abril 15, 2009

Arquitetura do prédio do CSI: Miami

Sempre tive curiosidade em saber qual era o edifício que aparece nas filmagens do seriado CSI: Miami. O primeiro aspecto interessante deste edifício é que ele não fica em Miami, Flórida... Mas em Hawthorne, na Califórnia.

O escritório responsável pelo projeto é o Nadel, fundado em 1973, com vasta experiência em projetos residências, comercias e estudos urbanísticos. É um edifício high-tech bastante comum para os padrões americanos. Mas a forma é interessante. No site não tem data de projeto e nenhum dado técnico sobre o edifício FAA First Federal Credit Union.

CSI: The Who!

Assisto ao CSI há um bom tempo e nunca falei aqui da banda dos temas de abertura. As músicas do Who são Baba O´Riley, Won´t Get Fooled Again e a minha predileta Who Are You? Agora por que fazer uso de músicas de uma banda hoje praticamente sem atividade e muito influente nos anos 1960 e 1970? Por exemplo: Who Are You? foi a última música escrita por Keith Moon. Só tenho a dizer que achei ótimo. Muito melhor que estas bandas novas que na maioria das vezes fazem músicas bem pouco interessantes – exceção feita aos Dandy Warhols (Veronica Mars) e The Rembrandts (Friends).

As Demitidas...

As demitidas e Roberto Justus

E na noite de terça-feira Roberto Justus surpreendeu demitindo ao mesmo tempo duas pessoas na sala de reunião. A sala de reuniões é o momento mais interessante sempre do programa O Aprendiz 6 - Universitário. Já havia visto isso numa determinada ocasião onde existia uma questão ética. Mas a questão desta feita foi “disciplina”. Justus quis disciplinar uma possibilidade de “complô” a respeito do grupo contra uma pessoa. Mas, dessa vez, o dia seguinte, no programa Hoje em Dia, foi bem menos interessante. Assisti ao vídeo disponibilizado no site e achei a conversa com o primeiro eliminado muito mais interessante. Mas é um ótimo recurso este de trazer logo no dia seguinte os eliminados. Mais um acerto da Record.

Uma curiosidade: a música tema de O Aprendiz é For The Love Of Money, de uma banda chamada O´Jays...

abril 14, 2009

Veronica Mars

A música tema dos Dandy Warhols – We used to be friends – inicia aquela que seria uma série adolescente para substituir Buffy. Mas não. Passaram do limite e fizeram da primeira temporada de Verônica Mars uma das séries mais instigante e cheia de detalhes “anos 80” que não agradou aos fãs da pequena Buffy...

Não sei direito em que momento comecei a gostar de Verônica Mars, cuja 1ª temporada acabou de chegar às lojas. Acredito que seja pela boa escolha de Kristen Bell como atriz principal, agora também em Heroes. Mas depois de ter dado uma breve lida num artigo de Stephen King, tinha certeza que estava certo em gostar da pequena Veronica. E neste artigo King ainda fala sobre outros seriados... Um espetáculo!

Existe um livro em que foi baseado o seriado – Neptune Noir, de Rob Thomas, também criador da série. Este nunca chegará a ser traduzido para o português, acredito. No Brasil não há mais o hábito de ler estes pequenos romances, esta literatura de fácil acesso. Aqui por estas bandas acham que só com Machado de Assis se fazem leitores...

Já escrevi muitas vezes que tudo nasce da literatura, de certa forma, claro. Um seriado de TV, um filme, um roteiro de cinema ou até mesmo uma telenovela, tem as letras por trás. E seria legal se tivéssemos mais escritores médios, sem pretensões de se tornarem “Machados de Assises”, e não emulassem tanto outros escritores. Teríamos assim uma chance de aumentar o número de leitores medianos. Com muitos leitores médios, que lêem desde Stephanie Meyer e romances policiais, teríamos a sorte de ter alguns mais avançados a encarar os clássicos com outra postura.

Também por outro lado não sei se vale a pena escrever contos, livros, romances, se não há um público para lê-los. Ao mesmo tempo fico indignado com as pseudo-biografias que vão desde o mundo dos negócios a bandas de rock. Eu já li várias e algumas não respeitam questões temporais, principalmente quando escritas pelos próprios agentes. Hoje acho mais fácil uma banda de rock dar mais certo que um bom escritor. E este espaço que antes era preenchido por esta literatura média, está hoje sendo preenchido pelas séries (normalmente estrangeiras) e filmes sem muita preocupação além de um bom tema (comercial). Não sei se é ruim, a imaginação continua a ser alimentada, mas a criação do cenário mental e as palavras, as formações das frases, as nuances de mudança, como em Eça de Queiros, onde o adjetivo precede o substantivo, o ponto-e-vírgula e outras pausas, não são mais tão perceptíveis.

Mas voltando às séries, a Rede Globo tem tido sucesso na produção nacional. Fernanda Young, autora das séries Os Normais e Minha Nada Mole Vida, entre outros, também é autora de romances. Acredito por sua exposição na mídia, assim como Arnaldo Jabor, tem a maior possibilidade de ser lida. Jabor já fez uma junção de inúmeros artigos seus publicados na Folha de São Paulo e lançou em livro. É interessante ver a sua influência de Eça de Queiros e Nelson Rodrigues, porém seus escritos de ficção não são conhecidos. Chico Buarque é outro que tem a mídia à disposição. Mas ainda falta um bocado para conseguirmos realizar filmes, séries, especiais, baseados nos contos e romances nacionais médios. Ou ao contrário: não temos a menor idéia de quem escreve as telenovelas. Não faço idéia dos textos de Janete Clair, por exemplo. É nítido que as regravações de suas novelas são feitas com certa freqüência nestas duas últimas décadas, mas se perdem as idéias originais, as nuances da autora, morta em 1983. Não tenho como comparar, já que eu não assisti às originais. É interessante que mesmo após 20 anos de sua morte ainda e lembrada e relembrada (sem dizer claramente “copiada”).

Mas voltando a minha pequena Veronica Mars, não creio que a série venha a ficar na mente das pessoas, algo que compartilho com Stephen King. Para muitos é simplesmente uma série adolescente, e era para ser mesmo e em muitos momentos é um tanto. Mas quem disse que isso é ruim? A parte que atrai bastante são os pequenos mistérios, que sempre parecem ter a forma de uma grande conspiração (e em muitos casos, como do diretor da escola, é). Ao tocar em alguns preconceitos, a série também tem um lado dramático, além do espírito cômico e um tanto irônico da personagem. Uma série que junta mistério, drama, temáticas sociais e ainda tem um tom cômico e adolescente não pode ser ruim. E é por isso que fiquei vidrado na televisão querendo ver os próximos episódios.

Os intelectuais e o futebol

Estava assistindo no canal Globo News entrevista de José Miguel Wisnik. Entre outras questões falou de sua juventude em São Vicente indo assistir aos jogos do Santos, na época de Pelé. Daniel Piza escreve uma coluna semanal – Boleiros – no jornal O Estado de São Paulo. Sempre achei que era são-paulino, mas não é. Escreveu um livro sobre as copas do mundo de 1998 e 2002 – Ora, Bolas. Luís Fernando Veríssimo se diz um torcedor do Internacional de Porto Alegre. Nada mais li sobre futebol de sua pena. (também, não o leio...). Chico Buarque joga até hoje uma pelada. Toquinho já fez música para o Corinthians. E o tema futebol várias vezes já entrou nas temáticas musicais como Fio Maravilha, de Jorge Ben Jor, ou É Uma Partida de Futebol, do Skank. Nelson Rodrigues era uma dos maiores cronistas do futebol. (Esse é até apelação para justificar o gosto pelo futebol). E o palmeirense Mário Prata escreveu um livro que foi parar no cinema: O Casamento de Romeu & Julieta (2004), onde Romeu (Marcos Ricca) era um corintiano e a Julieta (Luana Piovani) era palmeirense.

Poderia continuar com esta descrição por horas. Podia ainda falar de Eric Clapton ou mais alguns outros astros internacionais que são amantes do ludopédio. Ou Lamartini Babo, que compôs o hino do América Futebol Clube, ou Jô Soares, um tricolor fluminense. Mas o que realmente faz tanta gente desde artistas populares até grandes intelectuais gostarem tanto de futebol?

Não sei a resposta, obviamente. Mas o que acho que está por trás é a juventude, onde temos um time, um jogo, um esporte. E desde então mantemos isso como parte da nossa vida. Se há algo mais, não sei. Mas é a vida...

Rivais...

Meu amigo Felipe, em seu blog Confraria de Heróis, postou há alguns dias uma das melhores notícias que já li no futebol brasileiro: o respeito entre grandes clubes rivais. Só lendo Rivais. E só Rivais. poderão entender o que estou a falar (já devem ter notado que sempre uso o “a falar” do que “falo” constantemente; é uma “influência” de Eça de Queiros na minha escrita... E mais: na minha fala...).

Felipe estava meio sumido do blog e é muito bom poder lê-lo outra vez. Principalmente falando de uma das maiores rivalidades do Brasil: o Internacional e o Grêmio. Se fosse eu escolher um, claro, ficaria com o Inter, que acabou de completar 100 anos de existência. Mas como sou única e exclusivamente corintiano, considero o Grêmio e o Inter meus rivais. E só rivais...

A Semifinal

Hoje soube que Rogério Ceni, goleiro do São Paulo, não vai poder disputar o segundo jogo da semifinal do Campeonato Paulista e nem o restante da competição da Copa Libertadores da América, devido ao rompimento dos ligamentos do pé. Uma pena; seria a segunda vez em que estaria no time adversário de Ronaldo.

Bem, o Corinthians segue em frente na semifinal e tem a chance de empatar o jogo para a disputa final, assim como o Santos. Não pude escrever antes, devido a inúmeros problemas de várias ordens, mas fiquei muito feliz com a semifinal ser disputada entre os quatro grandes clubes do estado. Ao que me consta, não fui verificar, desde 1993 Santos, São Paulo, Palmeiras e Corinthians não estavam nas semifinais juntos. O Santos ganhou em 2007, o Palmeiras em 2008, conforme este blog documentou. Estou já fazendo alguma tradição...

Gosto do campeonato Paulista, mas este ano não o acompanhei. Nem muito menos venho acompanhando a Copa Libertadores. Minha torcida andou sendo para Ronaldo. Para se recuperar e jogar muito! Um amigo falou que ele com uma perna joga mais que todos os artilheiros da última temporada do campeonato Brasileiro... E eu, como bom corintiano, tendo a endossar o que o amigo fala.

Isso aqui é seu!

Ontem, 13 de abril, estive no lançamento do livro Isso aqui é seu!, do jornalista Zeca Camargo. Foi na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Higienópolis.

Inicialmente queria falar um pouco da arquitetura da nova livraria que substitui a livraria Siciliano. Um projeto interessante, agora com mezanino de forma orgânica e com o mobiliário escuro (madeira escura quase preta ou folha de cor preta) trazendo muito das livrarias americanas mais tradicionais com certa pitada européia, já que o espaço não é muito grande. E eis por ser o espaço não muito grande que houve certo acúmulo de pessoas ao redor da mesa de autógrafos. Fora isso um bom buffet com espumantes e refrigerantes, além de pequenos petiscos e claro, um Starbucks Coffee junto da livraria, que se localiza logo na entrada pela Avenida Higienópolis.
Com o ambiente descrito e um Zeca Camargo bastante receptivo, nada melhor que relembrar dos tempos em que ele apresentou o FestValda e dos tempos de MTV. Tive quase nenhum contato com ele naqueles tempos e ainda hoje. Porém ele me acompanha nos últimos 15, 16 (ou seria 17?) anos. Como já disse outras vezes aqui, eu torcia um pouco o nariz para ele naqueles tempos de MTV, mas depois, na Rede Globo, só tenho elogios. Não posso dizer nada sobre o reality show No Limite, pois sua exibição foi exatamente quando estava nos Estados Unidos pela primeira vez (mas não morro de amores por reality shows). No livro De A-ha a U2 foi uma das primeiras vezes que se materializava em livro momentos da música que Zeca Camargo fez parte. Era ali que comecei a prestar bastante atenção em tudo que produziu antes e depois.
Este é o quinto livro de Zeca Camargo, que considero um dos meus três jornalistas culturais prediletos. O primeiro livro foi A Fantástica Volta ao Mundo (2004), onde narra sua volta ao mundo de reportagens acontecidas no programa Fantástico. Interessante é que Isso aqui é seu! (2009) também trata de uma volta ao mundo. Ou seja, Zeca já deu duas voltas ao mundo! Um é o complemento do outro, com diferenças, claro. Lembrando que em 1998 Zeca Camargo visitou todos os países que falam a língua portuguesa (outra quase volta ao mundo). O segundo livro foi De A-ha a U2 (2006), onde já escrevi acima, uma autobiografia musical. O terceiro livro trata de outra série do Fantástico: 1000 lugares fantásticos no Brasil (2006). O quarto livro, Novos Olhares (2007), outra série do Fantástico, trata de novos pontos de vista sobre o cotidiano. É talvez o mais dramático de todos. Neste livro, Zeca Camargo é o organizador.

Daniel Piza em Jornalismo Cultural (2003) escreve sobre a revista New Yorker, a qual Zeca Camargo é assinante desde os anos 1980. Praticamente nenhum jornalista cultural pode deixar de saber da importância de New Yorker. E Zeca a comenta constantemente. É interessante que em termos de cultura pop, arte moderna, exposições, música pop, moda e mais um turbilhão de coisas, Zeca Camargo é um profundo conhecedor, além das inúmeras indicações literárias. Como se declara - um leitor voraz que está se transformando em escritor - diz numa postagem em seu blog que não tem tempo para se dedicar da forma que é necessária para produzir literatura. E olha, que bagagem para escrever têm e terá e muita. Bem, ao conseguir trocar poucas palavras com Zeca ontem, fico feliz de elegê-lo um dos meus três jornalistas culturais prediletos, mesmo ele me perguntando quem eram os outros... Esse mistério devo elucidar num próximo texto.

A primeira noite de um homem

Quando assisti ao filme A primeira noite de um homem (The graduate, 1967) não sabia que era um dos primeiros filmes do ator Dustin Hoffman. Não fazia idéia. Adorei a trilha sonora de Simon & Grafunkel e até escrevi aqui. Mas neste final de semana acabei por assistir um programa sobre a carreira de Hoffman. E lá encontrei mais um grande ator do qual conheço umas míseras partes. E o que conhecia não conseguia juntar numa única personagem...

Como não sou conhecedor de cinema, acabo por ver filmes sem me atentar aos detalhes, como atores, diretores, etc. Sempre acabo por gostar da fotografia e principalmente da história narrada. Quando era criança ainda prestava mais atenção aos carros (Gran Torino me espera!). Mas sei lá eu porque A primeira noite de um homem me marcou tanto. Claro, a música. Outra, uma Loa Angeles, Santa Mônica, etc. dos anos 1960. O que não me impressionava era aquele Alfa Romeo vermelho. Mas de todo modo foi um momento estranho ver aquele Hoffman e comparar com Entrando numa fria maior ainda (Meet the Fockers, 2004). No documentário biografico afirmava ser aquele Hoffman o verdadeiro Hoffman. Fiquei pensando em quanto aquilo era caricatural e não podendo ser o verdadeiro Hoffman. Não que estaja duvidando do documentário, mas simplesmnete continuo na mesma opinião: que alguns críticos de cinema são exagerados e deixam sentimentos de lado e passam a ser meros racionalistas do cinema. E em arte dramática a única coisa que não se pode perder é a sesibilidade...

Peter Zumthor – The Pritzker Prize 2009

No dia 13 de abril deste ano foi divulgado o nome do laureado com o maior prêmio da arquitetura mundial. Este ano foi o suíço Peter Zumthor, autor de um número relativamente pequeno de obras e em sua maioria construídas na Suíça. Porém, mesmo sendo em pequeno número é uma obra bastante significativa.

Em 2006 conheci um pouco de sua obra. Desde então venho tentando descobrir um pouco mais sobre sua arquitetura. Tem alguns livros publicados e em português pela Gustavo Gili: Atmosferas, que traz uma conferência sobre arquitetura e outro livro é Pensando a Arquitectura, o qual é um conjunto de textos, trazendo, como dizem algumas resenhas, uma filosofia da arquitetura. Não li ainda nenhum dos dois livros, que tem preço ainda pouco acessível, porém, espero que sejam publicados no Brasil em breve. Acredito que com o Prtzker isso possa acelerar a publicação.
Já havia falado do Pritzker este ano (aqui), e até eles resolveram deixar para abril a divulgação do laureado. Os outros laureados já havia postado aqui. E o laureado de 2008 - Jean Nouvel - aqui.

Justus e os universitários

No primeiro episódio desta sexta temporada de O Aprendiz, Justus não foi mais maleável por serem universitários os concorrentes. Na verdade não vi também muita diferença nas atitudes dos universitários em relação aos concorrentes anteriores. Alguns dos participantes anteriores eram realmente mais experientes, mas alguns não passavam de recém-formados com algum MBA ou alguma pouca experiência. Algo que não havia identificado nas edições anteriores, destacando que comecei a assistir na terceira edição. O mais interessante é que os universitários parecem, pode ser impressão, mais dispostos a fazer as tarefas, diferente dos outros que já pareciam os preparados dos preparados.

Acompanharei, ou melhor, tentarei acompanhar, esta edição com mais entusiasmo que as duas últimas, onde a questão do sócio era muito, mas muito, chata. Nunca vi um sócio que mais parecia um funcionário padrão... Pelo menos agora é a grande chance que qualquer universitário gostaria: a de entrar numa grande empresa com o melhor salário que há no mercado (para um recém-formado).

O mais interessante é que um amigo meu, da área executiva, me disse que o programa é um nada. E deve ser mesmo. Não me importo em “aprender” ou como alguns participantes anteriores já falaram que “este programa vale por um MBA”, mas estou interessado na atividade humana entre as pessoas, as questões éticas, as fragilidades. Fico sempre no aguardo das empatias e simpatias entre os participantes, sem ter que ficar vendo intrigas bobas como num Big Brother, onde as pessoas não fazem nada e ainda acabam brigando. Acho que um participante de O Aprendiz deve sair de lá igual ou melhor do que entrou, já num Big Brother... O que acho mais incrível é que o Big Brother ainda esteja no ar. Assisti ao primeiro e ao segundo, isso lá pelos idos de 2002. Não vejo como alguém pode ainda prestar atenção àquilo depois de tanto tempo.

Como já escrevi aqui, acredito que o público seja diferente - e muito menor – o que assiste ao Aprendiz em relação ao Big Brother. Sem contar que a sala e a não participação do público deixa a interação praticamente nula. É basicamente uma série onde não há muito que “torcer”... Se for apresentado O Aprendiz 3 outra vez, uma reprise, não teríamos muita diferença das situações. Já tentar apresentar um BBB antigo... Não queria comparar uma coisa com a outra, pois quase não acho O Aprendiz um reality show.

O melhor do programa está justamente em ser sempre uma surpresa. Mas existe uma questão de mérito em cada prova. E o mais legal é o prêmio de quem ganha: as viagens, os hotéis, os jantares. Com certeza é muito melhor que ficar confinado numa casa... Nos últimos episódios fica até mais chato, pois o legal é um grupo todo se divertindo nos hotéis. Isso significa que os participantes têm mais prazer durante o programa do que os “confinados da casa”. Agora, quanto aos “filósofos da educação televisiva”, com certeza não é um programa educativo. E quem quer assistir a um educativo?

Os três textos

Já que continuo aguardando o Renzo Piano da postagem anterior – comprar a Black Friday é isso: o melhor preço, porém, não chega nunca – aca...