Sistemas Arquitectónicos Contemporáneos - Josep Maria Montaner (2008). Neste novo livro de Josep Maria Montaner apresenta como “sistema arquitetônico” a relação dos edifícios, do espaço construído com o espaço público e da inserção de novos projetos. Já li muita coisa sobre Montaner, até hoje não sei sua opinião política, o que não consigo dizer se é bom ou ruim. Mas de uma coisa eu posso ter certeza: que ele tem amplo conhecimento dos seus temas. Em seus outros livros, “Depois do Movimento Moderno”, “Arquitetura e Crítica” e “A Modernidade Superada”, podemos ter uma ampla gama de conceitos para interpretar onde começou a crítica ao movimento moderno. È uma reação clara a dois outros livros que tratam de exaltar o movimento moderno em suas “matrizes originais” que são “Quando o moderno não era um Estilo e sim uma Causa”, de Anatole Kopp, e “Espaço, Tempo e Arquitetura” de Sigfried Giedion. Não que estes livros sejam “ruins”, mas não ousavam ir além de defender o movimento moderno. Os dois autores, Giedion e Kopp, eram ligados aos CIAM´s e bem por isso ao início do movimento moderno. Montaner é contemporâneo, posterior a Leonardo Benévolo, que foi de grande contribuição à reflexão sobre o movimento moderno. Mas ao início de um novo século, os escritos de Montaner são mais interessantes aos de Benévolo. Não pude ir à Bienal de Arquitetura de São Paulo no ano passado (2007) assistir à palestra de Montaner, onde muito provavelmente pode ter se referido ao tema desde seu mais novo livro. Tinha até uma enorme vontade, mas uma enorme falta de organização naquele momento. Bem, sem ter lido mais do que umas 30 páginas desse livro não conseguiria ir mais longe, mas bem que a edição poderia ter um preço mais acessível.Caminhar é preciso. Três perguntas se tornam importantes: Quem é você? De onde você veio? Para onde você vai? Por todas elas existe um caminho. Nem sempre chegar é o mais importante.
julho 09, 2008
Sistemas arquitetônicos
Sistemas Arquitectónicos Contemporáneos - Josep Maria Montaner (2008). Neste novo livro de Josep Maria Montaner apresenta como “sistema arquitetônico” a relação dos edifícios, do espaço construído com o espaço público e da inserção de novos projetos. Já li muita coisa sobre Montaner, até hoje não sei sua opinião política, o que não consigo dizer se é bom ou ruim. Mas de uma coisa eu posso ter certeza: que ele tem amplo conhecimento dos seus temas. Em seus outros livros, “Depois do Movimento Moderno”, “Arquitetura e Crítica” e “A Modernidade Superada”, podemos ter uma ampla gama de conceitos para interpretar onde começou a crítica ao movimento moderno. È uma reação clara a dois outros livros que tratam de exaltar o movimento moderno em suas “matrizes originais” que são “Quando o moderno não era um Estilo e sim uma Causa”, de Anatole Kopp, e “Espaço, Tempo e Arquitetura” de Sigfried Giedion. Não que estes livros sejam “ruins”, mas não ousavam ir além de defender o movimento moderno. Os dois autores, Giedion e Kopp, eram ligados aos CIAM´s e bem por isso ao início do movimento moderno. Montaner é contemporâneo, posterior a Leonardo Benévolo, que foi de grande contribuição à reflexão sobre o movimento moderno. Mas ao início de um novo século, os escritos de Montaner são mais interessantes aos de Benévolo. Não pude ir à Bienal de Arquitetura de São Paulo no ano passado (2007) assistir à palestra de Montaner, onde muito provavelmente pode ter se referido ao tema desde seu mais novo livro. Tinha até uma enorme vontade, mas uma enorme falta de organização naquele momento. Bem, sem ter lido mais do que umas 30 páginas desse livro não conseguiria ir mais longe, mas bem que a edição poderia ter um preço mais acessível.
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