco dele no Van Halen (aqui).

- David Coverdade; assim como Hagar, não está mais em forma. Seu último álbum Good To Be Bad (2008) não me chamou a atenção. Mas gravou músicas e disco maravilhosos durante a vida toda. Não poderia faltar. Poderia ter colocado Gleen Hughes em seu lugar, mas acho Coverdale melhor compositor, me agrada mais.

- Eric Adams; Manowar é uma das bandas que mais tocam alto no mundo. Uma voz como a de Eric Adams e a energia vocal, depois de mais de vinte anos de carreira, não há como não aparecer numa lista de vocalistas que gostam de Heavy Metal... Claro, é quase um sacrilégio colocá-lo e não por antes dele Dio. Mas tenho meus motivos e o principal é a banda do Dio.

Outros como Robert Plant, eu nunca colocaria. Não gosto dele e não gosto de Led Zeppelin. Então, nunca estaria na minha listinha de preferidos... Outros que poderiam constar, como Freddy Mercury, mas, pelo critério de não estar mais entre os vivos...

Bem, passamos para a próxima lista. Os 5 melhores álbuns de todos os tempos. Foi uma dificuldade. Como poderia colocar um álbum, por exemplo, de Eric Clapton, se de seus álbuns nunca gostei do “todo” e sim de partes? Então, músicas e músicos que mais escuto, não vão constar dessas duas listas... Vamos aos meus escolhidos:

- Rising Force – Yngwie Malmsteen (1984). Um álbum que foi tão marcante que nem sei que palavras usar para listar. Uma vez escrevi algo sobre ele (aqui).

- Burn – Deep Purple (1974). Outro álbum que teria horas a falar... Mas o que falo principalmente é que é o primeiro álbum com David Coverdale no Deep Purple. São músicas que não se escuta mais, o Deep Purple não toca mais, o Whitesnake também não e mais recentemente nem o Blackmore toca...

- Fly By Night – Rush (1975). Um álbum que ao escutar pela primeira vez já tive uma “paixão” inexplicável. As músicas parecem a cada faixa trazer múltiplos sentimentos. Não tenho palavras para descrever, ou melhor, teria que escrever páginas...

- Stranger in This Town – Richie Sambora (1991). Este álbum está aqui por ser uma dos álbuns mais bem feitos e bem cantados da história e ao mesmo tempo uma das piores vendas. Tem a participação de Eric Clapton e é de um ex-integrante de um dos grupos mais famosos da década de 1980 - Bon Jovi. Uma jóia rara... Estaria na lista dos discos que você não ouviu (se esta lista tivesse sido feita em 1991...). Ao fazer Undiscovered Soul (1998) não obteve o mesmo resultado.

- Stranger in Us All – Ritchie Blacmore´s Rainbow (1995). O ultimo álbum do Rainbow. Conseguiu trazer toda a experiência dos anos 1970 e 1980 ao mesmo tempo, num disco de qualidade incrível em todas as faixas. Também poderia perder páginas para falar deste álbum, mas, aí teria de falar de outros clássicos do Rainbow, como Ritchie Blackmore´s Rainbow (1975), Rising (1976) e Long Live Rock ´n Roll (1978)...

Quantos outros ainda poderiam colocar? É uma das mais difíceis listas que já fiz. Nesta fui extremamente restritivo... Faltaram tantos...

A terceira listinha tratava de um tema que absolutamente não sou nenhum conhecedor. Mas tenho, nos últimos 5 anos, apurado o gosto para tentar fazer a lista das 5 cervejas preferidas. Comecei com as cervejas que venho apreciando cada vez mais, de trigo, as weissbier. Nisso a lista começa com a Paulaner Helles e a Erdinger. Depois a cerveja belga Stella Artoirs, que anda sendo comum nos bares brasileiros. Depois pus a minha pilsen predileta nos Estados Unidos, a popular Budweiser. Logo acompanhada da minha segunda predileta, a Coors Light. Poderia ainda colocar outras, como a Bush, a Calsberg ou mesmo a Original. Mas estas são mais marcantes, para mim... Lembram-me fases da minha vida...

A quarta listinha é uma que já falei a respeito aqui e aqui, a dos arquitetos preferidos. A única coisa que poderia colocar é o quanto venho me interessando pela obra de Renzo Piano, no últimos tempos, a ponto de colocá-lo já entre os meus dez prediletos, o que não acontecia a cerca de dois anos, por exemplo. A lista ficou com Jean Nouvel, Renzo Piano, Paulo Mendes da Rocha, Antoine Predock e Álvaro Siza. Esta foi mais fácil devido a ter pensado nela já. Mas lembro bem de como foi difícil chegar a um resultado á época.

A última lista é sobre as atrizes prediletas, que daria para escrever horas, já que é um tema que falo pouco e gosto muito. Coloquei com dificuldade algumas, que não sei se trocaria agora:

- Sandra Bullock; não lembro de ter falado dela nenhuma vez. Mas é uma atriz cujo trabalho sempre gostei. Teve até uma época que alugara todos seus filmes. Talvez seja uma das poucas atrizes que assisti tantos filmes. Gosto muito de muita coisa até meio bobinha, mas é a vida. Ela tinha que estar entre as minhas prediletas...

- Katherine Heigl; esta é uma atriz que nos últimos anos venho prestando atenção. Assisti alguns bons filmes com ela, e da mesma forma que Bullock, vem trazendo a cada personagem algo novo. Não assisto Grey´s Anatomy, para fazer mais uma avaliação de seu trabalho, mas esta na minha listinha...

- Catherine Zeta Jones; outra que assisti uma boa quantidade de filmes. Nada também de filmes de autor. Para ser exato talvez não goste de filmes de autor... Mas acho ela uma atriz interessante que ainda está a fazer um filme grandioso.

- Kristen Bell, a Veronica Mars. Não vi seu papel na série Heroes, mas acredito que ela é uma das atrizes que poderiam estar numa melhor posição. Bem, acho que tende a ser a atriz com menos de trinta anos de idade entre as minhas escolhidas. Talvez também esteja na minha lista por precipitação. Como disse, eu sabia que era a lista mais falha das que fiz hoje.

- Salma Hayek; talvez a maior atriz das que separei dentre estas cinco. Seu papel em Frida até hoje m emociona. Ao lado de Penélope Cruz, outra que poderia estar nesta lista, é a atriz mexicana que mais gosto no momento.

Bem, como disse a lista é bem falha. Falta a Julia Roberts e a Nicole Kindman, por exemplo. Além de outras que poderia por como Meg Ryan, a já citada Penélope Cruz e a francesa Audrey Tautou. Esta lisinha ainda terá uma versão melhorada...

maio 18, 2008

It´s My Life... It´s now or never...

Sempre ao me preparar para uma entrevista de emprego costumo estar bem disposto e nisso a música, uma música que gosto, ajuda muito. Não sei por que, mas acabei de ler a respeito num site de anúncios de emprego que isso é recomendado. O interessante é que às vezes quero jogar tudo para o alto. Minha insatisfação nessas horas chega a ser maior que minha educação. Certo que até hoje não faltei com a educação a nenhum de meus superiores. Até pareço “um bom menino”...

Na verdade eu não acredito em explosão, ou má criação, revolta ou qualquer uma dessas variações, que é falta de educação ou polidez, possa trazer benefícios. Acredito mesmo na manifestação de mérito ou busca de espaço por reconhecimento. Se o ajuste entre o que se considera falta de reconhecimento e o trabalho executado feriu alguns de seus princípios, é hora de buscar alternativa e não bater nas portas erradas. Muitas pessoas se prendem a coisas subjetivas ou ganhos “subliminares”. Ou até mesmo falta de preparo e a falta de coragem de buscar a alternativa. Quando uso o lema do filme de mesmo título, “retroceder nunca, desistir jamais”, conto com um norte que está na minha mente. Errar é possível, mas só com o erro é que se conhece o caminho. E é necessário estar vivo para poder viver...

It´s My Life – Bon Jovi (2000)

“This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for the faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud
It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting harder make no mistake
Luck ain't even lucky
Got to make your own breaks (...)”

Os três textos

Já que continuo aguardando o Renzo Piano da postagem anterior – comprar a Black Friday é isso: o melhor preço, porém, não chega nunca – aca...