Estava escrevendo na outra postagem falando sobre a ansiedade de ler Moby Dick, justamente por ter sido o primeiro livro do curso Expedições pelo Mundo da Cultura deste ano. O primeiro encontro foi dia 13 de março, e por um monte de motivos não pude comparecer. Bem, estarei lá para o próximo encontro. Os outros nove encontros serão:
Prometeu Acorrentado, de Ésquilo;
Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister, de Goethe;
Ilusões Perdidas, de Balzac;
O Mercador de Veneza, de Shakespeare;
Terra Desolada, de T. S. Elliot;
Eumênides, de Ésquilo;
Um inimigo do Povo, de Henrik Ibsen;
O Rinoceronte, de Ionesco; e
Tristão e Isolda, com inserção da ópera de Wagner.
Prometeu Acorrentado, de Ésquilo;
Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister, de Goethe;
Ilusões Perdidas, de Balzac;
O Mercador de Veneza, de Shakespeare;
Terra Desolada, de T. S. Elliot;
Eumênides, de Ésquilo;
Um inimigo do Povo, de Henrik Ibsen;
O Rinoceronte, de Ionesco; e
Tristão e Isolda, com inserção da ópera de Wagner.
Recentemente foram lançadas pela Ediouro versões caprichadas dos dois textos mais conhecidos de Homero, em tradução de Carlos Alberto Nunes. A versão é realmente fantástica. Sempre digo que ler a Ilíada ou a Odisséia é algo para quem já leu uma boa parte da literatura universal. Depois destes textos de Homero, diria que em minha listinha das obras mais complexas da literatura mundial, estariam Eneida, de Virgílio, A Divina Comédia, de Dante Alighieri, Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões e Fausto I e II, de Wolfgang von Goethe. Também teria que colocar o incrível livro de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha. A diferença de todas as outras obras, Dom Quixote é escrito em prosa, o que, para mim ao menos, é bem mais fácil. Fiz ano passado estudo sobre a obra de Homero no 