<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670</id><updated>2012-02-08T17:25:49.782-02:00</updated><category term='Fleetwood Mac'/><category term='religião'/><category term='Eric Clapton'/><category term='diary of a madman'/><category term='Gilberto Gil'/><category term='Tutty Vasques'/><category term='carros'/><category term='Jean Nouvel'/><category term='Sammy Hagar'/><category term='arquitetura'/><category term='saxon; música'/><category term='Mario Prata'/><category term='Roberto Segre'/><category term='esportes'/><category term='Ucrânia'/><category term='música'/><category term='Israel'/><category term='pesquisa'/><category term='Guterman'/><category term='Judas Priest'/><category term='futebol'/><category term='Satriani'/><category term='arte'/><category term='Iron Maiden'/><category term='Bon Jovi'/><category term='Alice Cooper'/><category term='política'/><category term='AC/DC'/><category term='Juca Kfouri'/><category term='Programa Expedições'/><category term='J P Coutinho'/><category term='literatura'/><category term='pensamento abstrato'/><category term='cultura'/><category term='João Mellão'/><category term='internet'/><category term='Artur da Távola'/><category term='Diogo Mainardi'/><category term='Faith Hill'/><category term='Rodrigo Constantino'/><category term='lugar'/><category term='David Lee Roth'/><category term='Megadeth'/><category term='Steve Vai'/><category term='Blackmore'/><category term='política;'/><category term='poesia'/><category term='televisão'/><category term='Bob Welch'/><category term='Engenheiros do Hawaii'/><category term='Ozzy'/><category term='Nazareth'/><category term='Malmsteen'/><category term='O Aprendiz'/><category term='publicidade'/><category term='Zeca Camargo'/><category term='economia'/><category term='Olavo de Carvalho'/><category term='BTO'/><category term='Europa'/><category term='gastronomia'/><category term='teatro'/><category term='documentário'/><category term='Carnaval'/><category term='cinema'/><category term='Daniel Piza'/><category term='rock nacional'/><category term='comportamento'/><category term='Titãs'/><category term='Black Sabbath'/><category term='Reinaldo Azevedo'/><category term='Marty Friedman'/><title type='text'>Arquitetando Caminhos</title><subtitle type='html'>Caminhar é preciso. Três perguntas se tornam importantes: Quem é você? De onde você veio? Para onde você vai? Por todas elas existe um caminho. Nem sempre chegar é o mais importante.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>713</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5321431990018037404</id><published>2011-10-28T20:45:00.002-02:00</published><updated>2011-10-28T20:51:16.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Por que a Europa continua sendo o centro do Mundo...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Colocar um continente em crise, com um modelo econômico que não me agrada, uma sociedade que está hoje à beira do colapso (só este item já era assunto para um livro inteiro, não só mais uma postagem), como centro do mundo pode parecer uma contradição, mas no fundo não é. Obviamente existem outros lugares onde se vive muito bem, como exemplo a Índia, onde a cultura permanece ainda mais preservada (os costumes, aqueles que na Europa e Estados Unidos andam em crise, e que no Brasil só existia no “antigamente”...), os Estados Unidos, onde se há ainda uma enorme qualidade de vida, assim como modelo econômico de Singapura, etc. Mas nada substitui a Europa em termos de produção cultural. Li esta coluna que reproduzo abaixo e fiquei a pensar em quanto eu não pertenço à “classe média alta paulistana” e consigo concordar em praticamente tudo no que escreve a jornalista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Além de não pertencer a classe média alta, esta para qual o texto está escrito, consigo entender muitas coisas que diz, principalmente a cada tempo eu observo ao meu redor e vejo as pessoas se pautarem nesse modelo fútil – ou, como diriam os comunistas, pequeno-burguês. Eu ando de transporte público com a mesma simplicidade com a qual eu janto num restaurante mais caro, assim como ando de carro com a mesma tranquilidade e, com certeza, bem menos stress que o pessoal do referido texto. Eu sempre acho irônico quando vou a alguma obra naqueles edifícios de escritórios, onde “executivos e executivas” desfilam com todo seu stress os seus trajes mais finos e suas maquiagens mais delicadas... A única palavra que vem a cabeça é “&lt;i&gt;wannabe&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas deixando de lado os que não sabem viver, talvez porque nunca se questionaram, vale a pela a reportagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Porque a classe média alta brasileira é escrava do “alto padrão” dos supérfluos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Adriana Setti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves,&amp;nbsp; tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do&lt;i&gt;savoir vivre&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-color: initial; border-style: initial; list-style-image: initial; list-style-position: initial; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Link para a coluna: &lt;a href="http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/10/30/como-a-classe-media-alta-brasileira-e-escrava-do-alto-padrao-dos-superfluos/"&gt;http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/10/30/como-a-classe-media-alta-brasileira-e-escrava-do-alto-padrao-dos-superfluos/&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5321431990018037404?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5321431990018037404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5321431990018037404' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5321431990018037404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5321431990018037404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/10/por-que-europa-continua-sendo-o-centro.html' title='Por que a Europa continua sendo o centro do Mundo...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2717972665425193677</id><published>2011-10-07T02:37:00.000-03:00</published><updated>2011-10-07T02:37:41.404-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saxon; música'/><title type='text'>Saxon - Unleash the Beast</title><content type='html'>&lt;div class="" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Depois do show do Saxon, em 1998, um amigo – um dos mais próximos de todos os tempos -&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;me disse que parei de falar sobre Saxon. Faz sentido lembrando do show do Monsters of Rock...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-loavOYycUsM/To6O4UqDdqI/AAAAAAAAAzk/CCHPvD17qmY/s1600/Saxon+-+Unleash+the+Beast.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-loavOYycUsM/To6O4UqDdqI/AAAAAAAAAzk/CCHPvD17qmY/s320/Saxon+-+Unleash+the+Beast.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Mas o álbum &lt;i&gt;Unleash the Beast&lt;/i&gt;, ao lado de &lt;i&gt;Innocence is no Excuse&lt;/i&gt;, é um dos meus álbuns prediletos desta banda que parece ser um pouco obscura para os padrões brasileiros. O Saxon não deve ter uma legião de fãs muito grandiosa, porém, estes álbuns caem tão bem aos ouvidos – ouvidos de ouvinte de Heavy Metal, diga-se; não tenho por objetivo ser “eclético” e nem mesmo “aberto à novos sons”.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faixa atrás de faixa, este álbum guarda muitas nuances que só o tempo vai mostrando. Claro, à primeira audição pareceu extremamente pesado, principalmente comparando ao que esperara encontrar. O ano era 1997 e o Saxon viria em turnê para o Brasil. Não vi outro show do Saxon, a não ser o já citado, em 1998. Mas todos me falaram que perdi um super show em 1997 (falam também do show do Scorpions em 1994 – pelo menos esta banda eu cheguei a ver em 1997). Nem sei sobre os lançamentos do Saxon no período posterior a este álbum, mas já é esperado um novo álbum este ano de 2011. Mas &lt;i&gt;Unleash the Beast&lt;/i&gt; continua a ser um álbum que muito me agrada. Na época, a minha história com este álbum foi incrível. Nem lembro ao certo o que me motivou a comprá-lo, mas sem dúvida entrou para a minha lista dos álbuns mais interessantes.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2717972665425193677?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2717972665425193677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2717972665425193677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2717972665425193677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2717972665425193677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/10/saxon-unleash-beast.html' title='Saxon - Unleash the Beast'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-loavOYycUsM/To6O4UqDdqI/AAAAAAAAAzk/CCHPvD17qmY/s72-c/Saxon+-+Unleash+the+Beast.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4780458906104969936</id><published>2011-10-07T01:14:00.000-03:00</published><updated>2011-10-07T01:14:40.490-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Iron Maiden'/><title type='text'>Iron Maiden</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Uma das bandas mais famosas do mundo e nunca havia escutado com mais calma em toda a minha vida... Pois é uma das daquelas idiossincrasias das quais somos cometidos de quando em quando...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wTgLHYquFoo/To58AoxaStI/AAAAAAAAAzg/Dx3ov6VHVQI/s1600/Somewhere-in-time.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-wTgLHYquFoo/To58AoxaStI/AAAAAAAAAzg/Dx3ov6VHVQI/s320/Somewhere-in-time.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Porém, acabei de comprar um cd – sim, um &lt;i&gt;compact disc&lt;/i&gt;, como aqueles da década de 1990. Foi o &lt;i&gt;Somewhere in Time&lt;/i&gt;, simplesmente a segunda melhor capa do Iron Maiden e um disco excelente do começo ao fim. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Eu sou um fã das capas de discos – aqueles em vinil – do Iron Maiden. Acho os desenhos incrivelmente fantásticos. Assim como a capa de &lt;i&gt;Rest In Peace&lt;/i&gt;, do Megadeth, acho &lt;i&gt;Killers &lt;/i&gt;algo inacreditável de tão bem desenhado! Essa é a minha capa número um. E, claro, o disco também é. Não sou um fã de Dianno, mas o disco tem faixas que em minha adolescência curti de forma alucinada! Iron era, ao lado de Metallica, uma das bandas ícones da minha adolescência. Incrível como eu sou um fã de Black Sabbath e Ozzy – este um fã até das besteiras – e não fui um fã alucinado de Iron... Nunca entendi o porquê disso, mas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os cd’s ainda têm em mim um fascínio, um pouco diferente do vinil que lembra a infância – sim, eu curti o disco do Balão Mágico -, mas muito próximo. Acho que a ideia de álbum é ainda, para mim, uma ideia que poderia permanecer; a ideia de uma obra que tem em várias músicas, a continuidade. Hoje, ao passar na Livraria Cultura – dizem ser a maior da América Latina, na Avenida Paulista – vi o lançamento de uma caixa de cd’s do Pink Floyd, com aqueles álbuns que formaram o imaginário da minha adolescência – aquele disco com a vaca na capa; ia à Galeria do Rock e olhava os discos usados (vinil usado) e sempre aparecia este – todos remasterizados. Esta realmente é uma banda que continuo passando ao largo; do Pink Floyd continuo a curtir somente o &lt;i&gt;The Wall&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas voltando ao Iron Maiden, o fator atividade conta muito. Em 1990, aos meus incríveis 14 anos, lembro do lançamento do disco &lt;i&gt;No Player for the Dying&lt;/i&gt;, que meu tio comprou em K7 (será que alguém ainda lembra de K7?). Em 1992 fora lançado o &lt;i&gt;Fear of the Dark,&lt;/i&gt; e a banda tocava constantemente na MTV, que era assíduo telespectador (nem sei se era tão assíduo, pois vários programas nem lembro e muitos amigos falam ter sido os melhores anos da MTV...). E a banda segue, com a variação da saída de Bruce Dickinson e sua volta triunfal ao final dos anos 1990, junto com Adrian Smith - cujo show, Bruce Dickinson e Adrian Smith, tive o enorme prazer de assistir na pista de atletismo do ginásio do Ibirapuera em 1997 – produzindo sons com qualidade equivalente, mesmo que os fanáticos digam nem ser a mesma banda... Para quem é fã realmente há diferenças marcantes... Não poderei nuca discutir sobre isso... Mas ouvir um disco de 1986 e continuar a achar ele especial é porque realmente a força desta banda ultrapassou a barreira que todas as bandas almejam: a imortalidade clássica!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Poderia fazer um apêndice sobre o Metallica, cujo show recente no Rock in Rio não deixou dúvidas que é uma banda que tem um passado de peso e qualidade inquestionável. Porém, desde 1991 não consegui curtir nenhum álbum da mesma forma – sendo o Black álbum já algo a se questionar, mesmo eu tendo uma grande estima por este álbum (um dia poderia até escrever sobre ele em Diary of a Madman).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Bem, se alguém ainda tem dúvidas sugiro a audição de &lt;i&gt;Somewhere in Time&lt;/i&gt;. Como já falei por &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/12/jornalismo-cultural.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Alexander the Great&lt;/i&gt; é uma das faixas que admiro muito!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4780458906104969936?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4780458906104969936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4780458906104969936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4780458906104969936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4780458906104969936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/10/iron-maiden.html' title='Iron Maiden'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wTgLHYquFoo/To58AoxaStI/AAAAAAAAAzg/Dx3ov6VHVQI/s72-c/Somewhere-in-time.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1973881983666697973</id><published>2011-09-25T12:42:00.002-03:00</published><updated>2011-09-25T12:45:14.812-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Viena</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Certa vez fui assistir á uma aula na FAAP, junto com minha namorada da época, e a aula tratava da arquitetura de “um tal” de Albert Speer. Estuda no Mackenzie e até então não tinha tido nenhuma aula a respeito da estética e das intenções por trás da estética deste arquiteto. Na aula havia um texto base, de Luis Fernando Veríssimo, que trato de reproduzir abaixo, que, de tão hilário, foi inesquecível! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na aula foi passado um vídeo e, passados na época quase 50 anos da 2ª Guerra, a estética era mais do que factível de ser analisada com a devida isenção do tempo. Uma aula realmente daquelas que separam os cursos em superiores e outros...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por Luís Fernando Veríssimo: &lt;b&gt;Ach Viena!&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ach, Viena. Não é maravilhosa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Você é maravilhosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Não beije meu pescoço aqui. Coma a sua torta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Prefiro seu pescoço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Nein! Tome seu chocolate. Olhe, uma valsa! Vamos dançar? Traga a torta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Valsa, valsa, valsa! Não tocam outra coisa nesta maldita cidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Mas esta é a terra de Strauss.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Prefiro Wagner.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- E não é só Strauss. Esta é a terra de Mahler. E de Schönberg.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Quem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Schönberg. Ele está fazendo experiências maravilhosas com a música.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Pra você tudo é maravilhoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Viena é maravilhosa!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Seu pescoço é maravilhoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Pare! Estão nos olhando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Também, não sei por que você insiste em vir para estes cafés de calçada. Estão sempre cheios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Toda Viena vem aqui. Olhe. Lá está Karl Kraus!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Quem?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Vai dizer que você não conhece Karl Kraus?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Aposto que ele também é maravilhoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ele é mais do que maravilhoso... Ele é... Ele é... o espírito de Viena em pessoa!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Sei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Coma a sua torta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Estou cheio de torta. Vamos para o meu quarto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Já disse que não. E largue o meu joelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Eu sei. Você acha que ele é melhor do que eu. Você...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Olhe quem está passando. É Loos! Loos, o arquiteto!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Hruok.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Que foi isso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Um arroto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Assim é demais! Aqui estamos nós, numa tarde de verão, sentindo o perfume das vinhas do Wienerwald, no centro da cidade mais maravilhosa do mundo, a cidade de Musil, de Hofmannsthal, de Schnitzler, de Wittgenstein, de Klimt... e você arrota!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- O cheiro que eu sinto é o da decomposição do império.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Que bobagem. O que está acontecendo em Viena é uma revolução no espírito humano. Nós vamos mudar a Europa. Nós, em Viena! Estamos no limiar de uma era como nunca houve igual. De paz, de prosperidade, de criatividade, de alegria de viver. Uma era... maravilhosa! E você quer ir para o seu quarto imundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Está bem. Esquece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- É essa sua atitude. Você precisa mudar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Está bem, está bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Você fez o que eu pedi? Fez?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Está vendo só? Você diz que faria qualquer coisa por mim. Mas eu pedi para você ir ver o doutor Freud, para o seu próprio bem, e você não foi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Cheguei a ir até a porta, mas não entrei. Sei lá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ele está fazendo coisas milagrosas. Vem gente de toda a Europa consultá-lo. Foi uma dificuldade arranjar uma hora. Ele mudaria você. E você não foi. Depois ainda diz que me ama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Está bem. Se você marcar outra hora, eu vou. Juro. Eu...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ouça! É o Danúbio Azul! Não, esta nós temos que dançar. Se você não dançar comigo, eu danço com Kokoschka.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Com quem?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- O Kokoschka. Um estudante de arte que conheço. Está sentado ali.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Então vá dançar com o Kokoschka.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Você ficou magoado?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Vá dançar com o Kokoschka, já disse! Ele deve ser maravilhoso. E eu sou um pintorzinho de nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Adolf...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Vai. Vai. Mas um dia você vai se arrepender. Você ainda vai ouvir falar de mim! Vocês todos ainda vão ouvir falar de mim!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1973881983666697973?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1973881983666697973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1973881983666697973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1973881983666697973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1973881983666697973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/09/viena.html' title='Viena'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7622871815038445150</id><published>2011-09-22T02:16:00.002-03:00</published><updated>2011-09-22T02:21:21.750-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Coleção Grandes Arquitetos da Folha</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nMa8q_rffYg/TnrE3kOKhhI/AAAAAAAAAzc/LKSw29rdWMg/s1600/jean-nouvel-volume8.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-nMa8q_rffYg/TnrE3kOKhhI/AAAAAAAAAzc/LKSw29rdWMg/s1600/jean-nouvel-volume8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A Folha lançou recentemente a coleção Grandes Arquitetos com títulos monográficos sobre a obra de 18 arquitetos. Estão à venda nas bancas e com ótima qualidade de impressão e capa dura. Os livros trazem além de fotos, croquis e desenhos, pequenos textos sobre os arquitetos, alguns escritos pelos próprios arquitetos. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Os livros em sua maioria trazem arquitetos contemporâneos em atividade e, claro, arquitetos que mudaram o panorama da arquitetura moderna, tais como Le Corbusier, Mies van der Rohe, Alvar Aalto e Frank Lloyd Wright. Logicamente, Oscar Niemeyer não poderia faltar, já que além de sua importância mundial, uma coleção lançada no Brasil sem o arquiteto brasileiro mais conhecido no mundo seria bastante estranho, ainda mais que a coleção pretende ser para leigos. Além do mais, bastaria ver que a grande maioria dos arquitetos foram laureados com o maior prêmio da arquitetura mundial, o Pritzker, como o próprio Niemeyer em 1988, Álvaro Siza em 1992, Tadao Ando em 1995, Rafael Moneo em 1996, Renzo Piano em 1998 e Norman Foster em 1999. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Dentre todos os arquitetos, o único que não conheço é o do volume 18, Kengo Kuma. E ainda não tive tempo de procurar suas obras. Acredito que dentre estes volumes faltaria um a respeito de Rem Koolhas e, mesmo não sendo um apreciador da obra, um sobre Frank Gehry. Talvez também sobre os suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, por conta de suas recentes obras para as olimpíadas na China e copa da Alemanha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;Os volumes são em ordem:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;1 – Frank Lloyd Wright&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;2 – Renzo Piano&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;3 – Oscar Niemeyer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;4 – Antoni Gaudi&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;5 – Le Corbusier&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;6 – Santiago Calatrava&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;7 – Norman Foster&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;8 – Jean Nouvel&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;9 – Tadao Ando&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;10 – Steven Holl&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;11 – Dominique Perrault&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;12 – Mies van der Rohe&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;13 – Zaha Hadid&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;14 – Rafael Moneo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;15 – Álvaro Siza&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;16 – Alvar Aalto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;17 – David Chipperfild&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;18 – Kengo Kuma&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7622871815038445150?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7622871815038445150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7622871815038445150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7622871815038445150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7622871815038445150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/09/colecao-grandes-arquitetos-da-folha.html' title='Coleção Grandes Arquitetos da Folha'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nMa8q_rffYg/TnrE3kOKhhI/AAAAAAAAAzc/LKSw29rdWMg/s72-c/jean-nouvel-volume8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8881344914536353690</id><published>2011-09-22T01:10:00.002-03:00</published><updated>2011-09-22T02:20:47.769-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>O São Paulo e o Corinthians</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, serif;"&gt;Começar a escrever novamente no blog falando de um jogo sem lá grandes emoções, um oxo, como escreveu Daniel Piza outro dia (&lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/daniel-piza/oxo-chocho/"&gt;aqui&lt;/a&gt;), nada tem a ver com o futebol propriamente dito. O Campeonato Brasileiro está bastante interessante, mesmo sem lá grandes jogos memoráveis. O Corinthians liderou por mais tempo até agora, mas o Flamengo, o Vasco, e hoje o São Paulo passou a liderança. No fundo no fundo, o oxo foi bom para ambos os times. Melhor para o São Paulo, mas o fato de ficar mais distante do Botafogo é sempre bom para o Corinthians. Mas é claro que eu estava ansioso por uma vitória do Corinthians... E sua retomada à liderança.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, serif;"&gt;Escrever como torcedor é sempre bom. Escrever sempre é bom. Assim como a leitura, o ato de escrever exercita muitas outras formas de expressão e de desinibição, além de também ser uma boa fonte de distração. Ultimamente venho ficando tenso ao assistir os jogos, por serem cada vez menos interessantes e mais burocráticos. Mas este eu só vi uns trechos e o que vi não deu para sequer tirar meu sono. Esta realmente faltando jogar bola nesse campeonato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8881344914536353690?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8881344914536353690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8881344914536353690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8881344914536353690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8881344914536353690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/09/o-sao-paulo-e-o-corinthians.html' title='O São Paulo e o Corinthians'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2139774275816125767</id><published>2011-07-18T01:12:00.000-03:00</published><updated>2011-07-18T01:12:39.474-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>O Efeito Orloff continua!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há mais de três anos publiquei o texto da Newsletter do Instituto de Engenharia, de autoria do ex-presidente Edemar de Souza Amorim. Recebo de vez em quando algum comentário desrespeitoso e muitos comentários a respeito de determinada frase: “&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222;"&gt;Para completar, o governo federal deve deixar a política eleitoreira fora dos corredores da Petrobrás e aumentar o preço da gasolina, pois o maior inibidor dos deslocamentos supérfluos é custo do quilômetro rodado.” &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;(texto completo &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/05/o-efeito-orloff.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Todo mundo escreve que o preço da gasolina já é um absurdo, etc, etc e etc. Mas vamos ser bastante claros em relação à tese defendida no texto. Mesmo com o valor absurdo existem cada vez mais carros na rua e menos gente reclamando por transporte público de qualidade. Teve, anos atrás, propaganda de uma fábrica de motos que falava sobre o valor da passagem do ônibus e da parcela da moto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Eu não concordo com a idéia do aumento da gasolina, acho que não é uma solução consistente, e gostaria que o valor da gasolina fosse mais baixo. Mas em relação à tese defendida no texto, parece-me bastante evidente que uma coisa está ligada a outra. Eu andaria de ônibus e metrô, se este fosse realmente mais confortável e mais rápido, principalmente à noite. Como faço horários alternativos de trabalho, já fiquei por mais de uma hora para fazer o trajeto que de carro leva 10 minutos. E a pé é perigoso. As ciclovias seriam ótimas alternativas, se existissem chuveiros nos escritórios... Num país tropical, andar de bicicleta de calça, camisa... Nem preciso falar a respeito... As soluções estão dadas. Se a resposta é lenta, é outro problema. E quanto a estes outros problemas, principalmente a respeito dos governos que não fazem obras de infra-estrutura, eu digo que hoje se está bem melhor em termos de transporte público do que há 15 anos – por experiência própria. Agora, o valor das tarifas é compatível com os valores do resto, dos carros, da gasolina, dos pedágios, dos imóveis, dos aluguéis. Morar no Brasil é caro mesmo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Sempre defendi menos governo e mais indivíduo e uma idéia de Estado Mínimo. Nesse caso, conformando a minha visão com a tese do texto de Edemar, a tese dele é até bem mais realista do que imagino e tenho como norte. Em muitos momentos sinto alguns de seus preceitos sendo aplicados gradativamente nas cidades. Fico feliz de um texto publicado num blog periférico como o meu ter causado algum momento de reflexão e por terem me escrito uma mensagem. Mas fico muito mais curioso ainda em saber como a pessoa achou esse texto e o meu blog. Quais foram os critérios de busca, quais foram as suas expectativas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #222222; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Entendo que é um assunto amplo e de muita reflexão. E realmente não há ainda soluções consolidadas. O mais interessante é, como arquiteto estudioso da história da arquitetura, sou conclamado a dar tais soluções. Como se o fato de ser arquiteto me desse o direito e o dever de ter soluções para tudo... e estas sempre definitivas...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2139774275816125767?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2139774275816125767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2139774275816125767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2139774275816125767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2139774275816125767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/07/o-efeito-orloff-continua.html' title='O Efeito Orloff continua!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5990957833286040867</id><published>2011-06-02T01:28:00.001-03:00</published><updated>2011-06-02T01:30:19.968-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Mudando um pouco... Mas não muito!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Bom fazer mudanças no layout do blog. Diga-se de passagem, parece que há muito mais recursos. Mas gosto deste ar meio conservador. No início tinha o fundo escuro. Muitas pessoas me disseram que fica ruim para ler. Mudei pra branco e nunca mais mexi. Na minha área – a arquitetura – o fundo escuro é comum graças ao AutoCAD. Mas acho que é só o CAD mesmo... Bem, este é o novo layout do blog. Apresentado!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5990957833286040867?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5990957833286040867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5990957833286040867' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5990957833286040867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5990957833286040867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/06/mudando-um-pouco-mas-nao-muito.html' title='Mudando um pouco... Mas não muito!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6890972828670699220</id><published>2011-06-01T23:23:00.008-03:00</published><updated>2011-06-02T00:53:00.871-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ozzy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eric Clapton'/><title type='text'>Eu sou Ozzy...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 285px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613462286622635970" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-LCFKsZWEFv0/TecGNVIxt8I/AAAAAAAAAzU/jYzLVEwqLTI/s320/eu%2Bsou%2Bozzy.jpg" /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Nada melhor do que voltar ao meu blog com uma postagem da, como poderia chamar, lenda da minha adolescência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Dia destes, estava eu na livraria e olhei para o livro &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Eu Sou Ozzy&lt;/i&gt; e me alegrei de tal maneira a poder saber a vida desta lenda contada por ele mesmo. Ao menos o que ele lembra, segundo ele mesmo no prefácio do livro. A vida de Ozzy Osbourne é sem dúvida algo de muito interessante. Ainda não escutei seu último álbum – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Scream&lt;/i&gt; -, mas se seguir a linha de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Black Rain&lt;/i&gt; tenho a ligeira impressão que não me impressionarei... Tanto o novo álbum quanto a autobiografia são lançamentos de 2010. Porém, como nada havia pronunciado até então, para mim ainda é novidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Poderia divagar a respeito falando da grande quantidade de informação e tudo mais, mas não; o que ocorreu mesmo foi total falta de tempo. Estou só agora em 2011 retomando projetos que estavam simplesmente parados. Um dos projetos é arquitetar um caminho para o blog. Sinto de muitos leitores discretos que não tem nada sobre arquitetura neste blog. Pois bem, a ideia era mesmo ter de tudo e um dia encontrar um caminho. Comecei a escrever em 2007 e em quatro anos ainda não encontrei o eixo e acho que eu gosto de ter este espaço para escrever sobre tudo, sobre o que é o amor, sobre o que nem sei quem sou... (não, não, chega!!!).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Voltando ao Ozzy, quero lembrar aqui que ao me dedicar a escrever minhas lembranças (pseudoauto biografia) dei o nome de um álbum de Ozzy Osbourne (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/01/diary-of-madman.html"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;). Naqueles anos, o que mais me chamava atenção – e até os dias atuais – é o guitarrista Randy Rhoads. No livro Ozzy dedica praticamente um capítulo a este episódio. Por sinal o único que li naquele dia na livraria. Passei por partes da infância de Ozzy e do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;reality show The Osbournes&lt;/i&gt;, o que eu acho – minha opinião – acabou com o mito Ozzy Osbourne e o deixou com uma popularidade um tanto quanto distante das letras que houvera escrito. Como falar de Ozzy do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;The Osbournes&lt;/i&gt; e pensar em um Ozzy que conhece Aleister Crowley (isso mesmo: da música Mr. Crowley)? Bem, agora me resta à dúvida se há citações a respeito das leituras que Ozzy teve. Quando li a autobiografia de Eric Clapton, ele citou escritores, como Kurt Vonnegut. Bem, logo que eu comprar e ler o livro voltarei a falar mais dele.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6890972828670699220?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6890972828670699220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6890972828670699220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6890972828670699220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6890972828670699220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2011/06/eu-sou-ozzy.html' title='Eu sou Ozzy...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LCFKsZWEFv0/TecGNVIxt8I/AAAAAAAAAzU/jYzLVEwqLTI/s72-c/eu%2Bsou%2Bozzy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6829801504647362123</id><published>2010-12-13T23:42:00.003-02:00</published><updated>2010-12-14T00:52:29.045-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Bêbados e loucos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Wittgenstein chama minha atenção a respeitos dos dois passageiros sentados nas longarinas do terminal de embarque do aeroporto. Um sujeito baixo, com uma protuberância abdominal avantajada, cabelos grisalhos e postura de um &lt;em&gt;nouveau riche&lt;/em&gt;, e seu provável colega de trabalho, alto, magro com cabelo militar. Pegaríamos os quatro o mesmo avião, até aquele momento aparentemente vazio. O ar de Vitória estava bastante agradável para o inverno que tinha saído pela manhã, na São Paulo gelada. Tinha passado um ótimo dia naquela cidade e encontrar com o amigo Wttt, a forma carinhosa que chamava o professor Wittgenstein, no saguão do aeroporto enquanto esperava a aeronave que substituiria a considerada “insegura” – como se algum avião fosse seguro – para irmos a Belo Horizonte. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Witt falava da falta de segurança da pista do aeroporto de Vitória, quando algo naqueles dois homens o desviava do assunto. Tinha acabado de lhe falar da minha ligeira má impressão dos aeroportos Santos-Dumont e Congonhas, com suas pistas curtas e suas histórias de acidentes, quando também comecei a fitar aqueles dois homens. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Witt era um observador nato. Pelos sapatos conseguia dizer se o homem poderia ter ou não algum desvio de coluna. Se tivesse se dedicado a medicina com certeza teria sido um grande médico, mas acabou por preferir as letras e confeccionar seus poemas quase enigmáticos e dar as melhores aulas a respeito de William Shakespeare que alguém poderia assistir. Se não fosse por Witt muito provavelmente não estaria hoje participando destas visitas maravilhosas a novos escritores e entender como eles trabalham; suas manias, suas superstições. O trabalho de um jornalista é para alguns o divertimento, uma vida de badalações e ostentações, mas sempre esquecem que há muito trabalho para selecionar e compreender o que se pode e o que não se pode mostrar, o que faz a audiência subir e é supérfluo, e o que é essencial e ninguém se interessa. As entrelinhas são, em muitos casos, horas e mais horas de preparação, leituras, cursos e um sem fim de paciência, para às vezes meia hora de um papo fútil. Certa vez, um jornalista famoso disse que nossa profissão era separar o joio do trigo, mas ficar só com o joio... Mas Wiit não era jornalista. Era um dos que ninguém queria saber, e inúmeros poetas famosos o citavam como inspiração máxima. Era o Sergio Mendes no Brasil sem a carreira internacional. Mas um bom sujeito, de papo interessantíssimo, culto, refinado e mais que tudo: simples de coração.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas olhávamos aqueles dois sujeitos e praticamente não trocamos mais nenhuma palavra. Eu os observava na ânsia de entender o que se passava para chamar a atenção dessa forma de Witt. E ele os olhava, olhava e nada. Nenhuma palavra. Eu os via, olhava para a camisa listrada com a ostentação daquele crocodilo bordado que não deixava suspeita de se tratar de uma ostentação, podendo até mesmo ser uma falsificação, e nada via de interessante.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Reparo nesta hora a passagem de outro ilustre capixaba de nascimento, mas paulista de todo sempre, indo para o outro terminal com destino a cidade que moramos. O havia encontrado na rua outro dia. Cumprimentei-o naquele dia, mas parecia estar um tanto alterado pelo consumo de álcool. Agora estava mais sereno. Fitei-o sem a intenção de deixar de fazer a minha observação a aqueles dois homens para cumprimentá-lo. Certa feita, quando apertou minha mão pela primeira vez, achei que havia recebido fluxos mágicos de sua energia pulsante e que tudo, dali para frente, seria diferente. Nada... Tudo continuou igual, mas que sua imagem ainda permeia meus pensamentos permeia. Numa outra ocasião, este mesmo ilustre capixaba de nascimento, estava recebendo um dos maiores prêmios que um artista pode receber e estava feliz, falante, simpático, alegre. Foi muito bom vê-lo aquele dia. Noutra ocasião, que estava rodeado de “insufladores”, passei sem dar-lhe nem um aceno. Um livro sobre sua obra está entre os que mais tenho apreço, assim como também aprecio suas obras. Mas estava ele também naquele aeroporto, naquele mesmo dia.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Havia estado somente uma vez em Vitória, de passagem, para uma cidade muito conhecida por conta de seu filho mais ilustre. Mas Vitória está no meu coração. Assim como outros estados do Brasil, aquele foi um dos que sempre tive curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Quando estudava na Europa, durante minha primeira pós-graduação, um rabino protestante budista me disse acham um absurdo um banco se chamar Espírito Santo. Mas, disse ele, que depois que descobriu que há um &lt;em&gt;pueblo&lt;/em&gt; no Brasil com este nome, entendeu o nome do tal banco. Nem perdi meu tempo de explicar-lhe que era um estado e não um “povoado” e que o tal banco era europeu, português, e não brasileiro. Mas ficou na minha imaginação aquele estado da região sudeste que ainda não conhecia. Já havia ido uma porção de vezes para as Minas Gerais, e duas vezes para o Rio de Janeiro, mas não havia ido para o Espírito Santo, até surgir esta primeira oportunidade. Havia ido uma semana antes para o Rio de Janeiro, mais especificamente para Volta Redonda, e agora conseguia ir novamente para o Espírito Santo e mais que tudo, ficaria em Vitória mesmo. Certo que no mesmo dia, ao anoitecer, embarcaria para Belo Horizonte, mas só o fato de poder conhecer a capital do estado me deixou bastante contente. Como sempre, ao visitar uma capital, tento saber de seus museus e principalmente de suas bibliotecas. No Rio de Janeiro ainda não fui à Biblioteca Nacional, mas numa próxima oportunidade lá estarei, assim como numa certa livraria onde tudo acontece.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas os dois homens estavam eufóricos. Estavam conversando sobre o que serviriam no avião. Notei que a ansiedade dos dois estava na possibilidade deste vôo noturno oferecer bebidas alcoólicas. Notei então que Witt prestava atenção em como estavam em solo, para tentar entender ao máximo suas possíveis reações ao consumo de álcool durante o vôo. Notei então que o que interessava a Witt estava na possibilidade de perda do controle e a exaltação dos sentimentos, da selvageria talvez, que surgisse naqueles dois após o consumo de álcool nas alturas dos céus de Minas Gerais e do Espírito Santo. Pensei em como será ótimo estar longe de Witt dentro do avião. E mais que tudo, longe daqueles dois. Começava a me dar calafrios os três, os dois bêbados e o louco, fazendo uma arruaça no céu. Naquela altura, que tanto tenho receio. Fiquei feliz de poder sentar-me longe de Witt no vôo. Ele seria louco o suficiente de estimular aqueles dois a “realçar” suas sensações no céu. Witt era um louco, na verdade. Um inconseqüente. O que seria de mim e de outros passageiros, ou mesmo da tripulação, nessa quase macabra experiência sobre sensações? Achei melhor parar de pensar. Ainda passaria a noite toda em Belo Horizonte e muito provavelmente teria que estar bem para jantar com um editor local que me pegaria naquele aeroporto distante de tudo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Enfim começaram a chamar os passageiros para o vôo. Os três comissários falavam intensamente entre si sobre a Copa do Mundo, sobre as seleções com maiores possibilidades de vencer. Nem sequer deram conta do lhe esperavam. Começaram a chegar passageiros sabe-se lá de onde e o avião começou a ficar lotado. Fui um dos primeiros a entrar e pedi aos pilotos se poderia entrar na cabine. Foi a primeira vez que me permitiram e explicaram todos os relógios e luzinhas para mim. Ao retornar ao assento o avião parecia bem lotado. Pensei em como seria agora ainda mais difícil para a tripulação controlar aqueles dois, depois do álcool. Quase falei aos pilotos o que estava por acontecer, mas não poderia precisar com total convicção que isso fosse algo realmente importante.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Já no meu assento, pensava agora na pista do aeroporto. Por que Wittgenstein me falou sobre a falta de espaço dessa pista? Estava agora praticamente agarrado ao banco, olhando pela pequena janelinha o avião taxiando. É chegada a hora e o avião sobe, sem nenhum problema, sem nenhuma trepidação. Pego o meu caríssimo Saramago que havia comprado na lojinha do aeroporto pouco antes de me encontrar com Wittgenstein e retomo o primeiro capítulo. Logo seria servido o serviço de bordo e então já imaginava que não teria condições de voltar a ler o Saramago neste vôo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, como nem tudo são flores, começo a ver a movimentação dos comissários. Para minha sorte, a única bebida mais “exótica” a ser servida era o novo guaraná com açaí... Nenhuma experiência nova ao professor Wittgenstein. Pude ler prazerosamente o Saramago até a descida em Confins.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Na sala de desembarque, enquanto tomava o rumo da saída, encontro com Wittgenstein novamente e ele pergunta com a cara espantada: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Reparou naqueles dois?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6829801504647362123?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6829801504647362123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6829801504647362123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6829801504647362123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6829801504647362123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/12/bebados-e-loucos.html' title='Bêbados e loucos'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-583103542064828020</id><published>2010-10-10T17:49:00.003-03:00</published><updated>2010-10-10T20:45:34.495-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bon Jovi'/><title type='text'>17 anos depois...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em 1993 assisti pela primeira vez o Bon Jovi ao vivo. Em 2006, quando morava nos Estados Unidos, era para ter visto pela segunda vez. Na minha adolescência o Bon Jovi não era a minha banda predileta. Para ser mais exato, até hoje não é uma das bandas que mais gosto. Mas talvez seja uma das únicas daqueles anos que ainda está em atividade com a mesma formação. O show de 1993 foi um show bastante interessante à época, não tenho enormes lembranças, mas foi o show da turnê &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Keep the Faith&lt;/i&gt;. Lembro bem mais das músicas do álbum &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Slippery When Wet&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;New Jersey.&lt;/i&gt; Diria que gosto mesmo destes dois álbuns. Era o show de reunião da banda e Jon Bon Jovi cantou uma música de seu álbum solo: &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Blaze of Glory&lt;/i&gt;. Este álbum solo foi o único álbum que comprei até hoje do Bon Jovi. Era ainda em vinil, no longínquo ano de 1991. Ainda hoje gosto muito das faixas &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Miracle&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Santa Fe&lt;/i&gt;. É um álbum bem divertido e gosto de escutá-lo de vez em quando até hoje.&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TLJP4Q-oe-I/AAAAAAAAAzE/efdAzgYeHKU/s320/jon_bon_jovi_blaze_of_glory.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 319px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526567520785955810" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Agora, 17 anos depois, nesta semana, tive o prazer de ver novamente a banda tocando. Agora o palco não era o estádio do Pacaembu, como em 1993, e sim o estádio do Morumbi. Não fiquei até o final do show, em virtude do horário avançado para uma quarta-feira e do meu cansaço pessoal, já que tinha chego de uma viagem de trabalho no dia do show. Soube depois que o show se estendeu por pelo menos uma hora depois da minha saída, com mais de três horas de duração. Mas tudo bem... Já haviam tocado as música que queria ouvir de novo... Para mim estava mais do satisfeito. Foi realmente um show que atendeu aos anseios de todos ali presentes. Um show que contemplou muito da carreira da banda, tocando os sucessos do passado e as músicas que fizeram sucesso já na década dos anos &lt;st1:metricconverter productid="2000. A" st="on"&gt;2000.  A&lt;/st1:metricconverter&gt; produção do show estava sensacional, com imagens impressionantes nos telões, inclusive até com a imagem projetada de Pelé e outras personalidades, durante uma canção. Os cinco elementos ainda sabem fazer 65 mil pessoas pularem...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Agora, que saudades de ver um show nos Estados Unidos... O brasileiro precisa entender que conforto não é nada de mais, e que o preço do ingresso deveria atender a isso. Eu tive que ver um show da escada e ter que empurrar as pessoas – diga-se suadas, sabe-se eu lá de que substâncias, pois tava uma temperatura de menos de 20ºC – para conseguir sair. Ou o brasileiro é realmente muito mal educado, ou a organização é muito ruim, ou as duas coisas... Sem contar que essa mania de ficar 100% do tempo de pé, na arquibancada, é algo um tanto quanto idiota... Num jogo de futebol, que são 90 minutos mais 15 de intervalo, todo mundo fica sentado durante a maior parte do jogo...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-583103542064828020?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/583103542064828020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=583103542064828020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/583103542064828020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/583103542064828020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/10/17-anos-depois.html' title='17 anos depois...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TLJP4Q-oe-I/AAAAAAAAAzE/efdAzgYeHKU/s72-c/jon_bon_jovi_blaze_of_glory.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4765743180263905078</id><published>2010-10-10T10:34:00.002-03:00</published><updated>2010-10-10T13:53:28.708-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Pra frente Brasil...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Dilma pode ser a primeira mulher a ser eleita presidente do Brasil. Ninguém sabe quem vai ganhar a eleição, nem mesmo os institutos de pesquisa afirmam seus números com convicção. A prudência parece ter aparecido depois dos resultados “estranhos” do primeiro turno, onde as urnas mostraram resultados bem diferentes dos dados das pesquisas – aparecendo hipóteses das mais diversas para explicar o inexplicável. Agora trabalham na hipótese da campanha de Dilma ter alguma fadiga e que Serra estaria fortalecido. Mas uma unanimidade é que Marina Silva foi o fator decisivo para se ter o segundo turno. Discordo em parte desse pensamento, mas com certeza sua terceira via foi importante para o debate democrático, aquele que Dilma e o PT não queriam – eles queriam é um debate entre Fernando Henrique Cardoso e Lula, que não concorrem nesta eleição e é um debate ainda por ser escrito e discutido, mas não é cacife eleitoral de nada e de nenhum dos dois candidatos, explico mais para frente este fato.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Porém, como a eleição está indefinida, vale ressaltar que a campanha está ainda muito aquém de outras eleições passadas. Outro dia ao perguntar para um amigo sobre quais eram as reais propostas de Marina Silva houve aquele mesmo vazio de que quando se pergunta quais os pontos positivos do governo Lula: o total discurso cinzento, cheio de temas gerais e poucos números e poucas reais propostas concretas. Marina ainda consentia em fazer plebiscitos sobre vários temas, inclusive o tema da moda do início da campanha do segundo turno, a legalização do aborto. Não há muita discussão desse tema, primeiramente porque se hoje fosse feito o tal plebiscito muitas das máscaras cairiam por terra – e os petistas sabem do que eu estou a falar. E mais uma derrota para as esquerdas no geral não está na pauta. Sempre é bom lembrar: a legalização do aborto é uma temática de esquerda, da esquerda atual, que também defende o casamento homossexual, a liberação das drogas, a repressão religiosa (poderia usar outro termo, mas nada é mais preciso como “repressão”, que é o que a esquerda quer ao proibir o uso de símbolos religiosos, seja onde for) entre outras temáticas que são o completo oposto das “incríveis” idéias marxistas universalistas. Hoje a esquerda tem uma agenda bem pouco universalista e bastante contraditória. É, deve ser por conta da queda do muro de Berlim e da extinção da União Soviética que os planos universalistas, da sociedade perfeita, se transformaram em causas assim tão pequenas e numa agenda a ser seguida com viés antidemocrático e defendida quase na ilegalidade (na verdade, nenhum partido de esquerda no Brasil fala destas temáticas de forma clara, obviamente – se não iriam ter menos votos ainda... E político no Brasil pensa antes nos votos do que nos princípios).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas deixando de lado “a verdade sobre a esquerda”, que todo mundo sabe, vamos ao ponto que me chama a atenção: estão novamente tentando abrir o debate sobre as privatizações. Outro dia, no vôo de volta para São Paulo, um senhor me disse que o Serra é a favor da privatização da Petrobras. Não li isso em nenhum lugar e tenho a carta de intenções de Fernando Henrique Cardoso da eleição de 2006, onde falava claramente que as privatizações da Petrobras, da Caixa e do Banco do Brasil nunca estiveram nos planos de governo do PSDB. Haviam falado a mesma coisa sobre Geraldo Alckmin naquela ocasião. Serra já foi contundente ao dizer que se fosse ruim Lula teve oito anos para reverter. Se não o fez é porque deve ter tido algum detalhe que ele não quer contar para nós, talvez por ser extremamente positivo ao PSDB... Minha posição neste tema é bem diferente. Sim eu sou a favor da privatização e do Estado Mínimo. Mas o PSDB não é... Quase um problema votar no Serra por conta disso. Sem contar que a lei sobre o cigarro, que é também bem popular, nada mais é que uma arbitrariedade. Mas tirando estes detalhes que eu vejo como negativos e a grande maioria da sociedade brasileira vê com bons olhos, Serra vai indo muito bem em seus discursos para as pessoas civilizadas... Basta agora falar aos selvagens...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em política, muitas vezes, o conceito maior, o que realmente conduz o debate político, tende a ser suprimido por uma avalanche de distorções, tanto de um lado como de outro. Enxergar estas qualidades intrínsecas leva além de muitos anos de democracia, muito mais discussão sobre a sociedade do que a campanha política é capaz de fazer. Hoje não se discute o que se quer para o Brasil. E não se discute isso desde o governo militar. O Plano Real, do governo Itamar Franco, idealizado e executado por Fernando Henrique Cardoso, levou o Brasil a um patamar mais avançado de discussões. O controle da inflação era situação primaria para que então se discutisse uma visão de Brasil. O Plano Real mostrou-se eficiente e conduziu a este debate, que além do PV – Partido Verde, não existe ainda sequer menção disso nos outros partidos. O DEM, antigo PFL, iniciou seu debate interno, mas ainda não tem sequer bandeiras assumidas e um plano de Brasil para defender. As universidades, os intelectuais e de forma geral o empresariado brasileiro, também não tem um plano, uma proposta. Parecem viver o dia-a-dia, na eminência de alguma luz. Uns fingem dizer que o Brasil se acertou no governo Lula, desprezando a etapa conseguida pelo Plano Real. E eis então que chego naquele momento de dizer o porquê nem Serra e nem Dilma são defensores de seus respectivos antecessores FHC e Lula: porque Lula é de certa forma o continuador da obra de FHC. Ou seja: desprezar que Lula é um governo de continuidade é o mesmo que dizer que tanto Dilma ou Serra farão mudanças estruturais... Não. Marina Silva estava correta: será a continuidade dos últimos dezesseis anos de governo - em todas as suas partes positivas e negativas. Não há planos, não há bandeiras, não há nada mais que melhorias e maquiagens, que politicagem e “gestão”, que negociações e tentativas de autoritarismos e a continuidade de um Brasil – país do futuro, que nunca chega...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Então qual seria a grande diferença entre Dilma e Serra? Como certa vez um professor nos alertou, fazendo uma alegoria musical, a diferença entre o PSDB e o PT não está partitura. A partitura é a mesma, mas o PSDB é um quarteto de cordas e o PT uma banda de pagode. São questões estéticas que os diferenciam, mas há duas macro-questões que me impedem de dizer que não haverá diferença na condução dos governantes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A primeira diz respeito ao saber conviver com a democracia. Serra e o PSDB sabem receber críticas e nunca saíram pautando jornalistas ou desrespeitando a constituição em detrimento de suas vontades e nem estão ligados a movimentos internacionais e dirigentes de outros países que ferem direitos civis e humanos. Além disso, nos anos de FHC, as agências reguladoras, órgãos de defesa institucional, foram fortalecidas e de certa forma houve maior fortalecimento institucional geral, o que dá transparência ao governo e ordem com critérios técnicos. Já Dilma e o PT tem suas ligações com líderes da América Latina com enfoque um tanto quanto pitoresco. Ligações internacionais que custaram ao Brasil desgaste desnecessário ao andamento da política externa. Na política interna, desgaste nas mesmas agências reguladoras e nas questões institucionais, criando um novo movimento, o Lulismo. Hoje o Lulismo, que pauta jornalistas, que esmaga a oposição de forma antidemocrática, é muito maior do que o Petismo. O populismo do governo Lula escurece o debate de idéias e fomenta as decisões tomadas no pior tipo de politicagem possível, a dos interesses privados. Os discursos não são claros quanto às suas intenções e contraditórios, estruturados para cada público ouvinte. Lula já foi o rei do etanol, agora o príncipe do petróleo do pré-sal. Dilma não mostra quais são suas idéias, é mais em cima do muro do que os tucanos já foram um dia. Faz defesa do governo Lula sem sequer citar os inúmeros casos escandalosos que inundam o aparelhamento petista do Estado, como se isso não fosse de sua responsabilidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A segunda macro-questão se baseia na condução da política econômica e do aparelhamento estatal. Como já citei, no governo Lula, Estado e partido se confundem e há pouca transparência. Os gastos do governo aumentam de tal forma a preocupar os cientistas econômicos quanto ao controle da inflação. Uma crise eminente é alarmada por muitos economistas, mas, se a economia mundial permanecer como está, sem mais crises e sem maiores tropeços, o Brasil deve continuar a crescer pouco e se desenvolver conforme o ritmo atual, que não é lá grande coisa - principalmente se compararmos o crescimento de países como China e Índia. Não se pode dizer que com Serra na presidência as crises não virão. Aliás, muito pelo contrário, as crises não escolhem dirigentes. Mas o ajuste fiscal defendido pelo PSDB parece ser mais apropriado e cauteloso do que o aumento dos gastos público defendido por Dilma. Não se espera uma crise, mas se alguma atitude impopular não for tomada, tanto de Dilma como de Serra, tentando quebrar o tripé econômico hoje formado de altos juros, alta carga tributária e baixo investimento estatal, será o caos em alguns anos. Lula foi relapso a esta situação, herdada também de FHC. Nesse quesito Serra tem mais experiência administrativa e já era crítico destas medidas em 2002. Outra situação que para Dilma e o PT pode custar muito caro é o apoio do PMDB. Nas disputas de cargos e outras políticas, isso pode gerar dificuldades homéricas na realização de ajustes fiscais.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em suma, para que arriscar a continuidade de governo com maiores riscos de descontrole a um novo que já demonstra saber onde há problemas e que pode ser mais eficiente? Sim, vamos com Serra, pra frente Brasil! Mesmo porque a oposição durante o governo FHC era muito mais aprimorada e as discussões muito mais interessantes... Não vejo a hora de começar a perturbar o governo Serra! O desastre que Dilma pode representar – que tem a mesma possibilidade de dar certo quanto se ganhar na loteria – é muito mais arriscado que apostar em um político que já era a mudança em 2002. Logicamente, a memória fraca do brasileiro não recorda que em 2002, se FHC fosse candidato, também teria ganhado a eleição... O terceiro mandato seria dado pelo povo brasileiro a FHC, que, como defensor da democracia, não avançou neste sentido – o qual Lula quis sim, só não foi à frente porque ainda há oposição. Serra já defendia muitas mudanças fiscais que faziam parte do programa de governo de Alckmin. Lembrem-se na hora de votar: em 2006 o PSDB não foi convincente em apresentar as deficiências de Lula e perdeu uma eleição com um escândalo muitas vezes maior que o que derrubou Collor. Agora, em 2010 há uma candidata que ninguém sabe ao certo quem é e o que pensa, nem muito menos o que vai fazer. Muito diferente de Lula que estava em sua quarta eleição, Dilma não representa nem sequer a maioria no PT, que agoniza sem nomes fortes para a sucessão nos estados e municípios - assim como praticamente todos os partidos no Brasil. Aliás, isso é uma constância no debate político atual.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por fim, Dilma pode ser eleita a primeira mulher a ser presidente do Brasil. Isso não muda nada, não diz nada e nem sequer está na pauta além da campanha política que nada tem a dizer. A página em branco da capa de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Veja&lt;/i&gt; na semana passada é realmente algo mais do importante para o Brasil; é o símbolo máximo dessa eleição, em que os candidatos nada dizem a não ser que vão continuar a fazer o que fazem ou faziam.... Nada novo, nada que faça realmente acender uma nova vela de esperança no debate político brasileiro. Cabe aos anos Lula a divisão do Brasil entre ricos e pobres, fomentando a divisão social que custa cada vez mais caro ao contribuinte brasileiro, fazendo com que o Brasil seja ainda um país em que o governo tenha que por a mão em tudo, fazer tudo, tirando do povo brasileiro sua capacidade de agir sozinho. Governos não geram riquezas. Governos não dão empregos. Quem faz isso é a iniciativa privada que é cada vez mais dificultada de se estabelecer por conta da ação da pesada carga tributária quanto da convulsão social desenfreada, como o aumento da violência. Tanto Dilma quanto Serra não vão mudar isso. Em suma, a partitura é sempre a mesma... Dá certa preguiça de publicar este tipo de texto... Defender a candidatura Serra é algo como fazer a barba e cortar o cabelo; a cabeça fica mais bonita, mas continua sendo a mesma...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4765743180263905078?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4765743180263905078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4765743180263905078' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4765743180263905078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4765743180263905078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/10/pra-frente-brasil.html' title='Pra frente Brasil...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-3510792481082872824</id><published>2010-10-01T02:02:00.003-03:00</published><updated>2010-10-01T02:18:09.722-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Lançamento e a minha curiosidade...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522942250090058770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 251px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TKVutvOdVBI/AAAAAAAAAy8/KmlDYsIdp2E/s320/Vida+Intelectual.jpg" border="0" /&gt;Há pouco tempo houve uma série de livros de inúmeros autores lançados durante a FLIP – Feira Literária Internacional de Paraty. Porém, um lançamento, que ainda não sei ao certo como foi, me chama muito a atenção por pura curiosidade. Este é o livro do padre Sertillanges, A&lt;em&gt; Vida Intelectual&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho curiosidade por este livro há um bom tempo, porém, não havia uma edição em português nova. E nem antiga, na verdade. Achei um pdf há um bom tempo. Mas, como lia na coluna de Lya Luft, ainda não temos um modo de ler na tela da mesma forma como lemos nossos livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta edição já está na minha lista de compras. Não consigo falar mais sem ter lido o livro, mas a indicação foi tal que não me contenho em iniciar o mês de outubro falando sobre mais um livro. E, claro, falando mais de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho pensando em “o que falariam de mim” ao falar de mais um livro que deverá ser daqueles que só eu conheço ou quem mais conhece já leu e nada mais eu posso acrescentar. Na verdade isso não me importa, pois quem já leu este livro – e alguns outros que tratei aqui – me dá um apoio que me é mais do importante, principalmente pelo período em que passo atualmente, cheio de coisas e novidades, e nada consigo escrever aqui...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este mês tenho a ambição de voltar a escrever – no blog - todos os dias. São mais de 700 postagens nestes mais de 3 anos de blog.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-3510792481082872824?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/3510792481082872824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=3510792481082872824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3510792481082872824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3510792481082872824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/10/lancamento-e-minha-curiosidade.html' title='Lançamento e a minha curiosidade...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TKVutvOdVBI/AAAAAAAAAy8/KmlDYsIdp2E/s72-c/Vida+Intelectual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2148002787855920415</id><published>2010-09-12T17:44:00.003-03:00</published><updated>2010-09-12T18:02:00.556-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Sobre as coleções de livros...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Poucos meses atrás a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Abril&lt;/i&gt; lançou uma série de clássicos da literatura, com ótimo acabamento, conforme comentei &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/bons-livros-na-banca.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. É, basicamente minha segunda coleção de livros. A primeira foi uma que ganhei do jornal &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;O Estado de São Paulo&lt;/i&gt;, contendo 20 volumes. Acabo de ver que a &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Folha&lt;/i&gt; lançará, no próximo domingo, dia &lt;st1:metricconverter productid="19, a" st="on"&gt;19, a&lt;/st1:metricconverter&gt; coleção &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Livros que mudaram o Mundo. &lt;/i&gt;É uma coleção interessante se não fosse por alguns volumes que lá estão simplesmente para preencher espaço. Os títulos da colação da &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Abril&lt;/i&gt; tratavam da literatura mundial trazendo clássicos a um preço realmente satisfatório. Alguns até bastante difíceis, pois já em edições esgotadas. Já da &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Folha&lt;/i&gt; alguns dos volumes são realmente desnecessários, ou melhor, estão na minha listinha de que um dia, se tiver tempo, não tiver outros livros na fila, nem nada mais importante, os leria. Alguns são interessantes, mas mesmo assim não recomendo o investimento, principalmente por não saber a qualidade da publicação. Sem contar que há edições condensadas e parece ser uma coleção burocrática demais. Vejam os títulos selecionados:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Origem das Espécies - Darwin&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Príncipe e Escritos Políticos - Maquiavel&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Interpretação dos Sonhos - Freud&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Riqueza das Nações (ed. condensada) – Adam Smith&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Apologia de Sócrates, O Banquete e Fedro - Platão&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Discurso sobre o Método e Princípios de Filosofia - Descartes&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Utopia – Thomas More&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Metafísica dos Costumes - Kant&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Principia - Princípios Matemáticos de Filosofia Natural (livro III) – Isaac Newton&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Livro Vermelho – Mao Tse-Tung&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Política - Aristóteles&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Confissões – Santo Agostinho&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O Capital (ed. condensada) – Karl Marx&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Do Contrato Social - Rousseau&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pensamentos - Pascal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Democracia na América – Alexis de Tocqueville&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cândido ou O Otimista - Voltaire&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Bíblia Sagrada &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Alcorão Sagrado &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Discursos que mudaram o Mundo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Já os 35 volumes da Abril (já que são edições completas, muitos dos títulos tem dois volumes):&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Crime e castigo, V.1 - Fiódor Dostoiévski&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Crime e castigo, V.2 - Fiódor Dostoievski&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Madame Bovary - Gustave Flaubert&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O retrato de Dorian Gray - Oscar Wilde&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A divina comédia – Inferno - Dante Alighieri&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os sofrimentos do jovem Werther - J. W. Goethe&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O engenhoso fidalgo D. Quixote da Mancha, V.1 - Miguel de Cervantes&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O engenhoso fidalgo D. Quixote da Mancha, V.2 Miguel de Cervantes&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Hamlet, Rei Lear e MacBeth - &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;William Shakespeare&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ilusões perdidas, V.1 - Honoré de Balzac&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ilusões perdidas, V.2 - Honoré de Balzac&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Orgulho e preconceito - Jane Austen&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O primo Basílio - Eça de Queirós&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Moby Dick, V.1 - Herman Melville&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Moby Dick, V.2 - Herman Melville&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O falecido Mattia Pascal - Luigi Pirandello&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O homem que queria ser rei e outras histórias - Rudyard Kipling&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os lusíadas - Luís de Camões&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A metamorfose - Franz Kafka&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outra volta do parafuso - Henry James&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O assassinato e outras histórias - Antón Tchekhov&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O morro dos ventos uivantes - Emily Brontë&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mensagem - Fernando Pessoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Coração das trevas - Joseph Conrad&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O vermelho e o negro - Stendhal&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Cândido - Voltaire&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os Malavoglia - Giovanni Verga&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os sertões, V.1 - Euclides da Cunha&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os sertões, V.2 - Euclides da Cunha&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Contos de amor, de loucura e de morte - Horacio Quiroga&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Infância - Maksim Gorki&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Grandes esperanças - Charles Dickens&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;No caminho de Swann - Marcel Proust&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Odisséia – Homero&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Toda coleção acaba por repetir alguns dos volumes, como se pode ver que Cândido, de Voltaire, aparece nas duas. Minha primeira coleção foi em 1997, como disse acima, presente do &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Estadão&lt;/i&gt;. Chamava &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Ler é Aprender&lt;/i&gt; e guardo esta coleção com muito carinho, mas tratava de clássicos da literatura brasileira e portuguesa. Seus títulos eram:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Espumas Flutuantes - Castro Alves &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Dom Casmurro - Machado de Assis &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O primo Basílio - Eça de Queirós &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Contos novos - Mário de Andrade &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O noviço - Martins Pena &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A relíquia - Eça de Queirós &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Auto da barca do inferno - Gil Vicente&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Amor de perdição - Camilo Castelo Branco&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fogo morto - José Lins do Rego&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Quincas Borba - Machado de Assis&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Senhora - José de Alencar&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Memórias de um sargento de milícias - Manuel A. de Almeida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Poemas escolhidos - Fernando Pessoa&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O ateneu - Raul Pompéia&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O cortiço - Aluísio Azevedo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A moreninha - Joaquim M. de Macedo&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Policarpo Quaresma - Lima Barreto&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Poesia brasileira – coletânea&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Brás, Bexiga e Barra Funda - A. Alcântara&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Como se pode ver, houve a repetição de dois títulos, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;O Primo Basílio&lt;/i&gt; e&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt; Memórias Póstumas de Brás Cubas.&lt;/i&gt; Dois clássicos que acabam por permear as discussões literárias, que não poderiam mesmo estar fora das duas coleções. Ao se pensar nas coleções, sempre haveria mais algum título a complementar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Eu realmente gosto de coleções. Já tive outras coleções, mais não fui &lt;st1:personname productid="em frente. Acho" st="on"&gt;em frente. Acho&lt;/st1:personname&gt; que estas, que faço uso por realmente ter um grande apreço pela literatura, faz muito mais sentido.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Lia esta semana um artigo de Lya Luft, na revista Veja, que falava sobre o livro eletrônico. Falava sobre a discussão sem fim, de que o livro, impresso, vai acabar. No fundo concluía que por enquanto não deve acabar... Cois amais do que óbvia, bastava ver o tamanho das livrarias existentes. Se alguém lembrar, basta ver que os espaços para CD´s e discos de vinil nas lojas é muito menor do que era a coisa de &lt;st1:metricconverter productid="5 a" st="on"&gt;5 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 10 anos atrás -&lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt;  &lt;/span&gt;no caso do vil, coisa de 20 anos. A diferença dos livros, é que CD´s, LP´s, DVD´s e outros necessitam de aparelhos para serem reproduzidos, enquanto que os livros há alguns séculos permanecem um tanto quanto semelhantes... são produtos prontos... Se tira da estante e lê.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2148002787855920415?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2148002787855920415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2148002787855920415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2148002787855920415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2148002787855920415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/09/sobre-as-colecoes-de-livros.html' title='Sobre as coleções de livros...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4588402635706479336</id><published>2010-09-12T12:11:00.002-03:00</published><updated>2010-10-10T10:33:59.830-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Guterman genial!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Poucas foram as vezes que publiquei aqui no blog um artigo completo, mas Marcos Guterman conseguiu, com poucos parágrafos, expor o que talvez demorasse algumas páginas e não sei se conseguiria com tanta precisão. Se eu tenho uma opinião claramente contrária ao rumo que seguem estas eleições – e ainda não tive tempo de escrever por aqui – Guterman pegou um dos mais importantes aspectos e que considero de suma importância na transição democrática entre partidos democraticamente representados. Se há algo de positivo nesta eleição, já foi também demonstrada pelos números e por discursos como da candidata verde Marina Silva e de Plínio de Arruda Sampaio. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Explico: Maria Silva faz um discurso trazendo a continuidade dos avanços dos últimos 16 anos e a mudança do que não concorda, o que faz com que seja a “terceira opção” e pela primeira vez o PV (Partido Verde), único partido com características internacionais existente no Brasil – o que me faz pensar que ainda há algo de normal no Brasil – consegue ter um candidato representativo. Não, não vou votar na Marina, mas isso não impede de falar que sua candidatura é algo positivo ao processo democrático. Sobre Plínio de Arruda Sampaio, os números da pesquisa de intenções de voto mostram que sua participação nos debates se dá por puro respeito à sua pessoa – sua biografia e sua idade – e não às suas idéias políticas, que a população nem sequer quer saber. Isso é positivo do ponto de vista que seu discurso acabou e não há mais espaço para aventuras políticas radicais. Por mais que Dilma pareça uma radical, por sua falta de postura ao responder perguntas – parece sempre estar nervosa e que todas as perguntas estão sendo feitas para atacá-la – sempre há Plínio para nos lembrar que tudo pode ser pior...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Que coisa, não falei de Serra... Bem, o que falar sobre um dos maiores fenômenos incompreendidos da política brasileira que se tem idéia? Como pode estar em situação tão lamentável um candidato que tem a biografia que tem? Foi um bom governador do Estado de São Paulo, afinal, seu índice de aprovação passa dos 50% de bom e ótimo. Tem o que se precisa para ser um chefe de Estado: postura ética, experiência administrativa, um grupo de apoio com pessoas de bom senso e bom nível técnico administrativo e, o mais importante, não é uma unanimidade. Isso significa que sabe conviver com o espírito democrático. Só isso já valeria todos os seus defeitos. Se sua campanha de TV fosse boa – o que não é – estaria se evidenciando a falta de qualidade dos seus oponentes. A campanha de Dilma não consegue falar do impossível – suas qualidades e do governo Lula (a não ser que minta, distorcendo os números) – então sobra destacar os defeitos dos opositores. Índio da Costa, vice de José Serra, foi a melhor presença desta eleição. Espero que consiga em alguns anos formar um grupo político que represente alguma novidade no cenário nacional. Assim como Sarah Palin foi o que houve de melhor na eleição de Obama, Índio da Costa se torna um nome forte para representar uma novidade para a política brasileira, que já apresenta, como Guterman escreve abaixo, um esvaziamento do discurso político. Só lembrando o que li na &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;The Economist&lt;/i&gt; meses atrás: José Serra seria o melhor presidente que o Brasil pode não ter...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Por Marcos Gurterman&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;Médici, Lula e a tiriricarização da política&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Em seu twitter, Alncelmo Gois, colunista de O Globo, fez uma observação muito pertinente: “Lula é um democrata. Médici era ditador. Mas o clima de Brasil grande e de desinteresse pela política é o mesmo nos dois governos”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A comparação é inevitável. O que aproxima Lula e Médici é um projeto de unanimidade, fundamentado na ideia de que é preciso união nacional para atingir o objetivo de transformar o Brasil numa grande potência. O resultado disso tudo, tanto nos anos 70 como agora, é o esvaziamento do discurso político, de que a candidatura de Tiririca é apenas seu mais símbolo mais grotesco.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Pior: a oposição é vista como algo danoso ao país. Médici dizia que era necessário “mobilizar a vontade coletiva para a obra do desenvolvimento nacional” e que, embora a unanimidade fosse algo “incompatível com o regime democrático”, o ideal era “compreender que a pátria é uma só” quando estivessem em jogo “os supremos valores da liberdade, do desenvolvimento e da segurança”. Já Lula é mais prático: chama os opositores simplesmente de “turma do contra, que torce o nariz contra tudo o que o povo conquistou nos últimos anos”, como se esses recalcitrantes não fizessem outra coisa a não ser atrapalhar a marcha brasileira rumo a seu destino manifesto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A invenção de Dilma não é senão a melhor expressão dessa arrogância: afinal, no melhor estilo populista, Lula concluiu que o mundo político tradicional (aí incluído seu próprio partido) não poderia produzir um sucessor à altura de suas qualidades messiânicas, razão pela qual decidiu gerar sua própria candidata. A apatia alimentada por Lula transformou uma completa desconhecida numa pessoa de qualidades tão excepcionais que 50% dos eleitores já decidiram votar nela. Ao inventar Dilma, o presidente dispensou a mediação da política para impor sua vontade pessoal, a partir da percepção de que essa vontade se confunde com os desejos da maioria dos brasileiros.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Nisso, Lula e Médici são muito mais próximos do que a biografia de ambos faz supor. Embora ditador, Médici tinha verdadeira obsessão pela legitimação popular de seus atos. Logo ao tomar posse, o general discursou: “Espero que cada brasileiro faça justiça aos meus sinceros propósitos de servi-lo e confesso lealmente que gostaria que o meu governo viesse, afinal, a receber o prêmio de popularidade”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O próprio Lula reconheceu, em entrevista a Ronaldo Costa Couto em 1989, que o general seria eleito se houvesse voto direto para presidente, porque “a popularidade do Médici no meio da classe trabalhadora era muito grande”. É fato: naquela época, exatamente como hoje, havia emprego e a sensação de que o Brasil alçava voo, o que era suficiente para justificar todo tipo de arbítrio.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Os paralelos, contudo, vão além. Naquela época, como hoje, havia delírios de grandeza em política externa. E, sobretudo, naquela época, como hoje, o presidente julgava que a popularidade era uma espécie de chancela automática para dizimar o contraditório e a própria essência da vida política, em nome do “interesse nacional&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4588402635706479336?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4588402635706479336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4588402635706479336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4588402635706479336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4588402635706479336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/09/guterman-genial.html' title='Guterman genial!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1901645134689184762</id><published>2010-09-03T01:39:00.002-03:00</published><updated>2010-09-03T01:45:03.512-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Esses meus projetos...</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Faz já pouco mais de um mês que escrevi aqui pela última vez. Escrever pouco é muito ruim, pois parece que venho “desistindo” de escrever, o que não é nem de perto verdade. Venho escrevendo outras coisas, um pouco por trabalho e outro tanto por questões relacionadas a alguns projetos. Mas um dos projetos principais está parado. Outros dois estão engatinhando... E por fim, nem sobre os costumes gerais tenho tido tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Gosto de falar de futebol, F1, filmes, músicas e até de arquitetura... Imagino que muita gente entra no blog a procura de questões relacionadas à arquitetura. Uma ânsia que eu mesmo já passei tempos atrás. Não era, à época, blog, mas sites sobre arquitetura. Além do Vitruvius, que teve recente remodelação – da qual eu detestei – e o Arcoweb, não há mais sites sobre arquitetura. O próprio site da Pini, que edita a revista &lt;i&gt;AU&lt;/i&gt;, não é lá um site muito interessante. O site Casa.com.br, da revista &lt;i&gt;Arquitetura &amp;amp; Construção&lt;/i&gt;, é outro difícil de encontrar as coisas. Acredito que falta ainda alguma coisa para os sites ficarem fáceis de encontrar as obras, os arquitetos, os fornecedores, os vídeos, as entrevistas e as crônicas. A coisa mais estranha é a parte sobre perguntas, recheada de questões feitas por estudantes. Na verdade, lembro que quando saí da faculdade fui um dos poucos que continuou assinando a AU. E também foi por pouco tempo. Tem horas que penso que estas revistas são feitas para breve informação e não com a idéia de ser um objeto de pesquisa, de “acervo científico” – como se trata na área médica as revistas especializadas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Bem, não queria ficar discutindo o mercado editorial de arquitetura, mas uma coisa me parece óbvia: há uma carência de produtos editados para arquitetura. Muitos livros foram publicados nos últimos anos e há muito ainda por aparecer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A respeito dos livros de arquitetura, os escritórios mais consolidados dos chamados “comerciais” acabaram lançando compêndios sobre suas obras. Muitos deles são muito interessantes e há muitas coleções de livros baratos, alguns comentando somente uma obra específica. Olhando com as lentes do passado, parece que há um avanço neste sentido. Mas eu ainda sinto falta da continuidade da coleção de livros do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, que se não me engano lançou quatro livros: Lina Bo Bardi, Vilanova Artigas, Reidy e, o mais popular, João Filgueiras Lima - Lelé. O quinto volume, sobre Oscar Niemeyer, não saiu ainda... E por muito tempo o da Lina esteve esgotado (sem contar o preço, que daria um tópico a mais...).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Se for falar a respeito dos ensaios, no Brasil parece que há uma lacuna maior. Muitas teses são publicadas, mas nada de inovador, nada de polêmico. Acho que o ultimo livro polêmico que tive oportunidade de ler foi o de Sérgio Teperman, que não passa de uma coletânea de seus inúmeros textos. Falta algum livro recente de ensaios arquitetônicos e urbanísticos. Algo que também saia um pouco do culto à arquitetura moderna brasileira. Será que não se produz nada além do que se passa nos meios acadêmicos? Será que não há mais o que se falar sobre assunto tão vago?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Poderia dizer que faço certa injustiça. Acabo de lembrar do livro – o pequeno e denso livro – do arquiteto Jaime Lerner, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Acupunturas Urbanas&lt;/i&gt;. Nunca li críticas sobre o tal livrinho. Parece ter passado despercebido. Mas se lançassem muitos livrinhos assim, o debate ficaria bem mais interessante. Isso é uma das poucas certezas que tenho. O fato é que imagino a vontade dos arquitetos de sempre lançar os grandes livros, ilustrados, com projetos completos, textos analíticos, etc. e caros. Tem horas que se deve popularizar o debate. Achei incrível quando lançaram em português o livro Nova York Delirante, de Rem Koolhaas. Só acho que demorou muito... E assim ainda temos muitos livros que não nos chegam &lt;st1:personname productid="em português... E" st="on"&gt;em português... E&lt;/st1:personname&gt; depois me perguntam por que eu estudo outras duas línguas...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1901645134689184762?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1901645134689184762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1901645134689184762' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1901645134689184762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1901645134689184762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/09/esses-meus-projetos.html' title='Esses meus projetos...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6768472748549207704</id><published>2010-08-01T23:27:00.003-03:00</published><updated>2010-08-02T16:45:44.246-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Lançamento do mês passado...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 234px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500900955522969746" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TFcgRiaNsJI/AAAAAAAAAys/Vn5BgHe_NZM/s320/22162128.jpg" /&gt;Certo tempo que não escrevo, nem para este blog e nem outras coisas. Cheguei a separar alguns textos no intuito de completá-los e de formar um texto mais coeso, ou melhor, juntar partes desconexas entre vários textos aqui publicados, mas não tive este tempo. Também iniciei um projeto maior que segue em frente, mas que em junho e julho não caminhou. As leituras continuam também num ritmo muito menor. É questão de momento, mas tenho a dizer que um lançamento literário entre muitos ocorridos nos últimos meses chama muito a atenção e merece destaque: &lt;em&gt;Como ler livros&lt;/em&gt;, de Mortimer Adler e Charles Van Doren. A importância do lançamento desta nova edição pela &lt;em&gt;É Realizações&lt;/em&gt;, após algumas décadas, está na no debate de novos métodos de “ensino”, além por ser o segundo título com o selo &lt;em&gt;Educação Clássica&lt;/em&gt;. Tive contato e estudei com o método de Adler e com certeza é um dos mais completos para quem iniciou ou pretende iniciar um processo de estudos. Descobri este título há pouco tempo, em 2006, logo que se iniciou, em Curitiba, o programa &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/06/expedies-em-2006.html"&gt;Expedições pelo Mundo da Cultura&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. Este foi um dos primeiros livros do programa. Em teoria, o programa é baseado neste método. Além deste título a coleção &lt;em&gt;Educação Clássica&lt;/em&gt; já publicou o título &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/11/o-trivium.html"&gt;Trivium&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, em 2008, da Irmã Miriam Joseph, que é uma coletânea de aulas de um curso estruturado pela Irmã e incentivado por Adler. Não pude participar da palestra de lançamento de &lt;em&gt;Como Ler Livros&lt;/em&gt; que muito provavelmente explicaria muito melhor do que eu, que sou mero estudante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6768472748549207704?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6768472748549207704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6768472748549207704' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6768472748549207704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6768472748549207704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/08/lancamento-do-mes-passado.html' title='Lançamento do mês passado...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/TFcgRiaNsJI/AAAAAAAAAys/Vn5BgHe_NZM/s72-c/22162128.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7175366028781550042</id><published>2010-04-11T17:07:00.003-03:00</published><updated>2010-04-19T00:33:23.190-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>As linhas tênues do entre e o então...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Leio o blog da &lt;a href="http://normabraga.blogspot.com/"&gt;Norma Braga&lt;/a&gt;. Não a conheço, nem sei direito o que faz. Sei que é evangélica e que escreve um pouco sobre isso. Já li seus textos sobre Beatles, mais especificamente sobre Paul McCartney, e outro dia estava lendo um texto que foi publicado numa revista. Falava sobre porque ela não é de esquerda. Bem, me parece óbvio e até achei a leitura repetitiva. Mas pensei em quantas pessoas não fazem idéia do que ela esta falando. Falar sobre os reinos de Deus e de Cesar e falar a respeito de quanto a ideologia de esquerda esta impregnada nas formas de pensamento atuais é de fato algo que só é entendido quando nos damos ao trabalho de entender. Sim, requer esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não sou de esquerda. Sou um tipo meio conservador, meio liberal, mas que antes de tudo segue alguns princípios que são inegociáveis, tais como liberdade de expressão, liberdade de opinião, liberdade, antes de tudo. Quando morei nos Estados Unidos entendi que a liberdade tem regras. E até hoje vivo um misto entre as regras para a liberdade e a impostura que temos no Brasil. Desde os tempos de faculdade via como alguns colegas tinham dificuldade em seguir regras. O curso de arquitetura é bem livre e infestado de idealismos e cada um deles tem regras, por mais incrível que possa parecer. E o pior de tudo é a total cegueira para se entender conceitos, diretrizes, o que chega a ser algo muito aborrecido. Para ser mais exato, não tenho lá muita paciência. Fico feliz por pessoas como a Norma Braga se dedicarem a explicar certos conceitos. Não sei nem se eu teria capacidade comunicativa para explicar o que me parece óbvio. Certa feita lembro de um texto do Reinaldo Azevedo, que falava algo mais ou menos no sentido de que só usando da lógica dá para desconstruir algumas “verdades”. Em suma, se algo lhe parece estranho, basta que some as partes, analise os fatos e tire alguma conclusão. Esse pequeno esforço chega a desmistificar várias questões que parecem complexas e chatas. Aliás, por ser chato, muita gente não enfrenta esse tipo de pensamento; se incomodam, mas não enfrentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre passo por um fã do Fernando Henrique Cardoso toda vez que analiso alguma “mística” do governo Lula. Não entendo muito bem o fato, pois normalmente o ex-presidente nada tem a ver com o assunto. E quando digo que a política não me interessa, mas sim as ações dos governantes e, claro, seus conceitos utilizados para a tomada dessas decisões, me falam que eu só falo sobre política. Eu, como praticamente todo arquiteto, quando começo a escrever viro um misto de sociólogo e inconformado. O problema é que nos anos da juventude sempre se quer “mudar o mundo”. Se passa um tempo e simplesmente paramos de nadar contra a maré e passamos a ”integrar o sistema”. As críticas continuam, mas descobrimos que não se muda o mundo, só no máximo conseguimos melhorá-lo. E para esta melhora, as pequenas ações são mais importantes que as grandes. Por exemplo, ao separar o lixo reciclável, uma atitude fácil de fazer e oferece, partindo da pequena escala do indivíduo, uma melhoria muito grande no mundo, apresenta no Brasil certa resistência que não consigo entender. A lógica é simples: com o lixo separado se pode fazer um processo de reutilização que por sua vez polui muito menos. Olhando com a lógica capitalista, isso gera uma nova forma de empreendedorismo, um novo mercado, uma nova oportunidade a ser explorada, a da transformação de lixo novamente em matéria prima. Nada mais racional, nada mais óbvio. E porque há tanta resistência e tanta propaganda? E aí começam as pessoas de fé duvidosa a falar sobre “novos conceitos”, sobre “como fazer um novo mundo” e por aí vai. Mas no fundo há um aspecto econômico que faz desta pequena atitude politicamente correta um instrumento de engenharia social. Assim acaba por acontecer com um monte de outras coisas, criando novos mitos, novas místicas, que também não durariam a uma boa análise lógica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não vou falar aqui das atitudes politicamente corretas, mas do que faz as pessoas se entreterem muito mais com abstrações do que com ações reais. Ás vezes penso em como a realidade está à nossa frente e me falam algo que não faz sentido, baseado numa abstração qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando escrevendo um pouco de ficção. Gosto de escrever ficção. É um gosto que esteve adormecido por anos, que nem sabia que era capaz (não sei se sou bom, isso também não vem ao caso), mas que venho me dedicando, escrevendo, anotando e lendo. Lendo muito. Descobri que um escritor não pode não ter lido os clássicos. Dedico um tempo para esta minha “abstração”. Mas o conceito é justamente o mesmo que norteia a minha profissão: conhecer o que já se fez para poder trabalhar novos conceitos, superar novas exigências, sempre com muita criatividade. Nunca recebi um comentário negativo para os pequenos textos aqui postados. Mas ao falar da arquitetura já recebi de tudo. Descobri que escrever sobre Oscar Niemeyer dá ibope ao meu blog...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz uma postagem em 2007 sobre uma profunda questão, que é o déficit habitacional brasileiro, onde criticava a saída de Niemeyer desta discussão (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/10/uma-crtica-niemeyer.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), a partir dos anos 50 e 60, quando parou de projetar as mega-estruturas (não utilizo o conceito aqui, mas a idéia dos grandes complexos habitacionais, tais como o conjunto Pedregulho, de Reidy, e o Copan, alvo da tal postagem). Os comentários traziam questionamentos de outros conceitos, como sustentabilidade, críticas a pessoa do Niemeyer, críticas ao modernismo, porém, nenhuma questão focada no assunto que me preocupa: o déficit habitacional. Ok que o texto é prolixo. Eu sou meio prolixo, mas não há estudo nenhum a respeito desse desprendimento de Niemeyer sobre este tema. Em suma, fiz um questionamento inédito. E como é inédito, sempre tem alguém que pergunta de onde tirei isso. Oras, da minha cabeça. Se Artigas e Reidy trabalharam o tema, Paulo Mendes da Rocha e Lina Bo Bardi também, não consigo entender o porquê de Niemeyer não ser questionado. Me responderam que ele (Niemeyer) diz que pensar em conjunto habitacional é dividir as pessoas em classes sociais. Conforme escrevi acima, arquitetos quando escrevem viram sociólogos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando às abstrações da realidade, o texto de Norma Braga, que abriu esta postagem, me alertou como temos que lutar o tempo todo para manter nossas liberdades. Até mesmo a liberdade de pensar em algo que até então ninguém pensou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7175366028781550042?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7175366028781550042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7175366028781550042' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7175366028781550042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7175366028781550042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/04/as-linhas-tenues-do-entre-e-o-entao.html' title='As linhas tênues do entre e o então...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1483862925950052168</id><published>2010-04-02T01:15:00.007-03:00</published><updated>2010-04-05T20:44:57.154-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Jovem demais para morrer...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7V4nTFC2GI/AAAAAAAAAyk/dcy7fTxy4EE/s1600/alphaville.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455399140160886882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7V4nTFC2GI/AAAAAAAAAyk/dcy7fTxy4EE/s320/alphaville.jpg" border="0" /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(0,0,0); webkit-text-decorations-in-effect: none"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Num dia nada especial, numa noite sombria, resolveu que não mais deveria pertencer a este mundo. Sua resolução era reflexiva; pensava nos amigos, na tia, cuja casa dividia, na ex-esposa e na musa inspiradora de suas plácidas obras de arte, que produzia de forma quase incessante. Os quadros revelavam a verdadeira veia do artista, principalmente ao trabalhar os tons de vermelho sob o fundo branco. Seus traços eram jovens; muito mais jovens que sua verdadeira idade. Assim como o senhor Gray, sua face parece não padecer das ações do tempo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Havia escolhido a noite para realizar o feito; o mal feito. A noite para ele era um momento mágico e ao mesmo tempo algo terrível. Mágico, pois conseguia produzir sem parar, sem atender ao telefone, sem falar com as pessoas. E terrível justamente por não perguntar para as pessoas como está indo sua produção. Sua vontade em dividir o processo criativo o amargava demais durante a noite. Como não perguntar à tia e aos amigos se gostam das cores, dos traços e se estes estão próximos ao rosto e corpo da musa, cuja inspiração não parava. Mas já havia decidido: sua vida não fazia mais sentido. Pensou em tudo, atualizou sua agenda, resolveu pendências e deixou tudo em ordem para aqueles que herdariam seu patrimônio sem valor material. Tinha seu rico dinheiro, oriundo de um marchand amigo, que vendia seus quadros. Claro, somente os que não achava perfeitos. É talvez o único artista que só vendia o que não gostava em sua produção. Sua vida era uma propaganda enganosa ambulante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não achava que as artes plásticas eram importantes para além do próprio artista. Mas sua maior vontade era fazer com que seus desenhos vivessem para sempre. Sempre lembrava das memórias póstumas, escritos centenários de seu autor de cabeceira, principalmente de sua dedicatória primeira. Pensava em como a matéria é imperfeita e que a condição de não poder compartilhar do mesmo solo sagrado de outros tantos não o afligia. Pensava sempre em Nicolò, proibido pelo bispo de Nice de se deitar eternamente, por conta de sua exibição de virtuosismo, como se fosse possível virtuosismo sem sua exibição.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Uma luz se acendeu no terraço com piso de pedras recobertas de uma pequena camada de musgo. Pensava em que o escuro completo não iluminaria seu caminho por entre as barcas. O tempo foi passando e ele ali parado, roendo as unhas. Já ao final da noite, próximo ao nascer do sol, decidiu que deveria mudar tudo. Não poderia ir embora antes de sua musa. Virgilio talvez o acompanhasse nas primeiras barcas, mas a principal delas somente poderia ir com Beatriz. E, num discurso semelhante ao proferido por Scarlett O’Hara, manifestou seu desejo de se livrar de seus desenhos todos e buscar a felicidade numa nova fase. Uma fase em que se sentia novamente jovem, com seu fôlego igual ao de um atleta olímpico. E no pequeno rádio tocava uma velha música conhecida...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Let's dance in style, let's dance for a while&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Heaven can wait we're only watching the skies&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Hoping for the best but expecting the worst&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Are you going to drop the bomb or not?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Let us die young or let us live forever&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;We don't have the power but we never say never&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Sitting in a sandpit, life is a short trip&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;The music's for the sad men&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Can you imagine when this race is won&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Turn our golden faces into the Sun&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Praising our leaders we're getting in tune&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;The music's played by the mad men&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Forever young, I want to be forever Young&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Do you really want to live forever?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;i&gt;Forever, or never &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Forever young, &lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: normal"&gt;&lt;i&gt;I want to be forever Young&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: normal;color:#000000;" &gt;&lt;i&gt;Do you really want to live forever? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="FONT-STYLE: normal;color:#000000;" &gt;&lt;i&gt;Forever Young (...)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Forever Young - Alphaville (1984)&lt;/span&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1483862925950052168?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1483862925950052168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1483862925950052168' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1483862925950052168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1483862925950052168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/04/jovem-demais-para-morrer.html' title='Jovem demais para morrer...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7V4nTFC2GI/AAAAAAAAAyk/dcy7fTxy4EE/s72-c/alphaville.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1656164139430981981</id><published>2010-04-01T02:07:00.001-03:00</published><updated>2010-04-01T02:09:31.991-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Oh! Dúvida cruel...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Escrevi a pouco que a arquitetura dos japoneses do SANAA, ganhadores do prêmio Pritzker deste ano, parece ter uma influência de Mies van der Rohe. Mas acabo de pensar na obviedade de que Mies teve uma grande influencia da arquitetura tradicional japonesa. E agora? Oh! dúvida cruel!  O óbvio é que tanto a tradição japonesa como sua leitura utilizada por Mies dão a resposta a esta produção. Isso parece óbvio demais... Acho que estou sem ritmo para escrever – e principalmente sobre a arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, eu não sou um profundo conhecedor da obra de Mies van der Rohe. Acho que passei tempo demais com Frank Lloyd Wright... ou Alvar Aalto. Na verdade esta arquitetura não me seduz tanto, mas, sou obrigado a dizer que a transparência e quase diluição do confinamento entre o interno e externo me faz ter várias idéias até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos atrás soube que havia certa ligação entre a arquitetura de Fernando Távora e os escandinavos, tendo em Aalto uma das influências. Escrevi por &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/08/arquiteturas-portuguesas.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; a respeito. Estas pequenas confluências arquitetônicas são mais do que normais e, acima de tudo, demonstram a liberdade expressiva da criatividade. Nestas horas não há dúvida alguma. A liberdade de se poder utilizar de conceitos para criar algo novo é simplesmente maravilhoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1656164139430981981?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1656164139430981981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1656164139430981981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1656164139430981981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1656164139430981981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/04/oh-duvida-cruel.html' title='Oh! Dúvida cruel...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7115554795741706586</id><published>2010-03-31T22:39:00.003-03:00</published><updated>2010-04-01T01:49:02.654-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Pritzker Prize 2010</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7Qlp1e0_8I/AAAAAAAAAyc/e3H7Vio7w0I/s1600/sanaa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455026449313759170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7Qlp1e0_8I/AAAAAAAAAyc/e3H7Vio7w0I/s320/sanaa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Acabo de saber dos ganhadores do prêmio Pritzker deste ano, os japoneses do SANAA, Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, dos quais não conheço nenhuma obra. Para ser mais exato, nos últimos tempos ando muito ocidental e, com a distância da faculdade, onde adorava folhar as revistas japonesas, fui ficando cada vez mais distante do que se faz do outro lado do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para serem ganhadores do Pritzker, sua obra ou é de uma forma bastante singular, como a de &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/04/peter-zumthor-pritzker-prize-2009.html"&gt;Zumthor&lt;/a&gt;, vencedor do prêmio ano passado, Paulo Mendes da Rocha, ganhador de 2006, ou Glenn Murcutt, ganhador de 2002, ou é de conhecimento mundial, como a de Renzo Piano, ganhador de 1998, ou &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/04/jean-nouvel-pritzker-2008.html"&gt;Jean Nouvel&lt;/a&gt;, ganhador de 2008 (lista &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/07/pritzker-architecture-prize.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao olhar as fotos no site oficial do Pritzker, notei que a produção do SANAA é bastante recente. Lembrou-me referências de Mies van der Rohe. Bem, Mies é uma grande referência para qualquer arquiteto que trabalhe com a transparência dos vidros, por sinal muito bem trabalhado pelos arquitetos. Como sempre o Pritzker apresenta uma produção arquitetônica de qualidade única.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7115554795741706586?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7115554795741706586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7115554795741706586' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7115554795741706586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7115554795741706586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/pritzker-prize-2010.html' title='Pritzker Prize 2010'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S7Qlp1e0_8I/AAAAAAAAAyc/e3H7Vio7w0I/s72-c/sanaa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-3724110397102936249</id><published>2010-03-24T00:01:00.003-03:00</published><updated>2010-03-24T00:04:35.880-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Este ano tem Copa do Mundo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este ano teremos eleições e Copa do Mundo. Será que vou me encher dos dois? Muito provavelmente. Já ando meio entediado com a política e sem muitas emoções nos esportes. Se não fossem os livros e a música, mais perenes que qualquer outra atividade intelectual, estaria eu no cotidiano assunto de botequim: futebol, política e televisão. Cinema já algo elitizado demais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Copas são sempre Copas. Há emoção sempre em “ganhar”. Afinal o tal do “Hexa” é realmente importante para “a nação brasileira”... Curtir é uma coisa; usar de politicagem mixuruca para dizer que a próxima Copa será no governo do Serra é outra. Opa, falei do Serra? Pois é... Para o Lula, ganhar o Hexa é mais importante que ganhar a Copa no Brasil; ou melhor, fazer com que a Copa e a Olimpíada aconteçam no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo outro dia uma coluna do Sergio Teperman na AU, ele comentava sobre a impossibilidade de se fazer uma Olimpíada no Brasil. Mas exatamente, ele falava da força que terá que arrumar a cidade do Rio de Janeiro. Pois, Olimpíada não é bem no Brasil, mas no Rio de Janeiro. A Copa não; serão construídos elefantes brancos em vários estados brasileiros... Bem, que venha a Copa. Os problemas também virão. E as vantagens? Sim, as vantagens de sediar um evento dessa magnitude! São tantas que até hoje o Rio de Janeiro não fez o balanço do Pan-americano de 2007...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-3724110397102936249?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/3724110397102936249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=3724110397102936249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3724110397102936249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3724110397102936249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/este-ano-tem-copa-do-mundo.html' title='Este ano tem Copa do Mundo...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5151260282583853492</id><published>2010-03-23T23:38:00.002-03:00</published><updated>2010-03-23T23:43:21.442-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Ainda me acostumando...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não ando tendo tempo para apreciar as novas mudanças do site e do jornal impresso do &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt;. Ainda estou me acostumando. Acho que não gostei muito do novo desenho, mas com o tempo nós nos acostumamos, não é? Acho que as coisas duram muito pouco tempo hoje. Não faz tanto tempo que o mesmo site fora remodelado. Não entendo isso. Muda, muda e sempre tem gente insatisfeita... Quem me dera ser somente um insatisfeito... Mas pelo menos os links não mudaram. Detesto quando tenho que atualizar os meus favoritos... E os meus links dentro dos textos do blog. Bem, atualmente eu já me perdi todo por aqui. Nem sei o que está ou não atualizado. Só sei que sites que lia muito antes, depois das reformulações, simplesmente deixei de ler. Com o &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; será difícil. Tenho o jornal como referência desde há muito tempo. Bem, que o &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; continue trazendo boa informação cultural. É, tem que se levar em conta que somente leio o Caderno 2 e o caderno de Esportes... Se o jornal fosse vendido aos pedaços eu só compraria estes dois. (Mas tem a página 2 do Primeiro Caderno! Aquela que a cada duas semanas tem um artigo do Fernando Henrique Cardoso, aos domingos... é, pelo visto o jornal é como um garimpo: você vai descobrindo uma pepita aqui, outra ali; mas no geral é muita terra e areia...).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5151260282583853492?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5151260282583853492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5151260282583853492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5151260282583853492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5151260282583853492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/ainda-me-acostumando.html' title='Ainda me acostumando...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7438400665381605603</id><published>2010-03-23T23:25:00.002-03:00</published><updated>2010-03-23T23:35:50.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa Expedições'/><title type='text'>Expedições pelo Mundo da Cultura 2010</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava escrevendo na outra postagem falando sobre a ansiedade de ler &lt;em&gt;Moby Dick&lt;/em&gt;, justamente por ter sido o primeiro livro do curso &lt;em&gt;Expedições pelo Mundo da Cultura&lt;/em&gt; deste ano. O primeiro encontro foi dia 13 de março, e por um monte de motivos não pude comparecer. Bem, estarei lá para o próximo encontro. Os outros nove encontros serão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Prometeu Acorrentado&lt;/em&gt;, de Ésquilo;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os Anos de Aprendizagem de Wilhelm Meister&lt;/em&gt;, de Goethe;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ilusões Perdidas&lt;/em&gt;, de Balzac;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Mercador de Veneza&lt;/em&gt;, de Shakespeare;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Terra Desolada&lt;/em&gt;, de T. S. Elliot;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eumênides&lt;/em&gt;, de Ésquilo;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Um inimigo do Povo&lt;/em&gt;, de Henrik Ibsen;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Rinoceronte&lt;/em&gt;, de Ionesco; e&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tristão e Isolda&lt;/em&gt;, com inserção da ópera de Wagner.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7438400665381605603?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7438400665381605603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7438400665381605603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7438400665381605603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7438400665381605603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/expedicoes-pelo-mundo-da-cultura-2010.html' title='Expedições pelo Mundo da Cultura 2010'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8544704705298984051</id><published>2010-03-23T22:52:00.002-03:00</published><updated>2010-03-23T23:25:23.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Bons livros na banca...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Editora Abril lançou uma série de livros contendo títulos clássicos de várias épocas, com uma capa luxuosa e boa impressão, além de boas traduções. O primeiro da série são os dois volumes de &lt;em&gt;Crime e Castigo&lt;/em&gt;, de Dostoievski. Ao todo são trinta livros, contendo as maiores obras da literatura mundial. Alguns títulos são repetições de outras coleções, como &lt;em&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas&lt;/em&gt;, de Machado de Assis. Já estão nas bancas até o quarto volume, o já citado Memórias... Estes vão me acompanhar nos próximos anos, já que é muito difícil ler em uma semana alguns dos títulos. Estou ansioso por começar, e ainda não sei por qual. Já dei uma boa lida em &lt;em&gt;O Retrato de Dorian Gray&lt;/em&gt;, de Oscar Wilde. Mas estou mesmo esperando &lt;em&gt;Mody Dick&lt;/em&gt;, de Herman Melville. Faltariam a esta coleção as outras duas partes da &lt;em&gt;Divina Comédia&lt;/em&gt;, de Dante; Eça de Queiroz, com &lt;em&gt;O Crime do Padre Amaro;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt;, de Machado de Assis, e, claro,&lt;em&gt; Ilíada&lt;/em&gt;, de Homero, pois está contemplada a &lt;em&gt;Odisséia&lt;/em&gt;. Sempre faltará algum livro... Deve ser a maldição das listas, coleções, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8544704705298984051?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8544704705298984051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8544704705298984051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8544704705298984051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8544704705298984051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/03/bons-livros-na-banca.html' title='Bons livros na banca...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8153508812199753431</id><published>2010-02-18T00:34:00.001-02:00</published><updated>2010-02-18T00:37:54.331-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Encontrando algum caminho...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já era de se esperar que neste quarto ano de blog (isto mesmo, iniciei em 2007 as postagens neste espaço) eu já tivesse um caminho arquitetado. Mas não. Ainda não tenho nada. O trabalho me impediu por vezes de levar a idéia de um mestrado mais a fundo e passei por inúmeras disciplinas na FAU-USP como aluno especial, sem nunca conseguir finalizar os projetos de pesquisa. Por um lado foi muito bom. Hoje meu projeto parece mais maduro e mais que tudo, tenho um monte de informações adicionais. E mais uma vez o trabalho toma mais tempo, me impedindo de expandir ainda mais minhas pretensões intelectuais. O lado bom, outra vez, é que a cada tempo tenho firmado mais idéias e descrito mais histórias e temas por aqui. O que me leva pensar a cada tempo em o que este blog ainda pode se tornar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho pretensões exageradas e muitas vezes fico feliz de não ter “um milhão de leitores”. Já pensou, todos eles analisando as minhas contradições existenciais? E claro, sei que muita gente não entende e nem vai entender o que faz um arquiteto gostar de literatura, de música e escrever tão pouco sobre arquitetura. O mais importante é que a “área de formação” não é a dedução fácil da “condição humana”. Ter e fazer muitas coisas ao mesmo tempo é ótimo. Se as pessoas não entendem, problema delas... Uma hora as coisas se alinham e acaba por apresentar as qualidades intrínsecas dos muitos estudos que tenho feito. É logicamente um trabalho sem começo, meio ou fim, mas de uma forma sincera e fácil de perceber que se trata de um único tema: cultura. Cultura pop, cultura arquitetônica, cultura filosófica, cultura literária... Nada melhor do ler algo e colocar um pequeno registro. Dividir com quem me conhece ou me lê um pouco do meu dia-a-dia, das minhas aflições, dos meus credos. Este meu “jardim de aflições” é o resultado de muitos anos de estudo, e que representam só um começo, um início. Muito há de se estudar e de se conhecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria eu entrar numa luta? Não sei... Até hoje fico a pensar que devo estar muito mais fortalecido para entrar num combate de “idéias”. Vejo muitas “idéias revolucionárias” circulando nas mentes das pessoas que me dão calafrios. Mas como entrar numa guerra sozinho? Cada vez que me lembro disso penso imediatamente no escritor (e médico) Moacyr Scliar e seu já clássico livro &lt;em&gt;O Exército de um homem só&lt;/em&gt;. O ideal daquele homem (o personagem do livro), que dá calafrios em qualquer leitor, passa a ser o “grupo dominante” (ou seria grupo ruminante?). Pois bem, eu não entrarei em batalha alguma, mesmo tendo já uma boa base e uma bibliografia muito superior ao “inimigo”. Afinal este é um blog de cultura, como escrevi acima, e não mais um palco de batalhas ideológicas, principalmente quando estas idéias estão do “lado esquerdo da força”...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8153508812199753431?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8153508812199753431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8153508812199753431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8153508812199753431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8153508812199753431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/02/encontrando-algum-caminho.html' title='Encontrando algum caminho...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6428251434734536099</id><published>2010-02-17T23:34:00.003-02:00</published><updated>2010-02-18T00:01:30.276-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nazareth'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BTO'/><title type='text'>Passeando por algumas bandas dos anos 1970...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quem viveu os anos 1990 lembra que havia muita celebração em torno de bandas dos anos 1970. E muita música boa foi produzida naquela década... Para ser exato vou falar aqui de algumas bandas que não são destaques, ou melhor, não são as bandas mais comentadas daqueles tempos. São bandas conhecidas, óbvio, nunca fui um “caçador de raridades”. Mas, as músicas que falo abaixo, acabei por conhecer sem querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou começar com o Nazareth. Não tenho grandes coisas a falar deles, mas que muitas de suas músicas até hoje me fazem “ouvir música de uma forma diferente” (citando Zeca Camargo de memória).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“(...) Mama, mama, please no more jaguars&lt;br /&gt;I don't want to be a pop star&lt;br /&gt;Mama, mama, please no more deckhands&lt;br /&gt;I don't wanna be a sailor man&lt;br /&gt;Mama, mama, please no more facelifts&lt;br /&gt;I just don't know which one you is&lt;br /&gt;Mama, mama, please no more husbands&lt;br /&gt;(I don't know who my daddy is)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;It's a holiday, it's a holiday”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Holiday – Nazareth (1980)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S3ye5Ml5lMI/AAAAAAAAAyQ/Q259AdThbIQ/s1600-h/Nazareth+-+Greatest+Hits.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439397155426636994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 318px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S3ye5Ml5lMI/AAAAAAAAAyQ/Q259AdThbIQ/s320/Nazareth+-+Greatest+Hits.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na verdade, começo com uma faixa de 1980, do álbum &lt;em&gt;Malice in Wonderland&lt;/em&gt;, mas é incrível como soa igual ao Nazareth dos anos 1970. Esta música não fazia parte do “vinil” (isso, no começo dos anos 1990 ainda havia muitas lojas de vinil usado) &lt;em&gt;Greatest Hits&lt;/em&gt;, o primeiro registro que ouvi do Nazareth. Era um disco comum nas lojas e acabei por emprestar de um amigo, gravando numa fita K7 o álbum todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existia um precedente, que já comentei &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/10/on-road.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, de uma fita K7 com a música &lt;em&gt;Hair of the Dog&lt;/em&gt;. Mas o primeiro registro mesmo foi aquele vinil. Com as músicas (baladas) &lt;em&gt;Love Hurts&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sunshine&lt;/em&gt;, ao lado de &lt;em&gt;Hair of the Dog&lt;/em&gt;, o disco era muito bom. Nunca li e nem ouvi ninguém falando que Nazareth é a banda preferida, ou algo parecido, mas é uma banda competente e que tem muita música boa em muitos discos... Poderia dizer que é um tanto irregular sua produção musical. Talvez seja este o motivo da banda nunca ter sido colocada entre as grandes bandas dos anos 1970.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bachman-Turner Overdrive foi também daquelas bandas que quem viveu os anos 1970 conhecia bem, mas nos anos 1990 pouca gente falava a respeito. &lt;em&gt;Hey You!&lt;/em&gt; era a música mais conhecida, por sinal também estava naquela fita K7, ao lado de &lt;em&gt;Hair of the Dog&lt;/em&gt;. Mas a música que quero registrar aqui é &lt;em&gt;Rock is my life, and this is my song&lt;/em&gt;, do álbum Not Fragile, de 1974.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“(...) When we come into a new town&lt;br /&gt;Everybody's there&lt;br /&gt;When we play our music&lt;br /&gt;Hand are in the air&lt;br /&gt;When the musics over&lt;br /&gt;You wonder where we are&lt;br /&gt;I'm standing in the silence&lt;br /&gt;With my old guitar (...)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Rock is my life, and this is my song – Bachman- Turner Overdrive (1974)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta música que minha falta de percepção em entender o que é uma música lenta começou... Para mim, era esta uma música lenta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é este um texto com profunda vocação ao passeio pelos anos 1970, mas é sim um texto sobre como desenvolvi um gosto musical praticamente isolado dos padrões daqueles anos 1990. Uma tentativa por palavras para descrever um tipo de música que nunca li ou soube que alguém mais gosta, além de mim. Não deixo de gostar de outras tantas bandas, como já falei neste espaço. Nem por isso deixo de expressar que há muita música de boa qualidade no mundo, que em momentos passa como “desconhecida”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6428251434734536099?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6428251434734536099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6428251434734536099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6428251434734536099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6428251434734536099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/02/passeando-por-algumas-bandas-dos-anos.html' title='Passeando por algumas bandas dos anos 1970...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S3ye5Ml5lMI/AAAAAAAAAyQ/Q259AdThbIQ/s72-c/Nazareth+-+Greatest+Hits.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1399092920594309769</id><published>2010-02-11T00:41:00.005-02:00</published><updated>2012-02-04T10:49:39.045-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Deutscher ist meine Sprache!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Na verdade nem sei se a frase acima está certa, gramaticamente. Até agora tive duas aulas de alemão e uma de francês e inglês. Mas estou gostando muito das aulas de alemão. Não sei dizer, mas me parece tão familiar... Acho que sou um alemão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura alemã, aquela que pouca gente conhece, me fascina um bocado. Mais ainda em saber que um de meus bisavôs veio daquelas “terras médias”. Gosto de cerveja. Gosto de vinho (branco). Gosto de salsichas e de um monte de coisas alemãs deliciosas, cuja lista seria realmente grande. Muitos autores alemães me interessam muito. Mas (sempre tem um “mas”), há sempre um idiota para falar de Hitler, sem lembrar que ele era austríaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro de Eric Voegelin - &lt;em&gt;Hitler e os Alemães&lt;/em&gt; - há uma grande exposição de idéias que mostram que o povo alemão e Hitler nada tem a ver. E Voegelin era austríaco, o que, no fundo, também não tem nada a ver. Não é um livro que conheço profundamente para poder falar mais sobre ele. Está na minha lista de estudos... e vai demorar para lê-lo (é a vida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alemanha que eu admiro é a Alemanha moderna, pós-Muro de Berlin, unificada. Como sempre me falam que “há coisas horríveis lá”, eu também sei que há “coisas horríveis” em qualquer lugar do mundo. Entre olhar do copo com água pela metade, eu prefiro dizer que está metade cheio a metade vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o que importa é apreender os princípios de novos idiomas. E vou eu escrevendo mais sobre quase nada...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1399092920594309769?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1399092920594309769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1399092920594309769' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1399092920594309769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1399092920594309769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/02/deutscher-ist-meine-sprache.html' title='Deutscher ist meine Sprache!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4397303008530343146</id><published>2010-01-30T11:30:00.005-02:00</published><updated>2010-02-11T01:05:07.425-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Mais Ramones...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5432525284116924578" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S2Q09pEeCKI/AAAAAAAAAyI/EesOZJ_3cfU/s320/Ramones-band.jpg" border="0" /&gt;Estava outro dia fazendo uma visita a um escritório de arquitetura. O local mais parecia uma caverna. Uma escadinha e estava numa das antigas sobrelojas, onde é o tal escritório. Sem contato visual com o exterior e num ambiente definitivamente desligado do contexto tropical brasileiro, estava na tal sala de espera escura daquele escritório. Não sei dizer, mas a luz hoje me anima mais que as trevas de outrora. E havia um som ambiente. Nas caixas rolava a tal Mitsubishi FM. A minha sorte foi estar na sala de espera e estar a tocar nas caixas um bom e velho Ramones. Falei tempos atrás sobre Ramones &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/rocket-to-russia.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. E continuo a dizer que eles fazem parte da minha vida. Ao lado de outras bandas como o Kiss, Ramones também teve sua fase na minha vida. E vejam só, ainda hoje quando escuto lembro daqueles momentos.&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;O mais engraçado é que em nenhum momento tento dar “valor erudito” aos Ramones. O importante é curtir e falar que gosto mesmo e era bem punk rock mesmo. Nada de “valores intrínsecos”, “expressão artística” e outras delinqüências intelectuais. Não. Ramones é Ramones. E curtir na sala de espera foi uma alegria ímpar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Imagino eu, se um dia fosse entrevistador de RH, questionando um candidato: “Ei, qual sua opinião sobre Ramones? Sabe, nos temos uma filosofia empresarial bastante arrojada... “&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4397303008530343146?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4397303008530343146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4397303008530343146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4397303008530343146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4397303008530343146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/01/mais-ramones.html' title='Mais Ramones...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/S2Q09pEeCKI/AAAAAAAAAyI/EesOZJ_3cfU/s72-c/Ramones-band.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8385705530014756937</id><published>2010-01-30T11:08:00.002-02:00</published><updated>2010-01-30T11:14:36.641-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>The blog is back</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Yes, D. Fernando is back.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sim, estou de volta. Por que com este início em inglês? Oras, porque iniciei um projeto de longo prazo, que estava há tempos adormecido. Bem, a idéia básica é um novo começo. Mas esse novo começo está ligado a uma parte de um processo ainda maior. Está complicado de entender? Deve estar mesmo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Vamos aos fatos: agora novamente sou estudante universitário. Com o apoio indireto do Governo do Estado de São Paulo, volto a cursar uma nova faculdade. Fazia 14 anos que não prestava um vestibular. Não estudei nada &lt;st1:personname productid="em especial. Fui" st="on"&gt;em especial. Fui&lt;/st1:personname&gt; ajudado por uma manobra das tais “ações afirmativas” - o que tenho a dizer é que mesmo sem elas passaria no vestibular, com o número de acertos. Mas é sempre bom ser 14º colocado. Bem, as aulas iniciam no dia 1º de fevereiro e agora tenho como estudar alemão, francês e inglês de forma sistemática a um custo bem interessante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E para que estudar três línguas, das quais tenho algum mísero conhecimento das duas primeiras? Oras, para construir uma carreira num espaço bastante específico da pesquisa científica. Um fato sempre está ligado a outro. Se tivesse sido aluno da graduação da USP teria conseguido há muito tempo este objetivo. Como não estudei na USP... Quebrei a cabeça por anos para conseguir saber onde poderia melhorar meus conhecimentos da língua inglesa e conseguir estudar outras línguas sem um custo astronômico ou cair naqueles cursos de “conversação”. O objetivo é simples, mas antes tenho que contar uma breve história.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Fiz várias disciplinas do mestrado / doutorado na FAU-USP, desde 2004. Tenho elaborado um plano de pesquisa que trata de estudar qual a visão que o leigo (aqui entendido como o não arquiteto) tem da arquitetura realizada no Brasil, através do estudo de algumas residências unifamiliares publicadas numa determinada revista - especializada em apresentar projetos de arquitetura e construções. Durante estas disciplinas tive, obviamente, contato com vários textos de vários autores – muitos deles que nada tem a ver com o meu projeto de pesquisa, porém, textos incríveis! E, claro, muitos deles em língua estrangeira. Só tenho a elogiar os professores da USP por seus conhecimentos em línguas estrangeiras. Isso pode parecer “colonialismo” da minha parte – explicando: muitas pessoas acham que ler em outras línguas é ainda um “espírito” da “colônia”; daqueles tempos em que os pais enviavam os filhos para Europa para estudarem, porque aqui pela “colônia” não havia boas escolas. Mas não é. E é um projeto é grande envergadura – se o foco lhe for dado sob os princípios do desenvolvimento nacional. Nem sei por que ainda perco tempo explicando este tipo de coisa... E, voltando aos textos, descobri algumas coisas absurdas. Inicio por um breve livro de teoria da arquitetura, escrito em 1961, chamado &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;The Death and Life of Great American Cities&lt;/i&gt;, que na tradução nacional perdeu o “american” e passou a chamar &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Morte e Vida de Grandes Cidades,&lt;/i&gt; da jornalista Jane Jacobs. Bem, a tal tradução nacional, aportou aqui em 2000. O que são 39 anos para se traduzir uma obra que teve impacto profundo nos Estados Unidos? Bem, ainda não cheguei lá. Em &lt;st1:metricconverter productid="2004, a" st="on"&gt;2004, a&lt;/st1:metricconverter&gt; editora Cosac &amp;amp; Naify, lançou em português o livro &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Precisões Sobre um Estado Presente Da Arquitetura e Do Urbanismo&lt;/i&gt;, escrito por Le Corbusier em 1930. Bem, durante duas aulas na USP teríamos que estudar dois textos: um de Le Corbusier e outro de Frank Lloyd Wright. O tal texto de Wright tinha uma tradução para o espanhol, dos anos 1960, argentina. É isso mesmo, na Argentina o livro já havia sido publicado há mais de 40 anos e no Brasil, nada... Nada e nem previsão para publicação. Segundo editores brasileiros parece que não vende bem...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Para este “atraso” nas publicações, o estudante sério brasileiro estuda línguas estrangeiras. Para ler na língua original estas obras. Sou um pouco mais pretensioso. Pretendo mesmo é traduzir algumas dessa obras e buscar a publicação em língua portuguesa. Bem por isso um curso de “conversação” não acrescenta nada e busquei uma faculdade; uma nova carreira praticamente. E paralelamente, continuo meus estudos para o projeto de pesquisa. Em suma, enquanto leio um monte de coisas, tive que desaparecer do blog.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Falei a pouco com um amigo e ele me disse: vai ressurgir das cinzas? Não diria que voltar a escrever um pouco no blog seja ressurgir, mas é sempre legal falar um pouco mais do cotidiano e de coisas que não aparecem na superfície. E para isso que fiz este blog, para arquitetar caminhos!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8385705530014756937?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8385705530014756937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8385705530014756937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8385705530014756937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8385705530014756937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2010/01/blog-is-back.html' title='The blog is back'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-3211201501766886608</id><published>2009-11-28T17:39:00.002-02:00</published><updated>2009-11-28T18:11:27.403-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>20 dias...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acabo de notar que há vinte dias nada escrevo aqui no “meu querido blog”. E não é síndrome da folha em branco. É a total falta de tempo mesmo. Assuntos não me faltam. O principal dele é o acúmulo de eventos num mesmo dia ou na mesma semana. Se há algo mais desagradável é justamente o fato de haver um fim de semana inteiro sem nada par fazer e outro, que já previamente estava agendado (desde março) consegue ficar carregado de eventos. Se não fosse uma pessoa calma diria que andaria meio estressado. Bem, acho que sou meio estressado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, deixando de lado todas as outras coisas, estou escrevendo aqui para apontar um novo projeto, o qual ainda é secreto, não posso falar nada. Mas continuarei meio ausente aqui do blog, porém, não ausente das letras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diria que 2010 promete. Afinal, o mundo acabará em 2012 (sic)...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-3211201501766886608?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/3211201501766886608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=3211201501766886608' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3211201501766886608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3211201501766886608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/20-dias.html' title='20 dias...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4310434582787142682</id><published>2009-11-08T14:32:00.002-02:00</published><updated>2009-11-08T14:35:24.056-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Rocket to Russia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401772239251907602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 313px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SvbzO1YtJBI/AAAAAAAAAyA/_B1RQCT_O14/s320/rocket+to+russia.jpg" border="0" /&gt;Certa vez lembro de ter ouvido falar que o João Gordo – da banda Ratos do Porão (na minha época), hoje, VJ da MTV – expulsou uma banda que entrevistava em seu programa quando os integrantes falaram que não gostavam de Ramones. Nem sei que banda era, mas sou obrigado a dizer que concordo com ele plenamente em ter mandado os caras embora. Ramones é unanimidade. Pode-se não gostar de Elvis ou Beatles, talvez Rolling Stones, mas é praticamente impossível passar por Ramones e dizer que não gosta, ou, quem em momentos da vida não balançou com alguma de suas músicas? Eu sempre gostei. Mesmo entendendo que não há nada além de atitude pura ali. Muita atitude, por sinal. Mas minha adolescência foi regada por Ramones. Sou quase um suspeito para falar da banda. Mas dentre todos os discos que ouvi à época e que continuam – como diz o Zeca Camargo – a tocar no meu iPod, este disco de 1977, &lt;em&gt;Rocket To Russia&lt;/em&gt;, continua a me animar. Um disco que até hoje escuto faixa por faixa. E pior: gosto de ouvir na seqüência original das músicas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sempre digo que há momentos específicos para escutar Ramones. Mas que normalmente são impressionantes. Diria que é a banda de punk rock que me faz “escutar música de forma diferente” – plagiando novamente o Zeca Camargo. Deveria eu estar aqui a fazer uma resenha, mas pra que? Quem conhece e gosta não vai se interessar em ver repetidas frases a respeito do álbum, afinal, nada de novo tenho a falar. Quem não gosta não vai resolver gostar de Ramones só porque eu disse alguma coisa. Alias, quem não ouvia Ramones na adolescência não me parece ser de confiança... Em muitos momentos me perguntei se deveria ter escutado mais The Police que Ramones na adolescência. Mas hoje vejo que cada um tem seu momento. Mas, na adolescência, a banda de Sting perdia feio... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4310434582787142682?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4310434582787142682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4310434582787142682' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4310434582787142682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4310434582787142682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/rocket-to-russia.html' title='Rocket to Russia'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SvbzO1YtJBI/AAAAAAAAAyA/_B1RQCT_O14/s72-c/rocket+to+russia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2041524464183073155</id><published>2009-11-03T23:35:00.001-02:00</published><updated>2009-11-03T23:40:08.611-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Para onde vamos?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Poucas e raras vezes reproduzi aqui um artigo completo. Mas este me parece ser um dos dois artigos de Fernando Henrique Cardoso que merecem mais atenção que o normal. Um intelectual como FHC tem prestígio para falar o que bem entender, principalmente porque ainda em atividade. Mas quando trata de traçar um caminho tomado por um opositor, que por muitas e muitas vezes falou enormes bobagens a seu respeito, este se torna uma peça para um estudo sociológico bastante interessante. Boa leitura aos meus poucos leitores. Mas fica aqui registrado que é uma tarefa bastante grata ler e entender que ainda existe vida intelectual acima da política rasteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Fernando Henrique Cardoso, no jornal o Estado de São Paulo de 1º de novembro de 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para onde vamos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública. Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.” Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”. Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU - contra a letra expressa da Constituição - vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina. No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas - com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2041524464183073155?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2041524464183073155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2041524464183073155' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2041524464183073155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2041524464183073155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/para-onde-vamos.html' title='Para onde vamos?'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8831076803580327658</id><published>2009-11-02T14:31:00.014-02:00</published><updated>2009-11-02T16:23:36.916-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ozzy'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Meus heróis morreram de overdose...*</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite.“&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;William Blake - The Marriage of Heaven and Hell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8K4nLuRxI/AAAAAAAAAxo/rdLFKlw0UAs/s1600-h/Jim+Morrison+catacumba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399546445947619090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; CURSOR: hand; HEIGHT: 309px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8K4nLuRxI/AAAAAAAAAxo/rdLFKlw0UAs/s320/Jim+Morrison+catacumba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Começar um texto que batizei com um trecho de uma música do Cazuza, já demanda certa dose de esforço fora do normal para ir em frente e pontuar alguns tópicos. Não tenho muita afinidade com as letras de Cazuza e sua música não teve para mim o mesmo impacto de outras bandas da mesma época, como até já me referi &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/04/paralamas-titas-e-engenheiros.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; neste mesmo blog. Mas algo dos meus 15 anos ainda permanece na minha mente e cada vez mais confuso. Não vou falar nada de Cazuza, mas de outras três personagens reais que me balançaram – e ainda balançam - em momentos diferentes e que acabaram por bater a minha porta por várias e várias vezes.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Túmulo de Jim Morrison - Cemitério de Père-Lachaise, Paris.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;A primeira personalidade que vou falar é do sempre jovem Jim Morrison – uma das duas coisas boas de se morrer jovem é que nunca envelhecem; a outra é a não revisão do legado deixado, deixando sempre uma lacuna aberta para um infinito de interpretações. Quando assisti pela primeira vez o filme Doors, de Oliver Stone, não entendi nem a metade daquilo que viria a ser uma das bandas mais comentadas entre meus colegas de colegial. Pouco tempo atrás assisti novamente ao filme e a cada vez observo novos detalhes que me haviam passado despercebido. Quanto mais tempo se passa mais identifico o poder artístico distante daquela busca das novas emoções da juventude. O mais impressionante é o poder das letras atrás das músicas que ainda hoje tem o poder de embalar momentos marcantes da minha vida. Quanto mais o tempo passa mais informações vamos acumulando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fator que me chama atenção na figura de Morrison está nas pequenas apresentações indiretas que me trouxe. Não poderia deixar de descrever a primeira apresentação indireta de uma música do Doors. Foi aos meus 10 anos de idade num disco, famoso à época, um LP da moda daqueles tempos, chamado &lt;em&gt;Rádio Pirata ao Vivo&lt;/em&gt;, do RPM, onde Paulo Ricardo cantou incidentalmente &lt;em&gt;Light my fire&lt;/em&gt; no meio de uma música. Isso data de 1986. Pouco tempo depois, em 1991, veio o filme de Stone. Mas Doors não parava ali a me apresentar novidades. Descobri o poeta William Blake através de Morrison. Depois, ao me interessar por ficção científica, acabo por descobrir Aldous Huxley, e o seu livro &lt;em&gt;As Portas da Percepção&lt;/em&gt; – livro que dá nome à banda de Jim Morrison. De Huxley ainda acabei por ler &lt;em&gt;Admirável Mundo Novo&lt;/em&gt;, e hoje é um dos autores que acabo por esbarrar na condução de uma busca intelectual e em muitos casos como simples citação – como a cerca de dois anos, citado explicitamente no texto de um arquiteto. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas, além de suas letras que ainda trazem algumas reflexões, a música do Doors acaba por embalar algumas “trilhas sonoras” das viagens de fim de semana ou de férias junto aos amigos e namorada. Não somente Doors, mas talvez seja a única banda que marcou a todos em momentos diferentes. Ontem mesmo, ao ouvir &lt;em&gt;Riders on the storm&lt;/em&gt;, acabai por escutar várias vezes seguidas...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8csHYVg9I/AAAAAAAAAxw/816soe1geVE/s1600-h/Tumba_de_Randy_Rhoads.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399566022461457362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8csHYVg9I/AAAAAAAAAxw/816soe1geVE/s320/Tumba_de_Randy_Rhoads.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;Túmulo de Randy Rhoads - Cemitério de San Bernardino, California.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/span&gt;Aos quinze anos fui apresentado ao Ozzy e ao Black Sabbath, como já contei &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/search/label/diary%20of%20a%20madman"&gt;por aqui&lt;/a&gt;, nas minhas recordações em forma de blog, cujo nome não poderia ser mais do que significativo. Falar de Randy Rhoads, morto em 1982, é para mim como falar de um dos guitarristas que mais curiosidade me desperta. Sua morte, prematura, decorrente de um acidente, tendo somente gravado dois álbuns ao lado de Ozzy (&lt;em&gt;Blizzard of Ozz&lt;/em&gt; e&lt;em&gt; Diary of a Madman&lt;/em&gt;), era como se algo muito maior não tivesse se concretizado. Ozzy estava numa péssima fase quando Rhoads chegou, e praticamente colocou o primeiro álbum de Ozzy entre um dos mais vendidos no mundo (num livro sobre os 100 álbuns mais vendidos no mundo ocupa a 100ª posição – se não me engano - e é o único disco de Ozzy nesta lista) tendo impulsionado sua carreira a parir de então.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas Randy Rhoads tem para mim algo de extr&lt;img class="gl_color_fg" alt="Cor do texto" src="http://www.blogger.com/img/blank.gif" border="0" /&gt;aordinário que ainda não consigo explicar em palavras, principalmente ao ouvir &lt;em&gt;Over the mountain&lt;/em&gt; ou mesmo a pequena peça &lt;em&gt;Dee&lt;/em&gt;. Por trás das guitarras ainda aparece a figura de Aleister Crowley. Rhoads continua a ser para mim uma das maiores incógnitas entre os guitarristas que aprecio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8hrWyACqI/AAAAAAAAAx4/GQ7glSQSxhQ/s1600-h/elvis+tumba.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399571506973903522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8hrWyACqI/AAAAAAAAAx4/GQ7glSQSxhQ/s320/elvis+tumba.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Túmulo de Elvis Presley - Graceland, Tenesse.&lt;/span&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A terceira pessoa que vou comentar a respeito é a única que me deixa 100% confortável. Nestas poucas linhas a respeito de Elvis Aron Presley, gostaria de tentar explicar um dos maiores erros de interpretação que passam de geração a geração sobre sua morte: Dizer que Elvis era drogado. Naquele tempo, década de 1970, não se consideravam os efeitos dos comprimidos como um vício. Elvis tinha tido uma infância solitária e bastante pobre e em momento algum teve atos de revolução como outros astros que morreram naquela mesma década, como Jim Morrison, por exemplo. Elvis fazia pela música sua revolução. Não à toa, John Lennon, quando esteve pela primeira vez nos Estados Unidos, disse que conhecer Elvis foi o melhor de tudo desta viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez o jornalista Daniel Piza comentou sua inicial estranheza nos fãs de Elvis de sua fase final (gordo). Mas complementou que ao se descobrir o Elvis dos anos 50 dava para compreender a devoção. Elvis fez inúmeros filmes, mostrando até o Hawaii. Mas sua terra era mesmo Las Vegas. Até hoje, Las Vegas, com suas múltiplas transformações, ainda tem muito do espírito de Elvis. Era um super-astro e até hoje as peregrinações a sua casa e, conseqüentemente ao seu túmulo, atraem multidões. Um mito que se traduz numa música que marca gerações e que me foi apresentada ainda na infância. Se um dia alguém me perguntasse quais foram os primeiros discos que escutei, Elvis certamente estaria entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais impressionante do que falar dos mortos no dia de finados. Que estejam em paz e continuem a me guiar por estes caminhos que a vida me apresenta. Não estranho em falar de três personagens tão conhecidos e que influenciam até hoje inúmeras gerações. Eles com certeza ainda podem aparecer em mais outras tantas postagens.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Da música &lt;em&gt;Ideologia&lt;/em&gt;, de Cazuza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8831076803580327658?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8831076803580327658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8831076803580327658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8831076803580327658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8831076803580327658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/meus-herois-morreram-de-overdose.html' title='Meus heróis morreram de overdose...*'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su8K4nLuRxI/AAAAAAAAAxo/rdLFKlw0UAs/s72-c/Jim+Morrison+catacumba.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1786923214727885162</id><published>2009-11-01T13:05:00.006-02:00</published><updated>2009-11-02T04:07:11.965-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>A chuva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399361538926723330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su5itm2iQQI/AAAAAAAAAxg/T98JxIflAtQ/s320/LA+Woman.jpg" border="0" /&gt;A chuva caia sem trégua ao pedestre. Caminhava ele sem muita pressa, já úmido, parecendo sem destino. Procurava no vasto aglomerado de edifícios algo que fizesse sentido. Transitava olhando para cima e para baixo, num movimento sem sincronia, como num ritual. Procurava no vazio uma explicação para o que lhe acontecia. Parecia perdido, mas os caminhos em que transitava lhe eram familiares. Os conheceu num tempo passado. Um tempo que o sol ali brilhava radiante, sem perceber os rumos que aqueles dias moldariam em sua vida. Pensava em quantas vezes já havia pisado naquela calçada; em quantas vezes havia desviado daqueles canteiros de flores e árvores; em quantas vezes esperara para atravessar aquelas mesmas ruas; e em quantos carros já havia passado, estacionado e visto naqueles anos todos. Quantas pessoas cruzaram por ele nesses caminhos, transformando-se em meros desconhecidos para todo o sempre. Quando se pondera a eternidade se descobre que mesmo que sua memória fosse a mais genial, ainda não poderia lembrar-se de todas as pessoas comuns que cruzou por aquelas ruas. Mas, havia uma pessoa em que a esperança de voltar a ver o fazia se movimentar daquela forma sob a chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia a encontrado anteriormente numa rua, noutra ocasião bastante diferente. Era um local comum e não mais o bairro em que transitaram juntos por todos aqueles anos. Foram poucos anos em que estiveram lado a lado numa diferença de horários em que o espaço físico daquelas arquiteturas ecléticas era a única testemunha. Uma testemunha muda de acontecimentos dos mais marcantes de inúmeras vidas e de inúmeras épocas. Mas sua vida naquele momento estava marcada pela chuva, que continuava a não lhe dar trégua. Seu caminhar já se tornava cansado e logo deveria desistir de conseguir este encontro forçado. A esperança deste encontro era maior que a possibilidade real de acontecer. Era de uma melancolia sem limites, numa mistura de sentimentos em que se avaliavam aqueles rumos moldados por aqueles dias radiantes e um futuro que havia ou não se concretizado. A dúvida era o preço da pureza, pois lhe era inútil ter certeza. A certeza que lhe poria fim na sua busca romântica de um encontro sob a chuva. Não encontrava respostas para entender aquele mundo onde parecia ter sido arremessado. Um mundo que tudo parecia fora do lugar. Corria ele em busca daqueles dias radiantes, debaixo da chuva, cada vez mais volumosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua mente a imagem da musa inspiradora de vários e variados assuntos lembrava a lenda das sereias em seu canto apaixonante. O canto que embalava os marinheiros nas profundas águas oceânicas. As imagens de seus passos lado a lado naquelas ruas eram um desejo de extrema magnitude. Mas então resolve passar a pensar em seu estado geral lamentável, de suas roupas encharcadas, de sua barba por fazer e seu cansaço, cada vez mais aparente aos olhos mais destreinados. Foi então que a magia tomou conta de seus olhos. Sim, ela estava lá. Alguns poucos passos, também debaixo da chuva. Estava de botas negras, as mesmas daqueles tempos radiantes e toda molhada, numa tentativa sem sucesso de abrir a porta de seu carro; o mesmo daqueles dias radiantes. Foi então que tentou se aproximar. Mas seu cansaço ganhou e a avistou partindo numa rápida arrancada. Era hora de desistir. Não aconteceria outra vez mais naquele dia. Ela nunca saberia o quão perto estivera; nunca saberia de seu esforço; nunca saberia de seu desejo de encontrá-la. Tomou então o rumo de volta ao seu “esconderijo”, apelido dado ao seu pequeno cômodo alugado ainda naqueles tempos radiantes. A decoração permanecera intocada por todo o tempo que longe estiveram. Era a memória viva de um ritual de devoção a musa inspiradora dos melhores dias de sol pelos quais já havia passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao pequeno cômodo, recolheu a correspondência, menos úmida que sua roupa. No meio de todas aquelas contas atrasadas estava um pequeno envelope verde, sem remetente. Em seu interior um cartão com as seguintes palavras: “Estive por aqui, no intuito de recordas nossos bons tempos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas palavras foram a pior coisa que se poderia ler naquela hora. Tanto esforço para aquele encontro forçado sem qualquer perspectiva de êxito, enquanto a peça chave estava justamente a caminho do único local inalterado e testemunha viva daqueles dias radiantes. Num mesmo dia era sorte demais jogada fora. Agora o cansaço dominava o corpo úmido. Era aquela noite de chuva a pior de todas. Uma verdadeira tempestade, mesmo sem os raios e trovões. Era a vitoria da ansiedade sobre a paciência. Agora nada restava a não ser tentar estar melhor para um novo dia. Nenhuma outra possibilidade estava em questão. Nada naquele momento seria possível. Não havia nenhum número de telefone e mesmo se houvesse não teria como chamar. Estava com as mãos e os pés amarrados, rendido ao cansaço e à desesperança. Mais uma noite, em que a insônia o acompanharia. E a chuva não parava de derramar suas lagrimas cada vez mais geladas e densas. Amanhã seria outro dia. Um dia a menos na vida que poderiam juntos ter. E como era longa aquela noite...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela manhã percebe a porta a bater. Estava mais lamentável ainda, com as roupas úmidas e dores por todo o corpo. Fora difícil seu levantar. A porta batia mais desesperada. Cambaleando consegue atender, e, para sua surpresa, ela estava ali. Radiante. Extraordinária. E com os olhos apreensivos. Olhos vermelhos, como os de quem também havia repousado menos que o necessário. Aquele encontro era o mais inexplicável de todos os tempos e o silencio tomava conta da cena. O convite para a entrada fora feito e aceito. A porta se fecha e o sol passou a penetrar novamente o “esconderijo”. A chuva passou e levou junto os piores sentimentos. Tudo então volta à normalidade. Os carros nas ruas, as pessoas a circular pelas calçadas, as plantas e as flores a se multiplicarem e despertarem de seu descolorido, assim como o sol a brilhar. Quando repentinamente a porta se abre. Por ela vai-se embora a musa de seus sonhos mais inspiradores. A chuva volta então a cair. Uma garoa fina, restabelecendo a normalidade das águas. Mas agora existe a promessa que ela vai voltar. A chuva então nutre agora as flores e as árvores nas calçadas, mantendo-as como vivas testemunhas desses novos tempos antigos, que não voltam mais, assim como uma onda no mar, nada do que foi será igual ao que foi um dia... E que a chuva traga alívio para todos... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;em&gt;"Riders on the storm,&lt;br /&gt;Riders on the storm,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;into this house we're born,&lt;br /&gt;into this world we're thrown&lt;br /&gt;like a dog without a bone,&lt;br /&gt;an actor out alone,&lt;br /&gt;riders on the storm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There's a killer on the Road&lt;br /&gt;His brain is squirming like a toad&lt;br /&gt;Take a long Holiday&lt;br /&gt;Let your children play&lt;br /&gt;If you give this man a ride&lt;br /&gt;Sweet family will die&lt;br /&gt;Killer on the Road&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Girl you gotta love your man&lt;br /&gt;Girl you gotta love your man&lt;br /&gt;Take him by the hand&lt;br /&gt;Make him understand&lt;br /&gt;The world on you depends&lt;br /&gt;Or life will never end&lt;br /&gt;Gotta love your man"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;The Doors - Riders on the Storm - L.A. Woman (1971)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1786923214727885162?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1786923214727885162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1786923214727885162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1786923214727885162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1786923214727885162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/11/chuva.html' title='A chuva'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Su5itm2iQQI/AAAAAAAAAxg/T98JxIflAtQ/s72-c/LA+Woman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-13959144038949430</id><published>2009-10-25T23:55:00.005-02:00</published><updated>2010-04-02T02:04:11.242-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blackmore'/><title type='text'>A Cigana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396745580615600274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SuUXgyvAiJI/AAAAAAAAAxI/UvBPmJIcHmA/s320/stormbringer.jpg" border="0" /&gt;Caminhava eu sozinho, olhando para o chão. Era uma noite nublada - certo que um dia pode ser nublado; não uma noite. Mas aquela noite era nublada – e o chão estava um pouco úmido. Os meus sapatos negros de couro pareciam já bem encharcados e havia muito ainda a caminhar. As pernas já davam sinais do esforço e os pés do desconforto daqueles belos sapatos negros. Pensava eu: se eu fosse mulher faria sentido usar um sapato desconfortável por seu aspecto estético – lembrando sempre de uma amiga que diz que sapato é como lingerie: se é bonita não é confortável; se é confortável não é nem bonita e nem muito menos sexy -, mas era quase o uniforme daquele trabalho péssimo que era obrigado a fazer. No começo tudo parecia tão bonito, aquele shopping, muitas garotas, lojas de muito bom gosto, produtos especiais e importados – e, claro, não era perto da época de natal. Mas o tempo passou e apareceram também as pessoas chatas e mal amadas. O inferno estava ali. Até os sapatos que não brilhavam era motivo para um olhar depreciativo. Minha vontade era usar camisetas do Ramones, All Star e jeans surrado. Mas não. Os sapatinhos de couro preto eram uma das minhas ferramentas de trabalho. As camisas e as calças não me incomodavam, mas aqueles sapatos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquela noite era diferente. Naquele horário o caminho de casa, em que ônibus e metrô já não mais estavam disponíveis, era uma longa caminhada. Não sei ainda como tinha sorrisos até pouco mais de vinte minutos antes, na hora do fechamento da loja. Se pensasse nessa caminhada acho que nem sairia da cama no dia seguinte. Mas aquela noite me sentia diferente. Não sabia definir aquele sentimento. Quando repentinamente me deparei com aquela mulher. Aquele vestido vermelho, de gala, parada de pé em meio à calçada. Era uma visão um pouco maluca para explicar para alguém. Era bela, mas ao mesmo tempo assustadora. E mais assustadora ao vê-la descalça com aquele belo vestido. A cada passo me aproximava mais dela. Seria ela uma miragem? Certo que miragens acontecem em desertos... Tinha uma pele bem branca, como uma criatura das noites, aquelas que habitaram a minha mente durante a infância. E das mesmas lembranças da infância surgiu uma da qual a minha atual psicanalista dizia ser uma representação de um desejo - e eu sempre senti que era a minha salvação. E logo parei. Ela então conversou comigo. Perguntou-me se eu era aquele garoto que sempre andava com um coelho azul pela mão – igual ao da querida Mônica. Perguntou depois do meu carrinho vermelho, que havia ganhado no aniversário de 8 anos de idade - e havia perdido numa viagem. Eu estava parado. Sem responder nada. Não sei dizer quanto tempo mais ela me questionou contando parte da minha vida. E ela parecia igual àquelas imagens da infância. Logo me tocou a mão. Senti uma segurança incrível naquele ato. Passaram-se alguns minutos, em silêncio, nós nos tocando. Se pudesse dizer uma única frase diria que ela é a paixão recolhida de toda minha vida. Os cabelos pareciam diferentes da época de infância. E logo me disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pronto. Vá para a casa de seu amigo Carlos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entendi muito bem e logo ela dobrou a esquina, desaparecendo - em passos elegantes, como pequenos pulinhos de uma adolescente em chamas. Logo retomei minha caminhada rumo a minha casinha, quando avistei um tumulto enorme em frente ao meu prédio. Carros de polícia e um do corpo de bombeiros. Era um incêndio e meu apartamento fora uns dos queimados. Foi por conta de uma explosão, cerca de cinco minutos antes da minha chegada. Meu desespero era enorme. Principalmente lembrando que antes do incêndio da casa dos meus avôs tinha também encontrado aquela cigana, isso ainda na minha infância. Agora não tinha mais nada. Para onde iria? Foi quando percebi porque falou para ir para a casa do Carlos. Tomei então uma carona com a viatura de polícia rumando para o apartamento do Carlos, poucas quadras do meu. Bati em sua porta e lá estava ele com duas amigas – uma delas a cigana descalça. Ele então me falou para entrar que tínhamos muito a conversar. A cigana tinha trazido minhas roupas, fotos, cds e livros. Tudo estava na sala do Carlão. A vitrola então rolava uma música do Deep Purple, bastante significativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tell me gypsy can you see me&lt;br /&gt;In your crystal Ball&lt;br /&gt;I'm asking you what can I do&lt;br /&gt;My back's against the wall&lt;br /&gt;And I can't hold on much longer&lt;br /&gt;So I've come to you my friend&lt;br /&gt;For now my life seems at an end&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;I came to see you once before&lt;br /&gt;One hundred years ago&lt;br /&gt;You took my hand and broke the spell&lt;br /&gt;That should have let me go&lt;br /&gt;But my years have gone so slowly&lt;br /&gt;So I'm here again my friend&lt;br /&gt;For now my life is at an end&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Gypsy – Deep Purple (1974)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-13959144038949430?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/13959144038949430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=13959144038949430' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/13959144038949430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/13959144038949430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/cigana.html' title='A Cigana'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SuUXgyvAiJI/AAAAAAAAAxI/UvBPmJIcHmA/s72-c/stormbringer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1411917643146747241</id><published>2009-10-25T23:40:00.004-02:00</published><updated>2009-10-25T23:47:28.324-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>O Lavabo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SuT-PG4sQhI/AAAAAAAAAxA/TGzQUxKEjp8/s1600-h/lavabo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396717788996583954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SuT-PG4sQhI/AAAAAAAAAxA/TGzQUxKEjp8/s320/lavabo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tivesse você a possibilidade de fazer “o lavabo dos seus sonhos”, como ele seria? Eu já decidi. Não só decidi como também já “copiei” em projeto certa vez... Isso pode ser plágio ou inspiração. Prefiro dizer que era uma inspiração, já que não havia a mesma intensidade dos materiais deste da foto, projeto do escritório Jacobsen + Bernardes. Ultimamente venho prestando muito mais atenção aos materiais utilizados nos projetos. E eu que um dia houvera dito que achava esta questão sobre o uso dos materiais empolgação filosófica arquitetônica dos anos 1980... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;No momento atual começo a me preocupar não só com os materiais, mas com uma condição de utilizá-los. Entender as características do uso dos materiais naturais; compreender o efeito que cada um tem por sua natureza e não mais só o uso “genérico” – aquele que se expressa dessa forma: “madeira”, “pedra”, “mármore” – e o seu uso no contexto completo do projeto. Mas tem ainda algo que sempre foge do controle: as partes vivas do projeto. Nesse mesmo exemplo de lavabo, o jardim tem vida. Ele cresce, seca, em suma, se transforma. Conforme já havia falado numa &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/tecnologias.html"&gt;postagem anterior&lt;/a&gt;, o novo conceito de sustentabilidade acaba por trazer do passado o uso dos materiais naturais, principalmente a madeira, por ser renovável. Mas como pensar em madeira numa área molhada como o lavabo? Então parte-se para o uso das pedras naturais, juntamente por seu menor impacto ao meio ambiente. E, além disso, nasce uma arquitetura totalmente nova sempre – onde o lugar, a textura, a forma, os veios das pedras, fazem ser sempre únicos estes ambientes. Este texto pode ter ainda mais outras dimensões e prolongamentos, questionamentos e focos, mas o que quero colocar aqui é como a simplicidade de um pequeno ambiente com uma pequena dose de arquitetura pode ser tão diferente de tudo o que se viu antes - e nada disso tem uma diferença financeira tão relevante, ou seja, não é uma questão de economia ou custo, mas de arquitetura pura. E como não se pode tratar de um caminho arquitetônico a partir de um simples (nem tão simples assim) lavabo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1411917643146747241?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1411917643146747241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1411917643146747241' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1411917643146747241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1411917643146747241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/o-lavabo.html' title='O Lavabo'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SuT-PG4sQhI/AAAAAAAAAxA/TGzQUxKEjp8/s72-c/lavabo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1543803997697872172</id><published>2009-10-22T21:22:00.001-02:00</published><updated>2009-10-22T21:27:43.048-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esportes'/><title type='text'>E não deu Rubens mesmo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bem, era de se esperar que Rubens não ganhasse a corrida. Não por nada, depois de Ayrton Senna não houve mais nenhum campeão do mundo brasileiro. Além de Felipe Massa, nem em Interlagos algum piloto brasileiro ganho mais... Não seria o sem sorte do Rubens que ganharia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, que foi mal mesmo com ele foi José Simão: &lt;em&gt;“(...) Agora piada pronta foi a manchete que o Simão viu no caderno de esportes da Folha na véspera da corrida: Novos freios empurram o Barrichello! Rarararará. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;E aí teve a corrida. E o Rubinho não ganhou! Normal. Ele não pode ganhar porque ele é o nosso anti-herói, ele tem que fazer coisa engraçada. O Rubinho é o nosso piloto trapalhão. O pneu furou... mas o pneu não fura nem na rua mais. É piada de antigamente: atrasei no trabalho porque o pneu furou. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Até a mãe do Simão brincava: furou o pneu do bonde! De tão antigo que isso é!(...)”&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/monkeynews/ultnot/2009/10/19/ult2529u531.jhtm"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1543803997697872172?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1543803997697872172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1543803997697872172' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1543803997697872172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1543803997697872172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/e-nao-deu-rubens-mesmo.html' title='E não deu Rubens mesmo...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6751728888484339677</id><published>2009-10-17T14:23:00.001-03:00</published><updated>2009-10-17T14:24:38.577-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esportes'/><title type='text'>E amanhã vai dar Rubens?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dois pilotos de segunda classe disputam um campeonato em que as três maiores estrelas da Fórmula 1 atual não ascenderam durante o ano inteiro. Uma delas, a única com verdadeira causa, foi Felipe Massa, cujo acidente quase o afastou em definitivo das pistas. Era e é o piloto que mais gosto de ver correndo. Sem ele o campeonato fica bem chato e sem muito interesse. Fernando Alonso, que ganhou dois campeonatos com Michael Schumacher nas pistas é a outra estrela que neste ano não brilhou. O espanhol merece todo o crédito que teve e tem. Lewis Hamilton, que não gosto do jeito que corre, é um piloto jovem que nunca vai ter mais do que já teve... Não creio que venha a ser tão melhor do que mostrou até aqui. Mas, contudo, é um campeão mundial. Rubens Barrichello, com toda sua experiência, não é campeão mundial e creio que não venha a ganhar amanhã em Interlagos. Não acho que ganhará nem a corrida... Se ganhar será uma boa festa, para ele... De resto o campeonato não teve lá muita emoção este ano, principalmente ao se comparar com o de 2008.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6751728888484339677?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6751728888484339677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6751728888484339677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6751728888484339677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6751728888484339677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/e-amanha-vai-dar-rubens.html' title='E amanhã vai dar Rubens?'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5340524823957329793</id><published>2009-10-12T15:34:00.000-03:00</published><updated>2009-10-12T15:36:10.625-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>O Nobel para Obama...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não entendi nada. O Nobel não é uma menção, uma láurea, uma homenagem, aos que fizeram algum fato notável em prol da humanidade? Pois bem, quero eu saber o que Obama fez pela paz em incríveis nove meses? Juro, não consegui encontrar nada para tamanha menção. Mas de qualquer forma, este mundo louco esta me deixando são demais... Vou deixar de tentar entender certas coisas... Só espero não ter que ouvir de alguém um dia as saudades de George Bush... Algo como pude ouvir aqui por estas terras: “Nada pode ser pior que o Sarney...” (quando da posse de Fernando Collor).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5340524823957329793?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5340524823957329793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5340524823957329793' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5340524823957329793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5340524823957329793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/o-nobel-para-obama.html' title='O Nobel para Obama...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2485907919777694356</id><published>2009-10-12T14:57:00.005-03:00</published><updated>2009-10-13T00:51:05.622-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Geneton...</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.geneton.com.br/"&gt;Geneton Morais Neto&lt;/a&gt; é um jornalista que já falei por aqui algumas vezes de seus livros (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/08/o-beijo-da-morte.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/04/uma-fila-de-livros.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, por exemplo). E até hoje ainda não sei o que ele particularmente pensa. Um jornalista de mão cheia, que já vi entrevistas desde José Sarney a Caetano Veloso, além desta última (que li, de 2004) com &lt;a href="http://www.geneton.com.br/archives/000026.html"&gt;Paul Johnson&lt;/a&gt; (esta foi uma dica do blog do Daniel Piza). Navega pelos assuntos da política, dos grandes acontecimentos – como o narrado em &lt;em&gt;Dossiê Moscou&lt;/em&gt; -, da música e de personalidades. Sempre com grande quantidade – e qualidade - de informações. Atualmente leio uma quantidade de jornalistas além da habitual quantidade de artigos acadêmicos – estes ultimamente andam-me “estressando” um bocado. Na verdade nem são tantos jornalistas assim, e praticamente todos ligados a cultura ou aspectos culturais. Como dizem por aí, o jornalismo cultural anda em alta... Pelo menos nas minhas leituras informativas...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2485907919777694356?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2485907919777694356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2485907919777694356' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2485907919777694356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2485907919777694356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/geneton.html' title='Geneton...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7500043018406303211</id><published>2009-10-12T14:42:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T14:54:25.311-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reinaldo Azevedo'/><title type='text'>Para novembro...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391772813994409010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/StNszre-vDI/AAAAAAAAAw4/dzOMiOYSpEc/s320/reinaldo-maximas-de-um-pais-minimo.jpg" border="0" /&gt;Estava sentado lendo um texto que foi publicado em &lt;em&gt;O País dos Petralhas&lt;/em&gt; quando me dei conta de que exatamente neste dia 07 de outubro fez um ano que eu peguei autógrafo e bati um papinho com o Reinaldo Azevedo – ele autografou tanto &lt;em&gt;O País dos Petralhas&lt;/em&gt; quanto &lt;em&gt;Contra o Consenso&lt;/em&gt;, este último assunto do nosso breve bate-papo. E não é que para minha surpresa em novembro chega às livrarias o terceiro livro dele: &lt;em&gt;Máximas de um país mínimo&lt;/em&gt;. O engraçado é que quando comecei a ler seu blog tinha um pé atrás com ele, por ele ser “muito tucano”... O mais interessante não é discordar dele, como fazem petralhas a rodo mundo a fora, mas entender a complexidade de pensamentos por trás de suas palavras. Não à toa este livro foca exatamente nessas palavras. Um trabalho até inédito (nem tanto) e ainda mais interessante porque feito pelo próprio autor. Mas que a saudade de um crítico de literatura e de cultura geral ainda é maior que suas palavras sobre a política (talvez, a falta dela) no Brasil. (&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eis-o-novo-livro-chega-em-novembro/"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7500043018406303211?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7500043018406303211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7500043018406303211' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7500043018406303211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7500043018406303211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/para-novembro.html' title='Para novembro...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/StNszre-vDI/AAAAAAAAAw4/dzOMiOYSpEc/s72-c/reinaldo-maximas-de-um-pais-minimo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-3778072885522722298</id><published>2009-10-12T14:05:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T14:42:29.203-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guterman'/><title type='text'>E o futebol...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/StNkMMbu1lI/AAAAAAAAAww/eB_XbPMr1fo/s1600-h/guterman.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391763339551364690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 223px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/StNkMMbu1lI/AAAAAAAAAww/eB_XbPMr1fo/s320/guterman.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quem diria... outro dia fiz uma &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/04/os-intelectuais-e-o-futebol.html"&gt;listinha de pessoas “meio intelectuais” que gostavam de futebol&lt;/a&gt;. E nesta lista não constava o nome do jornalista e historiador Marcos Guterman que acaba de lançar &lt;em&gt;O Futebol Explica o Brasil&lt;/em&gt;. Tempos atrás eu e mais outros fãs de &lt;em&gt;haevy metal&lt;/em&gt; tiramos satisfações com ele sobre um comentário (dele), que já foi para blosfera faz tempo, da capa do disco de Megadeth - &lt;em&gt;United Abominations&lt;/em&gt;. Se não me engano em 2007. Após isso venho acompanhando muito suas postagens no seu novo blog. E se não bastasse isso, ele escreveu belíssimo texto este ano no Livro do Ano Barsa, para os que sabem do se trata um “livro do ano”... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Bem, o livro ficara numa fila para possível presente de final de ano e entrará na incrível listinha de títulos a ler. De uma coisa tenho certeza: deve ser muito bem feito e deve ter inúmeras histórias engraçadas no meio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-3778072885522722298?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/3778072885522722298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=3778072885522722298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3778072885522722298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3778072885522722298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/e-o-futebol.html' title='E o futebol...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/StNkMMbu1lI/AAAAAAAAAww/eB_XbPMr1fo/s72-c/guterman.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1833048257681836901</id><published>2009-10-01T23:14:00.003-03:00</published><updated>2009-10-02T00:38:36.116-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Tecnologias...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387822259332266418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 111px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SsVjzIhxObI/AAAAAAAAAwo/LhX38R6r35Q/s320/blackberry.jpg" border="0" /&gt;Começo contando uma velha piada, cheia de pormenores ideológicos e carregada de um sentimento que a cada dia vejo se esvaziar das mentes pensantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os engenheiros americanos da NASA desenvolveram uma caneta que possa escrever mesmo sem a força da gravidade. Uma caneta que pode funcionar na lua. Uma perfeição, uma esferográfica que independente da pressão atmosférica terrestre escreve. Já os cientistas do programa espacial russo adicionaram aos materiais de seus vôos um lápis...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história serve para ao mesmo tempo apresentar duas questões que passam dia sim, dia não, no meu cotidiano: certo nacionalismo bocó e a valorização de tecnologias inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez estava com um primo e este me disse que enquanto o celular dele funcionar ele estará a utilizá-lo. “Para quê celular com câmera, com música, com e-mail ou televisão? O importante é que se consiga ligar para as pessoas.” Por sinal há muito de verdade em seu pensamento. As tecnologias usadas de forma vulgar nada mais são do que meros brinquedos para adultos. Assim como muitas formas outras de tecnologia, simplesmente servem como passatempo e diversão sem praticamente nada adicionar a vida cotidiana. Hoje fico feliz com meu BlackBerry, onde posso ver e mandar e-mail praticamente o dia todo de qualquer lugar. Logicamente se este serviço me custasse muito caro eu o dispensaria. É mais uma questão de mercado do que de tecnologia. Diga-se de passagem, que desfazer esta associação entre mercado e tecnologia é condição para a “demência das ambições tecnológicas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começando com a questão da caneta que escreve na lua, ela realmente existe. E hoje é algo até normal. São aquelas canetas com um refil de aço, normalmente da Parker ou outras cujo refil é um tubo vedado sob pressão. Claramente o lápis resolveria o problema, mas a caneta é de uma precisão incrível e hoje além de um sinal de tecnologia é um sinal de status. Essa questão do status ainda move muitas das relações humanas e é algo que move de certa forma a industria e assim o financiamento de novas tecnologias que podem ter utilidades muito mais amplas, entre elas, uma da moda, é o GPS. A principal questão da tecnologia é que ela sempre trás algo novo, que pode melhora a vida e uma desvantagem, muitas vezes imperceptível. No caso do GPS parece óbvio o benefício: encontrar as ruas e não se perder mais. A desvantagem, nesse caso, é moral. Com o GPS você pode ser rastreado, monitorado assim como a ficção mais absurda de George Orwell (não necessariamente, claro...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra questão apresentada de forma ideológica na piadinha é a de tratar sempre de bobos os americanos, para valorizar as idéias soviéticas, aquela idéia marxista, predominante durante a Guerra Fria. Por sinal, bastante influente até mesmo no Brasil de hoje... Esse pseudo-nacionalismo demonstrado por meio de um antiamericanismo é de uma estupidez voraz. Certo que ainda existe um grande número de pessoas que ainda resistem em pensar como colonizado, simplesmente colocando o mundo sob duas visões: uma européia e outra americana. Como se fosse possível esquecer o oriente, ou mesmo a questão do Oriente Médio. E mesmo essa visão já naufraga levando em conta a diversidade cultural dos povos europeus... Ou seja, as duas questões que parecem desconexas – a tecnologia e o nacionalismo bocó – tem uma enorme conexão, principalmente ao se falar que hoje as tecnologias não são mais monopólio de americanos, ingleses ou alemães, mas também disputam os mercados os japoneses e mais recentemente os chineses e indianos. E hoje se falar em nacionalismo em termos tecnológicos é como se falar em parar de comer hambúrguer e tomar coca-cola por ser “coisa de americano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda ao se falar de tecnologia existem certas questões cuja tecnologia ainda é a mesma de muitos séculos atrás. Principalmente ao se cogitar o conceito de sustentabilidade, como na construção civil, onde hoje há a valorização de materiais naturais, como as pedras e as madeiras, por sua menor agressão ao meio ambiente. Mas pedras e madeiras nada mais são que os materiais utilizados à séculos nas construções... Como numa letra do primeiro disco dos Engenheiros do Hawaii (achou que eu não citaria nada deles, sempre surpreendo em encontrar nas letras do Humberto alguma pertinência...) “Você/ que tem idéias tão modernas / é o mesmo homem / que vivia nas cavernas (...)” (Crônica – 1986), como também não podemos esquecer que nem toda a tecnologia pode substituir a presença humana. De que adianta um edifício finamente projetado na mais alta precisão tecnológica se ainda hoje muito do trabalho é feito de forma artesanal? Sabe-se que a industrialização teve suas fases, como as descritas nos trabalho de CIRIBINI, dos anos 1960, assim como a tecnologia, hoje são indiscutíveis seus benefícios na vida atual. Mas dizer que hoje se vive muito melhor que em séculos passados não é de jeito nenhum dizer que se evoluiu. Simplesmente há descobertas que se traduziram em conforto, o que só vai ser avaliado nos próximos séculos, onde alarmistas como Al Gore e outros serão lembrados (se forem lembrados) como mais alguns malucos que se recusavam a aceitar a lógica de que “não há ganho sem dor” (esta frase data de uma palestra que assisti em 1993, do inglês &lt;em&gt;No pain, no gain&lt;/em&gt;). E a cada vez que entro nessa questão tenho em mente o que certa vez Zeca Camargo comentou sobre qual a diferença entre nascer aqui no Brasil ou num lugar como aqueles que visitou em suas duas voltas ao mundo. São estas pequenas sementes que me fazem pensar que ainda existe algo por entender além desses clichês todos, e que há vida sem essa parafernália tecnológica que parece aprisionar as pessoas, ou fazer delas pessoas como Mersault, de &lt;em&gt;O Estrangeiro&lt;/em&gt; de Albert Camus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1833048257681836901?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1833048257681836901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1833048257681836901' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1833048257681836901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1833048257681836901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/10/tecnologias.html' title='Tecnologias...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SsVjzIhxObI/AAAAAAAAAwo/LhX38R6r35Q/s72-c/blackberry.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2537096767118413236</id><published>2009-09-20T11:17:00.002-03:00</published><updated>2009-09-20T11:20:09.974-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>O Preço...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SrY58-vwGaI/AAAAAAAAAwg/KL-1jDmxBmk/s1600-h/Opel_Kadett_GSI.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383554124366223778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 183px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SrY58-vwGaI/AAAAAAAAAwg/KL-1jDmxBmk/s320/Opel_Kadett_GSI.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um carro: Chevrolet Kadett, ano 1996. Completamente original e em fase de restauro. Faltavam os estofamentos, alguns itens de parte elétrica e alguns detalhes de puxadores. A lataria brilhava do polimento. Estava em perfeito estado e mostrando os defeitos constatados por donos de Kadett, tais como problemas com a bomba de combustível, as travessas dos bancos entre outros. Um motor de 1.8 l e uma potência de motor de mais de 100 CV, a álcool, era um carro e tanto, ainda mais levando em conta que estava com a família desde sempre. Único dono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram treze anos com o carro que desapareceu na porta do hospital Beneficência Portuguesa na noite de sábado. A sensação estranha de passar no local onde havia estacionado pelo menos mais umas cinco vezes e não entendendo o que havia acontecido. Afinal, tinha estacionado ali fazia pouco mais de uma hora. Parar na “via pública” é uma condição aparentemente normal em qualquer cidade do mundo. Parava na rua sempre, durante os anos de faculdade, ao redor do Mackenzie. Sempre parei na rua durante as aulas na pós-graduação, também em volta do Mackenzie, já que o curso de pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo fica a cerca de 100 metros do Mackenzie. Também estacionava na “via pública” (assim que é identificado no boletim de ocorrência da Polícia Civil) nos meus trabalhos, tanto no Itaim Bibi, quanto na Vila Olímpia. Não tinha toca-cds, não tinha nada que fosse interessante para um ladrãozinho a não ser o próprio carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não achava que o carro fosse um “objeto de desejo” dos ladrões de automóveis. Se o é, é por causa das peças de reposição e do comercio “espertalhão” das peças usadas. Mais uma mostra de subdesenvolvimento brasileiro. Subdesenvolvimento também cultural, não apenas econômico. Ter uma “caranga” velha para trabalhar e mesmo assim o carro sumir é o fim da picada. Certo que o carro estava bonito, mas era velho e estava com vários defeitinhos. Sei que isso acontece o tempo todo, o que é pior ainda. E esse meu desabafo é mais uma vez uma história que será somada a outras tantas e nada vai mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dizia o Humberto em 1987, “nossos sonhos são os mesmos/ há muito tempo/ mas não há mais muito tempo pra sonhar” e não adianta nada falar sobre por que não parou no estacionamento. Por que não fui embora antes. Por que e mais porquês. E lembrar de um amigo que perdeu o carro, sem seguro, por conta de dez minutos entre sua descida do carro e volta ao lugar onde havia estacionado. Teriam os mesmo porquês? São cousas dadas pelo Fortuna, como diriam o gregos antigos (ou seriam os romanos?). Claro que sempre trabalhei nos limites, de sempre estacionar na rua. Talvez um pouco mais de investimento em cuidado, eu não tivesse que passar por este transtorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim o que mais incomoda são os pneus Michelin de pouco mais de seis meses, o que me arrependo agora de não ter “ralado” mais, os fazendo cantar com graça (coisa que donos de Kadett sabem ser comum em saídas um pouco mais bruscas). Era uma parte da história da minha vida de motorista aquele carrinho, que agora deve estar sendo despedaçado em algum ferro-velho. Os sentimentos se vão; ficam as histórias. E como no final de “E o Vento Levou”, amanhã será um novo dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2537096767118413236?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2537096767118413236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2537096767118413236' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2537096767118413236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2537096767118413236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/09/o-preco.html' title='O Preço...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SrY58-vwGaI/AAAAAAAAAwg/KL-1jDmxBmk/s72-c/Opel_Kadett_GSI.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1735372857560001600</id><published>2009-09-12T12:47:00.006-03:00</published><updated>2009-09-12T12:54:01.500-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><title type='text'>Olhos vermelhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SqvDUfKZQoI/AAAAAAAAAwY/kPgHXRn2Coc/s1600-h/rosa-6072.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380608936554087042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SqvDUfKZQoI/AAAAAAAAAwY/kPgHXRn2Coc/s200/rosa-6072.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SqvDHmAkkHI/AAAAAAAAAwQ/h4gA5_oAwPk/s1600-h/rosa-6072.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;Quando os vejo&lt;br /&gt;Na calada da noite&lt;br /&gt;Tenho a certeza:&lt;br /&gt;Que são belos e grandes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma grandeza sem limite,&lt;br /&gt;De uma emoção renovada,&lt;br /&gt;De uma beleza sem igual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os vejo&lt;br /&gt;No meio da madrugada&lt;br /&gt;São mais belos e vivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E brilham como o sol&lt;br /&gt;Na roseira da parreira&lt;br /&gt;Seus belos olhos vermelhos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1735372857560001600?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1735372857560001600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1735372857560001600' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1735372857560001600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1735372857560001600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/09/olhos-vermelhos.html' title='Olhos vermelhos'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SqvDUfKZQoI/AAAAAAAAAwY/kPgHXRn2Coc/s72-c/rosa-6072.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7083431623507002213</id><published>2009-09-03T00:27:00.001-03:00</published><updated>2009-09-03T00:37:12.892-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Santos 1, Corinthians 2...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Falar mais um pouco sobre futebol. Parece que meu time esta reagindo. Desde quando eu dei uma pausa nos meus escritos – por inúmeros motivos, falta de monitor, estudando, trabalhando – o time deu uma baixa ao mesmo tempo. Ronaldo se machucou; outros jogadores saíram; o time praticamente estava desmantelado. Fazer o que. Mas hoje teve uma reação inesperada. Na verdade não sei dizer se era inesperada. Comecei a assistir ao jogo aos 30 minutos do segundo tempo. Timão estava perdendo no Pacaembu de 1 a 0. De repente um gol. Minutos depois outro. E lá foi o timão para sua quarta vitória, em cinco jogos, sobre o Santos nesta temporada. Bom ver meu time reagindo. Agora é só melhorar um pouquinho mais e quem sabe começar a pensar no título e na tríplice coroa. Para quem vivia o inferno da segunda divisão em 2008...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7083431623507002213?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7083431623507002213/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7083431623507002213' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7083431623507002213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7083431623507002213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/09/santos-1-corinthians-2.html' title='Santos 1, Corinthians 2...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5370671396724193216</id><published>2009-09-03T00:20:00.001-03:00</published><updated>2009-09-03T00:27:34.192-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zeca Camargo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>Por que não acaba logo No Limite?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não acompanhei nem sequer um episódio dessa temporada. Para ser mais exato, lá pelos idos de 2000, não havia acompanhado também. Muito menos as edições intermediárias. Em 2000 estava passando férias entre Miami, Los Angeles e Las Vegas. Quando voltei preferia relembrar aqueles momentos assistindo TV a cabo e escutando muita, mais muita mesmo, &lt;em&gt;country music&lt;/em&gt; e , claro, &lt;em&gt;rock ´n roll&lt;/em&gt;... &lt;em&gt;No Limite&lt;/em&gt; era algo que todo mundo comentava e eu não tinha a menor idéia do que se tratava. Da mesma forma, quando estava a morar nos Estados Unidos, entre 2005 e 2006, me perguntavam sobre uma novela chamada &lt;em&gt;América&lt;/em&gt; e uma personagem de Débora Secco, a tal Sol, que era uma ilegal “fazendo a América”. Lá vou eu criticar a novela... Pra variar tinha que ser uma novela da Gloria Perez... Bem, o que eu quero dizer é que prefiro Zeca Camargo de volta ao &lt;em&gt;Fantástico&lt;/em&gt;. Assim como também preferia Brito Junior no seu programa matinal ao mais que chato &lt;em&gt;Na Fazenda&lt;/em&gt; – ao qual somente assisti ao primeiro episódio. Por mim todos esses &lt;em&gt;realitty shows&lt;/em&gt; podiam terminar...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5370671396724193216?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5370671396724193216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5370671396724193216' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5370671396724193216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5370671396724193216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/09/por-que-nao-acaba-logo-no-limite.html' title='Por que não acaba logo No Limite?'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-436733316703029313</id><published>2009-09-02T23:01:00.001-03:00</published><updated>2009-09-03T00:10:44.836-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juca Kfouri'/><title type='text'>99 anos... ontem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sp8znBptTVI/AAAAAAAAAwI/3BrBOhYBoyY/s1600-h/timÃ£o+99+anos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377073225654947154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sp8znBptTVI/AAAAAAAAAwI/3BrBOhYBoyY/s400/tim%C3%A3o+99+anos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;99 anos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns! Nem todo mundo sabe o que é ser amado por 99 anos! E aqui reproduzo um trecho da coluna de Juca Kfouri de ontem:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;“Nenhum outro clube brasileiro tem, em seu Estado, tantos torcedores como tem o Corinthians em São Paulo (...).”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso ai. Agora rumo ao centenário!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-436733316703029313?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/436733316703029313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=436733316703029313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/436733316703029313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/436733316703029313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/09/99-anos-ontem.html' title='99 anos... ontem'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sp8znBptTVI/AAAAAAAAAwI/3BrBOhYBoyY/s72-c/tim%C3%A3o+99+anos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6862985252784315459</id><published>2009-08-25T22:36:00.007-03:00</published><updated>2009-09-01T11:44:12.069-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Bons tempos...</title><content type='html'>&lt;em&gt;Perdem-se por aí&lt;br /&gt;A ingenuidade no tempo&lt;br /&gt;Antes coisas pequenas&lt;br /&gt;Faziam tanto bem &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Onde andará&lt;br /&gt;Aquela simplicidade&lt;br /&gt;Hoje é tão difícil&lt;br /&gt;Enxergar um pouco além &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bons tempos aqueles&lt;br /&gt;Era muito mais fácil ser feliz&lt;br /&gt;Ainda pode ser assim &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Está dentro de mim&lt;br /&gt;Escondido em algum canto&lt;br /&gt;Aquele dom de criança&lt;br /&gt;De lidar com o coração &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não sei o que acontece&lt;br /&gt;Se cresce, se esquece&lt;br /&gt;Que nem sempre dá&lt;br /&gt;Pra se agir pela razão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Bons tempos aqueles&lt;br /&gt;Era muito mais fácil ser feliz&lt;br /&gt;Ainda pode ser assim.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda Pode Ser – Cavalo Vapor - 1997&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SpS7J5d0o3I/AAAAAAAAAwA/E32NtUaBopg/s1600-h/cavalo+vapor.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374126034078966642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SpS7J5d0o3I/AAAAAAAAAwA/E32NtUaBopg/s400/cavalo+vapor.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Era uma época em que tudo fazia sentido. Tudo era coerente. Os sonhos pareciam se tornar realidade a cada dia. Uma nova realidade dia a dia se transformava. A vida não era nada fácil, mas a alegria de viver e os encontros casuais ou mesmo marcados faziam cada vez mais sentido. A troca de informações, a curiosidade e a vontade de romper os limites levavam a todos nós para um lugar mágico. Não poderia ser só o lugar; era toda aquela agitação, aquele contato, aquela vontade crescente de viver todos aqueles momentos. Se era felicidade até hoje não se sabe. Seria a felicidade algo assim, tão inquieto e agitado? Não. Deveria ser mesmo um momento mágico. Uma magia que sempre há de se perseguir em vão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele era inquieto. Ela era inquieta. Os dois se aquietavam na reflexão daqueles dias e daquelas noites. Sim, as noites. Tão importante quanto os dias, as noites tinham vida. A magia daqueles tempos estava em não distinguir a noite do dia. As atividades permeavam esta divisão que a noite faz. Uma noite era mais um momento mágico. Não havia mais a importância dos dias da semana. Eles agora não dialogavam mais com o filósofo Garfield das segundas-feiras. Não havia mais rotinas engessadas. A liberdade não era mais vermelha, azul ou branca. Os dias seguiam sempre com a ansiedade de um novo momento. Um novo dia, um novo sonho, uma nova emoção. Para eles dois tudo era novo. As revistas, as roupas, os discos, as danças; tudo era novidade. Tudo parecia ter sempre um “outro lado”. Tudo era mágico. Todo dia existia uma nova determinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim caminharam por aqueles bons tempos. Nada se construiu além de uma dimensão cultural de fontes distintas. Os dois liam, ouviam e discutiam. Nem sempre Friedrich lhes dava razão. Jean-Paul também não era unânime. Mas Albert sim; ele sempre teve razão. E assim o tempo passou. As coisas simples paravam de ter importância. A vida tomava o tempo. O tempo já não era igual para eles. Tudo parecia acabar lentamente. Assim eles seguiram; distantes. Caminhos diferentes, resultados iguais. No final tudo parece estar igual. E assim eles voltaram ao momento anterior, onde tudo parecia ter apenas duas cores. E mais tempo passou. Sempre na angustia da retomada daqueles dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SpS6xCYKBfI/AAAAAAAAAv4/xse6l619F6g/s1600-h/doors+1967.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374125606974391794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 246px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SpS6xCYKBfI/AAAAAAAAAv4/xse6l619F6g/s400/doors+1967.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um dia se reencontraram. Eles continuavam a andar. Caminhavam nas conquistas daqueles velhos sonhos. Agora Viktor lhes emprestava teorias. Tudo parecia incerto. Mas os textos de René sempre alertavam para os tempos que viriam. Agora se sentiam sozinhos. Mais sozinhos ainda com a distância entre eles mesmos. Andavam só. Até que um dia ele passou a andar do “outro lado”. O lado de trás de uma rua sem saída. Ela passou a andar nos campos perdidos dos sentimentos mortos. Não havia mais harmonia. Agora disfarçavam as diferenças. Agora tinham objetivos. Agora os sonhos pareciam distantes; pareciam vazios; pareciam mortos. Nem mesmo Arthur, que nunca foi um grande motivador, conseguia levá-los de volta aos bons tempos. Era o final de tudo? Ou o recomeço de uma nova fase? Nunca se soube. Mas eles um dia se reencontraram. Foi na divisa entre o campo dos sentimentos mortos com a rua de trás. Um elo se refez. Um novo caminho se criou. E eles voltaram a andar na mesma estrada. Na estrada que leva ao campo das liberdades. E John então dava as cartas. As cartas que levariam de novo a todos os novos bons tempos. E assim seguiriam, nas ruas, nas estradas e nos campos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“You know the day destroys the night&lt;br /&gt;Night divides the day&lt;br /&gt;Tried to run&lt;br /&gt;Tried to hide&lt;br /&gt;Break on through to the other side&lt;br /&gt;Break on through to the other side&lt;br /&gt;Break on through to the other side, yeah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We chased our pleasures here&lt;br /&gt;Dug our treasures there&lt;br /&gt;But can you still recall&lt;br /&gt;The time we cried&lt;br /&gt;Break on through to the other side&lt;br /&gt;Break on through to the other side (…)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Break on Through – The Doors - 1967&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6862985252784315459?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6862985252784315459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6862985252784315459' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6862985252784315459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6862985252784315459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/08/bons-tempos.html' title='Bons tempos...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SpS7J5d0o3I/AAAAAAAAAwA/E32NtUaBopg/s72-c/cavalo+vapor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2148316700662980696</id><published>2009-08-24T21:51:00.003-03:00</published><updated>2009-10-12T16:00:01.490-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><title type='text'>A Rosa</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;De seu perfume&lt;br /&gt;Nasce a mescla&lt;br /&gt;O sonho de voar&lt;br /&gt;Sobre a terra, a água e o mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dia sem fim&lt;br /&gt;Que tende a terminar&lt;br /&gt;Sempre antes do que deveria&lt;br /&gt;Para que a saudade cresça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E faça parecer que tudo,&lt;br /&gt;Tudo possa acontecer&lt;br /&gt;De novo um dia&lt;br /&gt;Como da primeira vez&lt;br /&gt;O seu sorriso&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2148316700662980696?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2148316700662980696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2148316700662980696' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2148316700662980696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2148316700662980696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/08/rosa.html' title='A Rosa'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8951148077824494333</id><published>2009-08-15T19:49:00.011-03:00</published><updated>2009-08-16T09:20:25.688-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diary of a madman'/><title type='text'>Diary of a Madman VI</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os shows&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que se fala em música sempre há a diferença de ter visto um show de determinada banda ou artista. A apresentação de um artista é sempre algo surpreendente. Há sempre aquela idade de empolgação de querer ver todos os shows e sempre ocorre um festival de música. Passei por essa idade e ainda hoje assisto a alguns shows, até mesmo em estádios ou experiências sinistras como o &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/03/iron-maiden-e-lama.html"&gt;Autódromo de Interlagos&lt;/a&gt;. Este ano assisti ao &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/jeff-scott-soto.html"&gt;Jeff Scott Sotto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/05/virada-cultural.html"&gt;John Lord&lt;/a&gt; e Iron Madein, este num show histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodRKlCo9sI/AAAAAAAAAvI/ZajJ7yETVWk/s1600-h/Creatures+of+the+Night.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodS3NC2oTI/AAAAAAAAAvo/mO-80I9zSPY/s1600-h/Creatures+of+the+Night.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370352189010518322" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodS3NC2oTI/AAAAAAAAAvo/mO-80I9zSPY/s400/Creatures+of+the+Night.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Numa outra época assisti a uma boa quantidade de shows e uma enorme quantidade de festivais, entre eles &lt;em&gt;Philips Monsters of Rock&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Skoll Rock&lt;/em&gt;. O maior arrependimento até hoje foi não ter visto os festivais &lt;em&gt;Hollywood Rock&lt;/em&gt;, do início dos anos 1990, principalmente o que teve num único dia, Dr. Sin, Engenheiros do Hawaii, L7 e Nirvana (descrito por Zeca Camargo como um dos mais incríveis que assistiu). Festivais são famosos justamente por apresentar bandas completamente diferentes num mesmo dia, e bem por isso cansativo demais. De shows e bandas que não tive o prazer de ver está o Mr. Big, daquele início dos anos 1990, e o Van Halen com Sammy Hagar. E, claro, o mais de todos, Aerosmith - este que por três vezes não consegui assistir. Poderia dizer que o Kiss estaria numa lista um pouco maior, mas eu era criança demais para ter visto o Kiss de &lt;em&gt;Creatures of the Nigth&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro show, de uma banda grande, foi aos 15 anos de idade, em 1991. Mas hoje vou me deter em somente três shows históricos que tive o prazer de assistir. Incrivelmente não vou falar de Yngwie Malmsteen, talvez o artista internacional que mais assisti até hoje. Vou falar do &lt;em&gt;Monsters of Rock&lt;/em&gt; de 1995, mais precisamente 2 de setembro de 1995, com a presença de Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne. Mais precisamente do show do Ozzy, o primeiro em São Paulo. Já havia tocado no &lt;em&gt;Rock in Rio&lt;/em&gt;, em 1985 e este show de 1995 era o retorno de Ozzy aos palcos depois da suspeita de que Ozzy estaria doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodSoxb9zzI/AAAAAAAAAvg/1gf3Z34PPuE/s1600-h/ballbreaker.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370351941081485106" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodSoxb9zzI/AAAAAAAAAvg/1gf3Z34PPuE/s400/ballbreaker.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Para mim não importava que o guitarrista fosse um desconhecido, ex-aluno de &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/01/diary-of-madman-ii.html"&gt;Randy Rhoads&lt;/a&gt;, mas era Ozzy ali no palco. Cantou inúmeras músicas do Black Sabbath e foi pela primeira vez que fiquei em êxtase com uma banda. Já havia ficado emocionado no mesmo dia com a apresentação do Megadeth, que a partir dali se tornou uma das minhas bandas prediletas, assistido-os mais outras vezes e comprando praticamente todos os álbuns. Mas Ozzy ao vivo foi incrível. Estava como sempre, doido, andando de um lado para outro e tocando um clássico atrás do outro. O Pacaembu tremia. Estava ali, pela primeira vez, vendo um ícone do mundo do rock. Uma lenda viva. Aquele palco foi pequeno para o grande Ozzy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodRWgnGtxI/AAAAAAAAAvQ/VRhvzMMgqX8/s1600-h/ballbreaker.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Pouco menos de um ano depois estava de volta ao Pacaembu, em 1996, para assistir ao, até hoje, melhor show da minha vida: AC/DC! A temporada de shows era em função do lançamento do álbum &lt;em&gt;Ballbreaker&lt;/em&gt; e também o AC/DC havia tocado anteriormente naquele &lt;em&gt;Rock in Rio&lt;/em&gt; de 1985. Já gostava de AC/DC logo aos primeiros clipes que assisti na MTV, ainda da temporada de &lt;em&gt;The Razor´s Edge&lt;/em&gt;. Até hoje não faço idéia de onde surgiu Angus Young depois da queda do muro com aquela bola gigante de ferro. Não tenho palavras para descrever os tiros de canhões durante a execução de &lt;em&gt;For Those About Rock&lt;/em&gt; e do sino gigantesco durante &lt;em&gt;Hell´s Bells&lt;/em&gt;. Sem dúvida um show histórico. Não tenho mais palavras para descrever este show que foi emoção atrás de emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodRih_63hI/AAAAAAAAAvY/O_TzL0QEAUg/s1600-h/stranger+in+us+all.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodTD8ZkqQI/AAAAAAAAAvw/IJMZRdoy3XQ/s1600-h/stranger+in+us+all.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; FLOAT: left; HEIGHT: 250px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5370352407880706306" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodTD8ZkqQI/AAAAAAAAAvw/IJMZRdoy3XQ/s400/stranger+in+us+all.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Naquele emocionante 1996 também assisti a outra lenda do rock: Ritchie Blackmore. Foi uma formação incrível do Rainbow e um dos shows mais incríveis que já assisti. Se tivesse que escolher um show para assistir novamente, se isso fosse possível, este seria com certeza o escolhido. Aquele show foi a somatória que qualquer fã de Blackmore se emocionaria. Foram tocadas músicas do Deep Purple, tanto de Daved Coverdale quanto de Ian Gilan, assim como as já clássicas melodias do Rainbow, da fase com Ronnie James Dio. Também histórica foi a participação de Candice Night em &lt;em&gt;Ariel&lt;/em&gt;, além de ter tocado uma versão alucinada de &lt;em&gt;Anya&lt;/em&gt; do álbum &lt;em&gt;The Battle Rages On&lt;/em&gt;, de 1993, do Deep Purple. Sem contar que a quase totalidade do álbum &lt;em&gt;Stranger In Us All&lt;/em&gt;, álbum que apresentava Doogie White, foi executada. Após este show consegui entender o que era ver ao vivo um verdadeiro mestre da guitarra. Agora sonho em assistir Blackmore´s Night ao vivo, de preferência no solo do Velho Mundo... A emoção ainda não acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa outra oportunidade ainda volto a falar dos shows que assisti no &lt;em&gt;Hard Rock Arena&lt;/em&gt;, na reserva dos Seminoles, na Florida. Entre eles, o que até hoje me balança e me emociona só de lembrar: as meninas do &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/02/barracuda.html"&gt;Heart&lt;/a&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8951148077824494333?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8951148077824494333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8951148077824494333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8951148077824494333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8951148077824494333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/08/diary-of-madman-vi.html' title='Diary of a Madman VI'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SodS3NC2oTI/AAAAAAAAAvo/mO-80I9zSPY/s72-c/Creatures+of+the+Night.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7747310666231677848</id><published>2009-08-15T12:58:00.000-03:00</published><updated>2009-08-15T12:59:07.231-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>1996</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta semana senti-me numa máquina do tempo. Em vários momentos, em vários carros diferentes, com pessoas diferentes, tocou nos rádios dos carros a mesma música. Uma música de 1996. Ontem à noite pus o álbum para rodar; álbum que não escutava há muitos anos. Realmente as melodias soam perfeitas tais quais como em 1996. Ao terminar o álbum coloquei outro para rodar. Coincidência ou não, de uma formação de banda que assisti ao vivo em 1996. Diga-se de passagem, histórica. Até gostaria de falar mais destes dois álbuns, mas ficará para uma próxima vez. O engraçado que não é uma questão de nostalgia, pois a coincidência das músicas foi totalmente aleatória. Isto está parecendo a &lt;em&gt;Veja&lt;/em&gt; da semana passada, ao falar dos “acasos”... Que aquela reportagem ativou minha curiosidade não há a menor dúvida...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7747310666231677848?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7747310666231677848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7747310666231677848' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7747310666231677848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7747310666231677848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/08/1996.html' title='1996'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-594243500856509302</id><published>2009-08-15T02:47:00.001-03:00</published><updated>2009-08-15T02:49:14.345-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='internet'/><title type='text'>Problemas técnicos incontroláveis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ou, os raios que caíram do céu...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez me disseram que nada ocorre por acaso. Ficar sem monitor (e duas vezes) no mesmo ano por problemas com descargas atmosféricas é algo quase inconcebível para alguém que tende a ter uma boa rede estabilizada. Porém sempre há uma brecha onde algo dará errado. E, claro, dá errado. Aí os orçamentos para reparo abusam da minha paciência. LCD é algo que agrada; e algo que desagrada muito mais quando não funciona. Que preços são aqueles para consertar? Se era descartável deveria estar escrito em algum lugar. Se aprendi algo com esta experiência é que nunca mais compro nada da Samsung e que ter garantia estendida é algo talvez interessante; afinal havia se passado nada mais que dois meses quando o primeiro monitor se foi. E tenho dito: a fila e o atendimento da autorizada da Samsung é algo incompreensível para alguém que diz ter qualidade no atendimento... E mais uma vez as forças da natureza venceram...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-594243500856509302?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/594243500856509302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=594243500856509302' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/594243500856509302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/594243500856509302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/08/problemas-tecnicos-incontrolaveis.html' title='Problemas técnicos incontroláveis'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-776977714360387781</id><published>2009-07-23T23:59:00.002-03:00</published><updated>2009-07-24T00:12:05.539-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Todo Poderoso Timão!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;E o &lt;strong&gt;Todo Poderoso Timão&lt;/strong&gt; venceu mais uma hoje: 2 x 1 em cima do Vitória. Estamos agora no G4. Bem, mais para que o G4? Já estamos classificados para a Copa Libertadores... Mesmo com atuação apagada de Ronaldo, que pelo menos não teve cartão amarelo, podendo jogar contra o Palmeiras domingo, tivemos um belo jogo. Agora é esperar para ver o Muricy Ramalho em ação... Não quero dizer nada, mas acho que Presidente Prudente vai estremecer... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-776977714360387781?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/776977714360387781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=776977714360387781' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/776977714360387781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/776977714360387781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/todo-poderoso-timao.html' title='Todo Poderoso Timão!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1570411842801806911</id><published>2009-07-23T23:08:00.001-03:00</published><updated>2009-07-23T23:12:38.246-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Piadas arquitetônicas...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dizem que arquitetos têm humor distorcido. E com certeza, quando tem humor, é distorcido mesmo. Ou melhor, alternativo. Mas esta piada que tem no mínimo mais de dez anos é uma das mais imbatíveis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um menino encontra Peter Eisenman observando “volumes sob sol” e fala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Peter Eisenman, Peter Eisenman, me dá 20 autógrafos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele responde, ainda observando os “volumes sob sol”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim Claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pouco depois de refletir sob o assunto, pergunta, já com a caneta empunhada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas para que quer tantos autógrafos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino então responde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para trocar por um do Frank Gehry.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Esta piada não é minha. É muito, muito velha...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1570411842801806911?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1570411842801806911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1570411842801806911' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1570411842801806911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1570411842801806911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/piadas-arquitetonicas.html' title='Piadas arquitetônicas...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7955529691740854889</id><published>2009-07-23T20:15:00.003-03:00</published><updated>2009-07-23T23:08:31.710-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>The Runaways</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Smj9y5bThtI/AAAAAAAAAvA/vt72RGqqSJs/s1600-h/runaways+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361814407235208914" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 312px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Smj9y5bThtI/AAAAAAAAAvA/vt72RGqqSJs/s400/runaways+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje, numa breve passada em um jornal de alguns dias atrás vejo que em 2010 estreará um filme sobre a banda The Runaways. Não que Runaways tenha feito parte da minha infância ou adolescência, mas bandas inspiradas nela e ex-integrantes fizeram. Lita Ford, Joan Jett e L7. A primeira fez parte de vários momentos e talvez seja uma das Runaways que teve maior fama após o final da banda. Joan Jett tem em seu repertorio uma das músicas mais marcantes dos anos 1980: &lt;em&gt;I Love Rock´n Roll&lt;/em&gt;. Um símbolo do &lt;em&gt;rock&lt;/em&gt;. E L7, banda de enorme sucesso no início dos anos 1990, foi onde fiquei sabendo um dia que Runaways existiu. L7 merece mais palavras do que escrevo hoje. Tem um dos discos mais incríveis dos anos 1990: &lt;em&gt;Bricks Are Heavy&lt;/em&gt;. Mas voltando às meninas do Runaways, talvez tenha sido uma das primeiras bandas de &lt;em&gt;rock&lt;/em&gt; com mulheres. Mais que isso, tinha uma dupla influencia: &lt;em&gt;heavy metal&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;punk rock&lt;/em&gt;. O que é bem nítido para alguém que já escutou o som. Além disso, Lita Ford é incrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tivesse que fazer uma postagem sobre as mulheres que tocam &lt;em&gt;rock&lt;/em&gt; com certeza a minha banda número um seria The Runaways. No Brasil é uma banda praticamente desconhecida. Se quando comecei a escutar &lt;em&gt;rock&lt;/em&gt;, na minha adolescência, L7, outra bandas também formada por mulheres, chamou a atenção do público por ser uma banda feminina, imagino como foi nos anos 1970 com The Runaways. Claro, como já escrevi por &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/02/barracuda.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, gosto, e muito, das irmãs Anne e Nancy Wilson do Heart, que também tocavam alto nos anos 1970. E foi uma honra vê-las tocar ao vivo em 2006! Não é nenhuma novidade. Mas o som das Runaways é cru e ao mesmo tempo coeso, que faz até hoje vibrar. Com certeza será um filme interessante, afinal, conhecer fatos inéditos sobre a banda e tal. Nunca soube nada além das músicas. Mas, claro, as chamadas dos jornais tratam de falar sobre um caso amoroso entre Cherie Currie e Joan Jett. Coisa que não faço a menor idéia. E a outra notícia é que Joan Jett será representada pela atriz de &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt;, Kristen Stewart. Bem, falar de uma banda que teve a importância de Runaways e que tem um som pulsante, não é notícia. Estou realmente curioso pelo filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Runaways também tem outro lado pessoal. Tenho um pouco de nostalgia, às vezes (muitas vezes) e esta banda veio num momento destes. Foi logo em 2002 que escutei pela primeira vez a banda. E até hoje fico ainda impressionado com os &lt;em&gt;riffs&lt;/em&gt;, com o andamento das músicas, e a atitude das integrantes. As letras, realmente, refletem uma época e hoje tem um olhar um tanto quanto infantil, até. Infantil não, adolescente. Mas ainda assim bastante datadas. Mas o visual, a atitude, lembrou e muito da minha infância - época que não tinha a menor idéia do acontecia no mundo. Assim também foi com outros discos e até hoje fico a pensar em como foram aqueles anos. Tanto é assim, que em muitos momentos deixo isso aparecer. Outro dia ao falar de um episódio de &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/french-kiss-1977.html"&gt;Cold Case&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, isso foi nítido... Bem, se o filme sobre as Runaways existe, significa que talvez não esteja sozinho nessa nostalgia...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7955529691740854889?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7955529691740854889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7955529691740854889' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7955529691740854889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7955529691740854889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/runaways.html' title='The Runaways'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Smj9y5bThtI/AAAAAAAAAvA/vt72RGqqSJs/s72-c/runaways+01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1417261581783212379</id><published>2009-07-14T22:57:00.003-03:00</published><updated>2009-07-15T00:20:56.108-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Daniel Piza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reinaldo Azevedo'/><title type='text'>Esgotados...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358520679666952386" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 378px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sl1KKuEiKMI/AAAAAAAAAu4/MC4aiBsX_6s/s400/bruna+lombardi+-+filmes.jpg" border="0" /&gt;Esgotados na editora estão os livros de Bruna Lombardi e de Dalton Trevisan. Pode parecer estranho juntar pessoas tão diferentes numa mesma postagem, mas o fato é que pelo menos Trevisan deverá ter em breve a reedição de seu livro mais famoso. &lt;em&gt;O Vampiro de Curitiba&lt;/em&gt;, cujo início do livro o jornalista &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/piza/?title=enquete_qual_a_melhor_abertura_da_litera&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;Daniel Piza&lt;/a&gt; colocou em seu blog, causando-me enorme curiosidade. Já havia escutado algo a respeito da literatura de Trevisan e na edição especial da revista &lt;em&gt;Bravo!&lt;/em&gt; tratando de 100 títulos mais importantes da literatura brasileira, Trevisan reaparece com seu &lt;em&gt;Vampiro&lt;/em&gt;... E este se encontra “esgotado na editora”. Talvez seja na livraria &lt;em&gt;on line&lt;/em&gt;, mas acredito que em breve esteja disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a Bruna Lombardi escritora é algo praticamente &lt;em&gt;underground&lt;/em&gt;. Acabo de ler um texto de &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/chico-buarque-ou-chute-deus-mas-preserve-o-chico/"&gt;Reinaldo Azevedo&lt;/a&gt; e ela aparece novamente. Agora como um fato histórico marcante. Conforme escreve: “&lt;em&gt;Em 1991, fiz uma resenha de &lt;/em&gt;Estorvo&lt;em&gt;, o primeiro romance de Thico. Quase ao mesmo tempo, Bruna Lombardi lançara&lt;/em&gt; Filmes Proibidos&lt;em&gt;. Pediram-me uma resenha de ambos. Lembro que fiz uma piada mais ou menos assim: se é pelos belos olhos, o livro de Bruna é - e é mesmo! - muito melhor. Mas ela foi recebida com o ceticismo que se pode imaginar; ele, com o embevecimento costumeiro e a reverência injustificada da crítica. &lt;/em&gt;Estorvo&lt;em&gt; é um livro chato e pretensioso. (...)&lt;/em&gt;” E olha que o texto tratava de Chico Buarque, recentemente astro da FLIP – Feira Literária Internacional de Paraty. Mas lembrar de Bruna Lombardi é sempre bom. Em dezembro escrevi &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/12/bruna-lombardi.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre meu breve encontro com a atriz. Que vontade de perguntar quando vou poder ler um de seus romances; aqueles que num universo paralelo são raridades e muito bem comentados...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1417261581783212379?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1417261581783212379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1417261581783212379' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1417261581783212379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1417261581783212379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/esgotados.html' title='Esgotados...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sl1KKuEiKMI/AAAAAAAAAu4/MC4aiBsX_6s/s72-c/bruna+lombardi+-+filmes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7888682151536356457</id><published>2009-07-14T21:42:00.002-03:00</published><updated>2009-07-14T21:45:04.687-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tutty Vasques'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Tutty Vasques é o mestre!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava lendo o &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/tutty/?title=vendendo_feito_agua&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;blog do jornalista Tutty Vasques&lt;/a&gt;, que também já assinou belíssimo texto sobre a personagem de Camila Pitanga, Bebel, da novela Paraíso Tropical, em 2007, no livro do ano Barsa de 2008. Ele escreve com muito bom humor, ou como diz seu blog: &lt;em&gt;má notícia é a maior diversão&lt;/em&gt;. Mas &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/tutty/?title=vendendo_feito_agua&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;dessa vez&lt;/a&gt; ele conseguiu o feito: &lt;em&gt;A indústria da pirataria lançou nas calçadas do Rio, além do esperado DVD gravado ao vivo, pequenos frascos com “água da chuva do show de Roberto Carlos no Maracanã”, anunciam os camelôs do centro da cidade. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7888682151536356457?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7888682151536356457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7888682151536356457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7888682151536356457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7888682151536356457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/tutty-vasques-e-o-mestre.html' title='Tutty Vasques é o mestre!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2303694437291897800</id><published>2009-07-09T19:31:00.004-03:00</published><updated>2009-07-09T20:40:13.008-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>O uniforme</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356606980836060610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 316px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlZ9qyYcbcI/AAAAAAAAAuo/BDrEUhKL1VU/s400/synchronicity.jpg" border="0" /&gt;Andava pelo saguão do aeroporto puxando aquela pequena mala. Rabo de cavalo, uniforme vermelho e branco, lenço no pescoço. Sapatos pontudos e sombra sobre os olhos. Perfeita. Passa a passo vinha na minha direção. Ainda não havia me encontrado com seus belos olhos. Mas lá estava eu, observando. Tinha esperado semana a semana, dia a dia, hora a hora, por aquele momento. Vê-la era tudo que queria naquela semana. Não que tivesse sido uma semana ruim ou outra coisa qualquer, afinal aos 21 anos de idade nenhum trabalho e nenhuma faculdade poderiam ser tão estressantes assim. Tudo parecia muito mais fácil depois daquele dia. Aquele talvez fosse o momento em que esperei por toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era uma vida muito longa até ali. Havíamos nos conhecido a cerca de algumas semanas e nos falado depois por telefone outras poucas vezes. Era nosso segundo encontro. Minhas noites que eram regadas a diversões múltiplas pareciam o preparo para aquele momento. Parecia o ritual de passagem para uma nova fase da minha vida; minha primeira paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha feito outra coisa além de observá-la no dia em que a vi sentada. Cada movimento seu era notado por mim. Estava naquele dia de jeans e uma blusinha branca, com os cabelos soltos, sorriso no rosto. Eu estava mesas atrás, com o copo de coca-cola na mão, olhos nela e um silêncio ensurdecedor para meus caros companheiros de balada. Seria somente mais um dia de observador, numa vida, até então, de observador, num futuro de observação, se ela também não tivesse dado o primeiro passo, aquela noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No saguão finalmente me viu. Sorriso no rosto apressou o passo. Aquele som dos passinhos era impressionante. Enfim o beijo. Meu rosto ruborizou. O silêncio só era quebrado por sua voz a contar sobre as cidades que havia conhecido. Tudo nela era interessante. Mas como alguém poderia mudar tanto de um dia para outro? E meu silêncio era metade inquietante e metade deslumbrado, pois nunca imaginei aquele uniforme a me abraçar. E ela continua a contar as novidades, quase lhe faltava o ar de tantas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele primeiro dia o que mais gostei de observar eram seus jogos de cabelos da esquerda para a direita, da direita para esquerda, atrás da orelha, para trás dos ombros, entre outros. No saguão ele mal se mexia. Tinha a curiosidade de tocá-los para saber se estavam duros por algum produto. Uma curiosidade quase tão inquietante a de entender por que aquele pequeno uniforme possuía o poder de transformar algo que era já maravilhoso em simplesmente divino. A minha sorte é que ela sairia para o jantar daquela forma e ainda havia se preocupado se eu me importaria. Se ela soubesse o que sei agora nunca mais vestiria um jeans na vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No restaurante a observava a falar. E como falava. Não se importava com meu silêncio observador. As pausas eram pequenas, entre uma garfada e outra daquele risoto. A cor da páprica destoava de seu uniforme. O uniforme. O uniforme que eu não parava de olhar. Olhava para seus movimentos, para suas pernas que trocavam de posição. Estava lado a lado, pois detesto ficar longe da então minha amada comissária e, mais que tudo, ali também podia observá-la por inteiro. Uma única frase no momento em que a deixei em casa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adorei nossa noite. Você é um amor de pessoa e me escuta como ninguém neste mundo. Até semana que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no caminho de casa pensava nas minhas próximas noites, com o copo de coca-cola na mão a observar o mundo, sonhando com aquele uniforme. E dentro do carro rádio continuava a romper o silêncio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Every breath you take&lt;br /&gt;Every move you make&lt;br /&gt;Every bond you break&lt;br /&gt;Every step you take&lt;br /&gt;Ill be watching you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Every single Day&lt;br /&gt;Every word you say&lt;br /&gt;Every game you play&lt;br /&gt;Every night you stay&lt;br /&gt;Ill be watching you (...)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Every breath you take – The Police - 1983&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2303694437291897800?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2303694437291897800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2303694437291897800' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2303694437291897800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2303694437291897800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/o-uniforme.html' title='O uniforme'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlZ9qyYcbcI/AAAAAAAAAuo/BDrEUhKL1VU/s72-c/synchronicity.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8357416288254908097</id><published>2009-07-09T12:46:00.003-03:00</published><updated>2009-07-09T13:32:02.224-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Corinthians 4, Fluminense 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356498593062418658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 292px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlYbFyddeOI/AAAAAAAAAuY/UPUtUeY-o7s/s400/ronaldo4.jpg" border="0" /&gt;Ronaldo. Mais uma vez: Dentinho. Como é que é? Mais uma vez: Ronaldo. Mais uma vez? Sim, mais uma vez: Ronaldo! É Ronaldo três vezes em quatro gols no jogo da nona rodada do Campeonato Brasileiro contra o Fluminense, e ainda teve participação na jogada do segundo gol, de Dentinho. O Pacaembu aplaudiu de pé! O fluminense ainda assustou, tanto no início do jogo, quanto no segundo tempo tendo feito dois gols. Mas Ronaldo brilhou novamente e pode até pedir música nos gols do &lt;em&gt;Fantástico&lt;/em&gt;. Aguardemos até domingo, com Tadeu Schimidt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog de corintiano é sempre assim: na hora de comentar o jogo do seu time a emoção sempre fala mais alto. Mas uma coisa é certa: ganhou já dois campeonatos este ano, vindo da série B. Uma recuperação incrível. O time, assim como Ronaldo, tem momento de altos e baixos. Mas a fusão de jogadores experientes com novos jogadores e a permanência do técnico anda gerando uma situação que somente fora vista nos últimos anos com o time comandado por Muricy Ramalho, que acabou com uma demissão sem maiores justificativas. Futebol no Brasil é ainda algo amador, sem lá muita estratégia. É jogar e esperar das estrelas – cadentes ou não – brilharem, sempre individualmente. Na hora do brilho o aplauso da torcida. Na hora do apagão a demissão do técnico; afinal sempre há um culpado...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8357416288254908097?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8357416288254908097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8357416288254908097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8357416288254908097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8357416288254908097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/corinthians-4-fluminense-2.html' title='Corinthians 4, Fluminense 2'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlYbFyddeOI/AAAAAAAAAuY/UPUtUeY-o7s/s72-c/ronaldo4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6928143690022097483</id><published>2009-07-05T22:37:00.003-03:00</published><updated>2009-07-06T18:56:19.188-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bob Welch'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>French Kiss (1977)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355163238552172930" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlFcl7Qh-YI/AAAAAAAAAuQ/x8B8t4jOFMw/s400/locomotion.jpg" border="0" /&gt;Estava assistindo &lt;em&gt;Cold Case&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Arquivo Morto&lt;/em&gt;, série da Warner) num episódio em que se reabria um caso ocorrido nos anos 1970, de uma garota morta aos 15 anos de idade, depois de uma noite com uma amiga numa discoteca – meio pista de patinação – ao som incrível de &lt;em&gt;The Locomotion&lt;/em&gt;. Inacreditável que algo que adoro neste seriado é justamente o final, onde sempre há uma música relacionando o tema do crime desvendado. Deste episódio foi &lt;em&gt;Sentimental Lady&lt;/em&gt;, de Bob Welch. Logo que iniciou a música pulei de emoção. É a abertura de um disco que me marcou um momento até recente, entre 2001 e 2002, que até já cheguei a escrever por &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/12/1-duas-msicas-ebony-eyes.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre uma faixa específica deste CD – &lt;em&gt;Fench Kiss&lt;/em&gt; – que é por inteiro algo que se deve conhecer! Não sei dizer o que me emociona tanto neste disco. São tantas sonoridades ao mesmo tempo. Sempre digo que certas horas a música não tem uma explicação lógica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6928143690022097483?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6928143690022097483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6928143690022097483' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6928143690022097483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6928143690022097483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/french-kiss-1977.html' title='French Kiss (1977)'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SlFcl7Qh-YI/AAAAAAAAAuQ/x8B8t4jOFMw/s72-c/locomotion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4486879885056979448</id><published>2009-07-05T15:22:00.003-03:00</published><updated>2009-07-05T16:22:52.135-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>O Humor</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Certa vez assisti a uma palestra de Moacyr Scliar, onde ele falava que para ele livro que não tem humor dentro é livro chato. Não lembro exatamente das palavras que usou ao se referir que na literatura que lhe interessa sempre há o humor. Logo me lembrei do Scliar ao ler uma breve reportagem da FLIP – Feira Literária Internacional de Paraty - sobre o escritor Bernardo Carvalho, que admitiu não ter humor. Ou seja, utilizando do conceito de Scliar, Bernardo Carvalho deve ser chato. O que impressiona na FLIP é a quantidade de gente que vai parar lá sem muita intimidade com a leitura. Ano passado uma das maiores atrações era o autor das histórias em quadrinhos &lt;em&gt;Sandman&lt;/em&gt;, Neil Gaiman. Este ano foi Chico Buarque, que dividiu mesa com Milton Hatoun. E pelo que contam, parece que tudo foi muito chato e sem graça. O humor normalmente é negligenciado na literatura. As pessoas têm que ser sérias demais... Tristeza, temas polêmicos, teorias conspiratórias. O humor não tem vez entre os temas dos “descolados”. Quem dera ler um Mário Prata, de &lt;em&gt;O Morto que Morreu de&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Rir&lt;/em&gt;... Dizem que Philip Roth tem humor nos seus livros e isso começou em &lt;em&gt;Complexo de Portnoy&lt;/em&gt;. Eis um escritor que anda rondando e muito a minha curiosidade. Desde a morte de John Updike escuto muito falar de Philip Roth. Diziam à época que os dois não são literatura... Depois houve o lançamento de &lt;em&gt;Entre Nós&lt;/em&gt;, onde conversa com inúmeros outros autores, entre eles Primo Levi. Não sei dizer se é influencia dos críticos de literatura que leio, mas, cada vez mais, tenho vontade de ler Roth.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4486879885056979448?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4486879885056979448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4486879885056979448' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4486879885056979448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4486879885056979448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/o-humor.html' title='O Humor'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5346573735070419918</id><published>2009-07-03T14:22:00.005-03:00</published><updated>2009-07-03T19:59:44.053-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Mary-Louise Parker</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk5Qkgw2hUI/AAAAAAAAAuI/12UNAv8WYHE/s1600-h/mary-louise-parker.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354305595190445378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 318px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk5Qkgw2hUI/AAAAAAAAAuI/12UNAv8WYHE/s400/mary-louise-parker.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Assisti dia desses um filme da minha adolescência, do qual lembrava de partes. Acho que o assisti em 1992, se não me engano e nunca mais assisti nem sequer trechos. Foi marcante, mas mal lembrava das atrizes. Para ser exato, aqueles filmes do começo dos anos 1990 tinham atrizes estranhas demais, que acabaram por desaparecer. É o caso de Mary-Louise Parker, que não consigo de maneira alguma lembrar de outro filme além de &lt;em&gt;Tomates Verdes Fritos&lt;/em&gt;, mesmo ela tendo uma enorme filmografia. São detalhes que passaram por mim. Pra variar &lt;em&gt;Tomates...&lt;/em&gt; tem um momento dramático que faz qualquer um com sentimentos ficar abalado. Mas as cenas do julgamento são as melhores. De um humor incrível, totalmente previsível, porém, não de forma óbvia. Nada mais incrível que um pastor jurar sobre &lt;em&gt;Moby Dick&lt;/em&gt; em vez da bíblia... Mas é um filme triste, mesmo tendo como principal mensagem a força, a esperança, entre outras. Tudo estava ali, na tela. Um cinema estranho. Às vezes fico a pensar se a história era boa mesmo. Mas foi marcante. E mais marcante é Mary-Louise Parker, que não lembro de mais nada. Sei que está numa série que não acompanho - &lt;em&gt;Weeds&lt;/em&gt;. Mas fico a pensar na sua idade em relação aos papeis que ainda faz na televisão hoje. Parece que ninguém mais envelhece. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5346573735070419918?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5346573735070419918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5346573735070419918' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5346573735070419918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5346573735070419918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/mary-louise-parker.html' title='Mary-Louise Parker'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk5Qkgw2hUI/AAAAAAAAAuI/12UNAv8WYHE/s72-c/mary-louise-parker.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2794749380898012483</id><published>2009-07-03T14:03:00.005-03:00</published><updated>2009-07-03T20:04:32.927-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Coisa mais sem graça...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acabo de ler que &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ibope-1-alckmin-e-favorito-em-sao-paulo/"&gt;Geraldo Alckmin&lt;/a&gt; é o preferido do eleitorado para o governo do estado de São Paulo nas eleições de 2010. Claro, se Serra não for o candidato. Até Gilberto Kassab teria a vitória se não houvesse nenhum tucano na disputa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT não tem nenhum candidato, e até Ciro Gomes é considerado candidato... para governador de... São Paulo! Tem cada uma... Agora o que surpreende é a falta de oposição. Nunca houve eleições sem oposição como as desses últimos tempos. E a culpa disso é da própria oposição, que não faz oposição. Nem quando o PT era oposição (no governo federal, pois no estado de São Paulo ainda é...) era uma oposição burra, sem fundamento a não ser o de desestabilizar o governo. E eram tempos em que as pessoas não tinham dólares na cueca, esquemas tipo “mensalão”, questões golpistas tais como “terceiro mandato”, havia na imprensa pudor em falar coisas sem fundamentos, entre outras condições que faziam parecer que havia uma disputa mais politizada e menos polarizada. Porém, parece que o Senado era o mesmo de sempre; se não eram atos secretos eram painéis eletrônicos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que num país pautado pela política é assim que as coisas andam: paradas. Desde quando a política é a matriz do Estado? Enquanto as pessoas acreditarem mais em políticos do que em si mesmas as coisas vão continuar assim. A ação do governo federal em apoiar os prefeitos é um indicio de que o governo sabe que a célula de um governo é a proximidade com o “povo”, esta entidade que não é nada confiável. Se o povo soubesse o que é bom para eles não seria necessário governo algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, eu sou um defensor do Estado Mínimo, mas falar nisso num país em que se trabalha 5 meses por ano para o governo fica meio difícil de ver qualquer caminho nesse sentido. Por mais reclamações que se tenha sobre o sistema de saúde pública brasileiro, este ainda é melhor e mais amplo que em muitos países, tanto do primeiro mundo e inclusive do “segundo” mundo, principalmente. E até que ponto não se está certo ter um sistema de saúde pública e um sistema de educação governamental? Por isso digo sempre que uma proposta mais próxima do ideal é sempre carregada de reflexão. Mas uma coisa é certa: a política nada tem a ver com isso. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A sorte dos paulistas é ter como candidato Geral Alckmin. Uma boa pessoa que soube governar muito bem o estado e teria sido um presidente da república muito melhor que o atual. Não ganhou a eleição, mas não foi por falta de torcida, mas por falta de “fazer política”. Até hoje me lembro da carta de Fernando Henrique Cardoso e do “silêncio” do PSDB. Lembro também da ameaça idiota de Lula, ao falar das privatizações, da Caixa, Petrobrás, Banco do Brasil e sei lá mais o que. Eu bem que gostaria que as privatizações estivessem na pauta. Acho inútil o Banco do Brasil; a Caixa faz um trabalho que era desempenhado muito bem pelo BNH (e aqui mais uma vez o marido traído jogou fora o sofá em vez de largar a mulher traidora) e a previdência deveria ser separada (isso daria uma postagem gigantesca) e a Petrobrás... Ora, ora, só pelos últimos escândalos já mostra a total falta de competência e da tomada do poder pela politicagem. Se fosse privatizada já seria uma das maiores do mundo, como a Vale... Estado não tem que fazer gasolina ou álcool. Tem que organizar as coisas, fazer estrada, dar segurança, fomentar a educação e a cultura. Só a Petrobrás daria outra postagem inteira. O que “o povo” acha ruim é a melhor coisa para ele mesmo, bem por isso que é uma entidade que não se pode confiar... Se fosse falar da segurança pública, teria que fazer uma enorme postagem... Pois neste caso o problema é federal, e não dos estados e municípios. É justamente o contrário do que faz o governo, que joga a culpa nos estados. Tudo isso é totalmente sem graça e não me dá a mínima vontade de escrever. Falar das misérias brasileiras é coisa para demagogo e coisa sem graça. O que me lembra do incrível texto &lt;em&gt;&lt;a href="http://finaldecampeonato.blogspot.com/2006/06/os-demagogos.html#links"&gt;Os Demagogos&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2794749380898012483?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2794749380898012483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2794749380898012483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2794749380898012483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2794749380898012483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/coisa-mais-sem-graca.html' title='Coisa mais sem graça...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-968559701590475883</id><published>2009-07-02T21:53:00.003-03:00</published><updated>2009-07-02T23:09:40.765-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Timão Campeão... Tricampeão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354045561898846450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk1kElQ8yPI/AAAAAAAAAuA/hC-Emiq64iM/s400/camisa+tri.jpg" border="0" /&gt;Depois do &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/05/timao-campeao.html"&gt;campeonato paulista&lt;/a&gt;, o Sport Club Corinthians Paulista comemora o título de campeão da Copa do Brasil. O tricampeonato: 1995, 2002 e 2009! Agora rumo a Libertadores, no ano do centenário (1910 – 2010)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, falando do jogo, este não valeu à pena. Momentos interessantes no primeiro tempo, com um Corinthians superior ao irregular Internacional. No segundo tempo o desespero do Inter foi tal que começaram algumas confusões, terminando na expulsão de D´Alessandro. No restante do jogo, o maior destaque foi a dança em homenagem a Michael Jackson, logo no primeiro gol, por Jorge Henrique. Não foi uma incrível vitória, mas a festa estava dada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-968559701590475883?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/968559701590475883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=968559701590475883' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/968559701590475883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/968559701590475883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/timao-campeao-tricampeao.html' title='Timão Campeão... Tricampeão'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk1kElQ8yPI/AAAAAAAAAuA/hC-Emiq64iM/s72-c/camisa+tri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6633177676397406324</id><published>2009-07-02T20:26:00.005-03:00</published><updated>2009-07-02T21:46:28.507-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guterman'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>Interferência americana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sempre me pergunto sobre a possibilidade real de se ter no mundo outro país como os Estados Unidos. Só lá há a verdadeira liberdade de ser antiamericano sendo americano. A liberdade de poder ser contra a liberdade. A liberdade de poder ser a favor do fim da liberdade. Bem, é muito estranho mesmo um país ter uma economia aberta, bastante competitiva, às vezes até selvagem, mas nunca centralizada ou de comando único. Não compreendo a total vulgarização da expressão “os americanos”. Seria como falar que “os brasileiros”. Como se existisse algum comando central aqui no Brasil. Aqui as coisas não acontecem por ser o país do “direito adquirido” e dos cartórios. Não o país da livre competição, do mérito. Uma vez, numa bela explanação, um economista falou de sete problemas principais do Brasil: 1 - O culto da inveja; 2 - O culto do direito adquirido; 3 – O culto do mundo do “menos”; 4- O desprezo do civismo; 5 – O culto da geografia; 6 – Baixa cristianização; e 7 – A miséria da cultura do Brasil. Claro, sobre estes pontos poderia escrever por horas, sem parar... Mas o que queria colocar é sobre a falta de capacidade de pensar fora de um esquema de conspiração imaginária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala de uma Rússia, de uma China, vemos claramente que as coisas são centralizadas, onde há uma verdadeira condição para que o Estado avance, principalmente sobre as liberdades individuais e sobre as idéias. Nos Estados Unidos somente nas áreas em que o Estado é requisitado ele está presente. Nos últimos tempos há uma clara revisão nestes termos e isso não é entendido quando se observa a sociedade de fora do país (caso da saúde pública, por exemplo). Mesmo quando no país, algumas pessoas pensam de forma equivocada. Eu mesmo não entendia certas atitudes, quando lá morei. E fui entendendo aos poucos ouvindo e vendo aqueles conceitos que na Europa chamam de universais. Por lá já passaram desta fase e os Estados europeus em muitos casos ainda não sabem lidar com as demandas da sociedade. Há por sinal questões econômicas de ordens distintas, e de ordem social muito semelhante. Mas estas todas buscam fugir de uma forma autoritária, às vezes mais branda, às vezes mais dura, do politicamente correto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mandaram-me e-mails sobre o que escrevi a respeito dos problemas a serem enfrentados por Obama. A grande maioria sem a menor condição de debate. Coisas como “você não acredita nele”... Se um dia tivesse acreditado não teria “torcido” para o McCain... Obama não é um candidato do “politicamente correto”, conforme muitas análises “profundas” tendem a me contradizer. Ele é um democrata típico, sem maiores diferenças. Quando confrontado no dia-a-dia político tende a dar respostas típicas dos democratas. Mas uma questão é inacreditável, e com Obama no comando fica óbvia: não há influencia conspiratória dos americanos no mundo! A interferência americana ocorre de várias formas, mas nunca por meio da CIA, como querem sempre afirmar aqueles “grandes homens” que esquecem que existe outro lado na Guerra Fria. O mais incrível é deixar de falar sobre fatos para falar sobre hipóteses.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um fato óbvio esta na reportagem do &lt;em&gt;El País&lt;/em&gt;, no dia primeiro de julho, com o historiador Paul Kennedy. (O engraçado aqui, é que tem gente que nem lê o &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt;, quanto mais falar sobre a &lt;em&gt;The Economist&lt;/em&gt; ou do &lt;em&gt;El País&lt;/em&gt;; ou do meu predileto &lt;em&gt;Le Figaro&lt;/em&gt;... e olha que meu francês é desastroso... e ainda se dizem “informados”. O pior de tudo que essa mania de ir aos jornais estrangeiros começou na Copa de 2002, com um jornalista da &lt;em&gt;AllTV&lt;/em&gt;; vivia por lá enchendo a paciência de vários deles e acabei aprendendo alguma coisa com eles.) Paul coloca o Irã como uma das questões em que os Estados Unidos nada pode fazer de concreto no momento. Porém, olhem só o que diz o “outro lado”, por Marcos Guterman: &lt;em&gt;“Mohammad Hassan Ghadiri, embaixador do Irã no México, acusou a CIA de estar por trás do assassinato de Neda Agha-Soltan, a mártir da oposição iraniana. (...)”&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/guterman/?title=os_indecentes_adoram_uma_teoria_da_consp&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;São por estas e outras declarações que eu destaco que existem jornalistas sérios, como Guterman, que pelo título dá o tom da notícia – &lt;em&gt;Os indecentes adoram uma teoria da conspiração&lt;/em&gt; – e outros que resolvem discutir hipóteses. Mas não pára por aí. Isso qualquer um com um pouco mais de inteligência sabe que não é verdade. Mas sempre há “os americanos”... Essa “entidade” que “domina” o mundo... Os tais “imperialistas”...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk1UysfDchI/AAAAAAAAAt4/TOJtXrXdJDo/s1600-h/Livro+de+Willian+Waack.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354028761924989458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 130px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk1UysfDchI/AAAAAAAAAt4/TOJtXrXdJDo/s400/Livro+de+Willian+Waack.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre que me perguntam algo sobre política internacional normalmente meu interlocutor já tem a opinião formada. É uma constante: pergunta só para ter certeza de que está certo e eu, quando digo o contrário, inicio um debate, em que eu terei que ser “convencido” do contrário... Então para que o questionamento? Parecem aqueles chatos que me perguntam sobre Darwin. Não sei nada de “evolucionismo”. E nem quero saber. Finalmente já se foram seus 200 anos e espero não ter que ouvir mais nada sobre ele. Ou na época da eleição de Sarcozy, onde tinha gente que gostava de Segolene Royal só por ser mulher; nem sequer sabiam qual a plataforma política dela. Vejam só, muitas criticas a Sarcozy, mas nem sequer lembram o nome dela nos debates... Para ver que “relevância” ela tinha. O debate no Brasil é pobre porque sempre pautado por um único ponto de vista. E mais que tudo, porque não há cultura de verdade circulando. Quem leu mais de dez livros (depois da escola) sabe do que estou falando. Política é sempre pragmática. McCain não era muito melhor que Obama; um “queridinho” da imprensa democrata, que virou bicho papão quando real oponente com possibilidade de ganhar a eleição. Sempre é bom lembrar que a votação de Obama foi por volta dos 53% do eleitorado. “O cara” é outro; não é Obama que tem aprovação de 84% (próximo do que Sarney obteve como presidente da república, na época do plano Cruzado). Lá, “os americanos”, possuem oposição... E por incrível que pareça ela representa a sociedade. Aqui acham que a política é a origem das demandas da sociedade. Espera-se da política algo que não é de sua natureza. E só por aqui que conseguem acreditar na CIA... Agora, falar da KGB, aí sim, você é um “teórico da conspiração”. Para eles cito sempre o livro de William Waack, &lt;em&gt;Camaradas nos Arquivos de Moscou&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6633177676397406324?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6633177676397406324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6633177676397406324' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6633177676397406324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6633177676397406324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/interferencia-americana.html' title='Interferência americana'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sk1UysfDchI/AAAAAAAAAt4/TOJtXrXdJDo/s72-c/Livro+de+Willian+Waack.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4579043876216357051</id><published>2009-07-01T00:47:00.003-03:00</published><updated>2009-07-01T01:07:40.215-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política;'/><title type='text'>Mr. Bush...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkrcZ5f2ctI/AAAAAAAAAtw/metdWcYqRYY/s1600-h/kagan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353333444572508882" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 272px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkrcZ5f2ctI/AAAAAAAAAtw/metdWcYqRYY/s400/kagan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E agora Obama? Vamos chamar Bush para chefiar a segurança nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, nunca acreditei em Barack Obama. Não por nada, mas o mundo não é um lugar bom. Ou melhor, as pessoas que habitam o planeta Terra nem sempre são boas (principalmente aquelas que querem fazer um mundo melhor). Antes tínhamos Cuba, a maior ditadura de todos os tempos; agora temos a caminho Honduras, Venezuela; os problemas não resolvidos do Haiti, Colômbia, Coréia do Norte, e em criação, Bolívia, Equador e &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/guterman/?title=somalia_o_novo_afeganistao&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;Somália&lt;/a&gt;; este último talvez uma das maiores pedras no sapato de quem acha que diplomacia e conversa resolve tudo... Sem esqueceras as duas guerras – Afeganistão e Iraque - que não acabaram. Sem também esquecer o problema sem classificação chamado Irã. Não são poucos os problemas ainda mais com uma crise econômica mundial e duas autocracias – China e Rússia - que nunca parecem dizer a que vieram de verdade. Uma Europa dividida e cada vez mais próxima de uma convulsão social – vide exemplos da Itália e da França, onde os estrangeiros e imigrantes andam encontrando todo tipo de problema. E quem achou que a culpa de tudo isso era do Mr. Bush se enganou mais uma vez... No seu governo parece que existia um receio a certos exageros cometidos por alguns representantes destes países problemas. Só espero nunca ter que ler em jornais americanos as saudades de Bush... E ter que dizer, mais uma vez (como aquelas motinhos do desenho da minha infância): &lt;em&gt;“eu te disse... mas, eu te disse... eu te disse”;&lt;/em&gt; e ter que ouvir mais uma vez: &lt;em&gt;“ora... cale esta buzina...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, no fundo, sempre me calo quando escuto as maiores besteiras sobre Barack Obama. A pior delas vem, logicamente, de quem não leu e é desinformado. E nem digo de comentaristas locais ou, como gostam de inventar moda, dos “neoconservadores nacionais”... Eu pergunto sobre coisas banais, tais como o novo livro de Robert Kagan, &lt;em&gt;O retorno da História&lt;/em&gt;, que li em janeiro (parece uma eternidade). Engraçado, que quando digo que sou libertário, parece que não entendem que já era assim em 1999, quando criticava a falta de liberalismo do governo FHC...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão engraçada é sobre &lt;a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2009/01/heranca-de-lincoln.html"&gt;Abraham Lincoln&lt;/a&gt;. Este nunca foi um “liberal” pleno e sim, se estudado com cuidado, vai notar uma distorção entre a figura real e o mito de adoração americana. Claro, se isso também não fosse daquelas informações que nos Estados Unidos é difícil de conhecer. Sempre digo que tenho simpatia por Andrew Jackson. Uma vez escrevi &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/01/sobre-guerra-fria-e-outras-histrias.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre uma de suas biografias. Mas em termos de história americana sou uma completa negação; um estudante em início de conversa. A minha sorte é que existe uma enorme bibliografia a percorrer. Só queria saber por o grande diário de &lt;a href="http://rodrigoconstantino.blogspot.com/2007/06/reagan-um-grande-lder.html"&gt;Ronald Reagan&lt;/a&gt; não é publicado em português...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4579043876216357051?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4579043876216357051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4579043876216357051' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4579043876216357051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4579043876216357051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/07/blog-post.html' title='Mr. Bush...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkrcZ5f2ctI/AAAAAAAAAtw/metdWcYqRYY/s72-c/kagan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-757737037962410037</id><published>2009-06-30T23:29:00.004-03:00</published><updated>2009-06-30T23:44:39.581-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reinaldo Azevedo'/><title type='text'>O século XX acabou mais um pouco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353315028175596242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkrLp7EqqtI/AAAAAAAAAto/FzxMvqAw9qo/s400/Off-The-Wall.jpg" border="0" /&gt;Desde o ano da “virada”, entre 1999 e 2000, falamos de um novo milênio, um novo século. Mas tudo ainda estava ainda preso ao período anterior: o século XX... Na música ainda se fazia um misto de recordações dos anos 1960 e 1970, e pouco tempo depois se iniciou aquele período que dura até agora, de recordações daqueles anos 1980. Foi deste período que atualmente ressurgem aquelas canções e bandas, daqueles “anos perdidos”. Tanto no Brasil quanto no exterior foi um momento de exagero, daquilo que já era exagerado nos anos 1970, piorado em muito nos anos 1980. E o principal ícone destes anos 1980 era Michael Jackson, morto na semana passada, aos 50 anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez carreira de sucesso nos anos 1970, com seus quatro irmãos no grupo &lt;em&gt;Jackson 5&lt;/em&gt;, onde, inegavelmente, tinha maior carisma. Um talento que pode ser comprovado pelas inúmeras homenagens que ocorreram desde quinta-feira, 25 de junho, data de sua morte. Dentro de sua discografia, não numerosa, são dez álbuns desde seu primeiro em 1979, destacam-se os dois álbuns &lt;em&gt;Off the Wall&lt;/em&gt; (1979) e &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/02/uma-verdade-sobre-os-anos-80.html"&gt;Thriller&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;(1982), este último simplesmente o álbum mais vendido de todos os tempos. E dificilmente algum outro artista conseguirá repetir este feito. &lt;em&gt;Thriller&lt;/em&gt; também inicia uma nova fase, tanto na carreira de Michael, como na história da música ao fazer superproduções para seus videoclips. Ao inventar aquele passo, o &lt;em&gt;Moonwalk&lt;/em&gt;, apresentado pela primeira vez em 1983, torna-se além da música uma personagem do mundo da dança, imitado e referenciado inúmeras vezes no cinema. Não à toa sendo considerado o &lt;em&gt;Rei do Pop&lt;/em&gt;. Sobre sua vida após o final dos anos 1980, envolta a excentricidades, não tenho muito a acrescentar e ainda há muitos mistérios, talvez nunca revelados. E nunca mais ressurgiu aquela veia criativa daqueles primeiros anos, com uma carreira que se arrastava pelo menos nos dez últimos anos. &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/as-parcas/"&gt;Reinaldo Azevedo&lt;/a&gt; escreveu o melhor texto para retratar o que sentia Michael Jackson em seu interior. Foi mais um momento que terminou deste século XX que tantas personagens correram o mundo; na música, na política, na religião. Não sei se em algum momento trouxe uma mensagem ao mundo, mas a morte de Michael Jackson é mais uma vez um fim para século XX.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-757737037962410037?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/757737037962410037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=757737037962410037' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/757737037962410037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/757737037962410037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/o-seculo-xx-acabou-mais-um-pouco.html' title='O século XX acabou mais um pouco'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkrLp7EqqtI/AAAAAAAAAto/FzxMvqAw9qo/s72-c/Off-The-Wall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7328402871068402475</id><published>2009-06-30T14:32:00.003-03:00</published><updated>2009-06-30T15:00:56.373-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>A Enigmática não é ficção...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A segunda vez agente nunca esquece...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabelos negros e curtos. Nem tão curtos. Uma postura incrível, ereta, corpo perfeito. Dançava a noite inteira, em movimentos discretos. Aquela saia cumprida, pouco além dos joelhos, tão negra quando a blusa que vestia. A pele branca, muito branca; delicada e bem tratada. Um contraste incrível, que até o mais desavisado prestaria atenção. Não sabia que já a havia visto antes. Fora em seu trabalho e a sua simpatia e beleza teriam que ter sido inesquecíveis. Mas foi naquele dia que soube seu nome. Na segunda vez. Inicialmente achei que falava francês... Será o nome francês? Não lembro. As visões daquele diz parecem estar confusas. Mas seu sorriso e o convite meio truncado não saem da memória. Conforme nos conta o bruxo, nem sempre o que deveria ser é. Ou melhor, foi. Talvez seja um dia. Mas a segunda vez agente nunca esquece... Os olhos castanho-escuros e o convite para seu aniversario naquele bar de motivos temáticos dos anos 50 não saem da minha mente. Nem o fato de não ter ido. Naquele dia todos pareciam ter somente olhos para ela. Mas eu fui o único a conversar e ouvir aquela voz. Tudo na esperança de uma terceira vez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7328402871068402475?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7328402871068402475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7328402871068402475' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7328402871068402475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7328402871068402475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/enigmatica-nao-e-ficcao.html' title='A Enigmática não é ficção...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8053310029535103985</id><published>2009-06-29T00:01:00.006-03:00</published><updated>2009-06-29T10:40:05.669-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Micro Ondas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Mais um micro conto.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;Nas ondas daquela lagoa eu me arrastei. Eram enormes, maior do eu. Estava sempre ali na beira prestes a entrar, mas algo me dizia para primeiro aprender a nadar. As ondas sempre batiam nos barcos ancorados. Eram enormes os barcos ancorados. Do outro lado da ilha as ondas eram maiores ainda. As dunas de areia e a cor verde do mar eram diferentes da lagoa do centro da ilha. Tudo era tão grande. As dunas eram gigantescas, tal qual o Everest. Eu tentava me equilibrar e caia muitas vezes naquela partezinha de areia entre os barcos. Detestava. Era meio suja. Não era mole tanto quanto as areias das dunas e do mar verde, onde o vento também me derrubava. Mas lá parecia que a mulher de Zeus pousava suas mãos a me segurar; sentia-me protegido, como se aquela presença feminina estaria lá para todo o sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352743410884731730" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 180px; CURSOR: hand; HEIGHT: 120px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkjDxauY41I/AAAAAAAAAtg/fgzqZDQjxfM/s400/Jamaica_flag.jpg" border="0" /&gt;Certa vez rolei pela duna. Eu e aquela mulher. Ela conduziu aquela pequena prancha verde, preta e amarela, com aquela imagem gravada; uma imagem masculina, porem de cabelos longos encaracolados. Era um dia de muito sol e havia em meu rosto uma pasta branca. Meus braços e minhas pernas eram roliços. Dormi outra vez envolto em seus braços, ao zumbido daqueles ventos. As lembranças são poucas desse tempo, não passando da mulher, dos barcos e do mar verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, vinte anos depois, já com vinte e dois anos de idade, olho para os barcos e eles são tão pequenos. As ondas hoje não passam da minha perna magra, mas continuam verdes, assim como a brisa ainda sopra com força. E nunca soube quem era aquela mulher, que parecia ter vindo de Atenas. De pele branca como as areias das dunas, era também macia e quente. Agora havia mais pranchas lá, nas mesmas dunas, que se mexem e parecem me perseguir. São verdes, pretas e amarelas, com a bela imagem gravada, que para mim não passa do primeiro a ter vida saindo de uma prancha, ainda a cantar &lt;em&gt;Get up, Stand up... Stand up for your rights...&lt;/em&gt; Mas a mulher permanece misteriosa. Um mistério, assim como o que transformou em micro ondas aquele maremoto da minha infância. Um dia reapareça e dirá seu nome...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8053310029535103985?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8053310029535103985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8053310029535103985' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8053310029535103985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8053310029535103985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/micro-ondas.html' title='Micro Ondas'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkjDxauY41I/AAAAAAAAAtg/fgzqZDQjxfM/s72-c/Jamaica_flag.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5000467476625332682</id><published>2009-06-28T22:41:00.003-03:00</published><updated>2009-06-28T22:48:07.301-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Um sonhador</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkgdE0nM7HI/AAAAAAAAAtQ/XUBAnDICoMQ/s1600-h/LEANDRO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352560125809585266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkgdE0nM7HI/AAAAAAAAAtQ/XUBAnDICoMQ/s400/LEANDRO.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje vou falar de algo totalmente inusitado. Certa vez estava falando sobre músicas no geral e alguém chegou ao tema da música sertaneja. Não sei nem ao certo como foi que escutei este disco, provavelmente não foi em casa, mas algumas estruturas musicais chamavam atenção. As letras também diziam algumas coisas, outras nem tanto, mas as rimas pareciam muito boas. Depois soube que se tornou um “clássico” do universo sertanejo, justamente por ser o último disco da dupla Leandro &amp;amp; Leonardo, que ao contrario de João Paulo &amp;amp; Daniel, fizeram enorme sucesso em praticamente todas as classes sociais no começo dos anos 1990. A carreira de Leonardo posterior a morte de seu irmão Leandro nunca chegou ao mesmo sucesso. Este disco possui algumas músicas que o cantor Leonardo diz que não podem faltar em seus shows. No caso de João Paulo &amp;amp; Daniel, a carreira posterior de Daniel é de um sucesso muito maior, hoje ele “substituindo” Sérgio Reis em papéis na televisão e no cinema, em suas novas versões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho nenhuma simpatia pelo ritmo e nem muito menos pela moda que o consagrou na década de 1990 como um dos mais populares, mas em muitos casos, principalmente no interior é música de sucesso, ou simplesmente a música dominante. São daqueles regionalismos do qual não se tem noção sendo morador do maior centro urbano do Brasil. Assim como também já me falaram que no nordeste há bandas e músicos de enorme sucesso que são desconhecidos por aqui, no sudeste. Tenho que falar do meu ponto de vista, já que não posso supor o sucesso de algo que não tenho contato e nem muito menos tenho simpatia. Ou seja, este é um pequeno e despretensioso texto pautado na produção musical e nas letras que o disco disponibiliza, já que não consigo mensurar o sucesso que este disco possa ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu não sei pra onde vou&lt;br /&gt;Pode até não dar em nada&lt;br /&gt;Minha vida segue o sol&lt;br /&gt;No horizonte dessa estrada&lt;br /&gt;Eu nem sei mesmo quem sou&lt;br /&gt;Nessa falta de carinho&lt;br /&gt;Por não ter um grande amor&lt;br /&gt;Aprendi a ser sozinho”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um Sonhador – Leandro e Leonardo (1998)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A faixa título já dá o ar das letras que mesmo sendo bastante abstrata trata bem do tema. Já certa vez falei &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/palavras.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre as palavras, que nem sempre se consegue dizer o que quer com elas. Talvez seja este o grande mistério da poesia, que pode dizer tudo ou nada, dependendo de todos os sentimentos que cercam aquele universo. Quando musicadas, às vezes, as palavras ganham uma dimensão muito interessante, e, este disco em especial, acaba por ser um daqueles casos em que a seqüência das músicas e a repetição dos refrões parecem se comunicar. De certa forma a música sertaneja tem seu sucesso nos refrões simples e na perfeita mistura entre temas cotidianos de observação assim como certas amarguras de amor, como no caso da faixa título que tenta trazer um universo solitário, onde na cadencia da melodia e no trabalho de vozes tornam esta música muito maior do que até mesmo os autores imaginavam. Não sei quem produziu o disco, mas fez um trabalho muito bem feito, com timbres bons dos instrumentos, além de trabalhar sonoridades para que o fundo do disco não ficasse seco, dois fatores comuns nos discos tanto de axé quanto de sertanejos. Realmente se um dia tiver o leitor de escolher um disco de música sertaneja, opte por este. Existem outros trabalhos muito bem produzidos, caso recorrente da dupla Zezé Di Camargo &amp;amp; Luciano, que também não tenho nenhuma simpatia. Obviamente eu já escrevi &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/04/heavy-metal.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre o que me conduz em minhas opções musicais e normalmente tenho que recorrer a ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5000467476625332682?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5000467476625332682/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5000467476625332682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5000467476625332682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5000467476625332682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/um-sonhador.html' title='Um sonhador'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkgdE0nM7HI/AAAAAAAAAtQ/XUBAnDICoMQ/s72-c/LEANDRO.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5699651391173760658</id><published>2009-06-28T18:07:00.002-03:00</published><updated>2009-06-28T19:41:25.996-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Daniel Piza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guterman'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reinaldo Azevedo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Sem lógica; ou melhor, que medo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sempre quis falar sobre o Mackenzie. Mas nunca tive, como dizer, uma oportunidade, ou um tema, que não fosse tendencioso ou que não soasse um pouco de petulância. Mas recebi um comentário em que não entendi absolutamente nada. Comparava alhos com bugalhos numa falta total de lógica. Primeiro que o meu texto era um tanto quando polido, como todos que aqui posto; pois, pode não estar escrito na apresentação, mas a primeira questão aqui levada à máxima potencia é a polidez e o simples desprezo por mal educados. Comentários mil já foram jogados fora e não obtiveram resposta alguma de minha parte, principalmente por não entrar de forma alguma em debate algum de natureza nenhuma. Tem gente demais discutindo o mundo hoje... É simplesmente a minha opinião, se é contrario, escreva educadamente e não haverá nunca uma réplica ou resposta. Minha maior contribuição é justamente refletir e não debater. Mas este comentário que recebi é próximo do descabido. Leiam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Prezado Fernando,&lt;br /&gt;Você quer perder seu diploma de arquiteto e urbanista?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Á princípio, pelo prezado, parece ser polido. Mas ao tratar de comparar algo que encontra no meu próprio texto resposta, fiquei preocupado (pela primeira vez exponho aqui). A postagem que se refere o comentário é &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/adeus-obrigacao-ao-diploma.html"&gt;Adeus a obrigação do diploma!&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; onde trato polidamente sobre o final da obrigação do diploma de jornalista para exercer a profissão, defendida na carta maior brasileira, a Constituição, que neste ano faz 21 anos de idade, e era ainda uma das heranças do Período Militar de Exceção, a chamada Ditadura. Artur da Távola, como deputado constituinte lutou para atender estes anseios da liberdade de imprensa, entre outros, além de que desde 2006 já não havia a obrigação, consolidada pelo STF recentemente, conforme link na mesma postagem. Esta tudo lá, com fontes e tudo, além de depoimentos que poderia ter sobre os jornalistas que leio. Aliás, aqui nem precisaria ir aos principais, mas só colocaria que não faço idéia da formação do Zeca Camargo, mas com certeza, com ou sem diploma de jornalista continuaria a ler o que escreve e o acompanharia da mesma forma no &lt;em&gt;Fantástico&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;No Limite&lt;/em&gt; (quer dizer, este novo projeto talvez não por se tratar de &lt;em&gt;reality show&lt;/em&gt;, que não sou lá muito amigo). Continuo a ler o Marcos Guterman, formado em Jornalismo talvez na melhor escola de jornalismo, a Cásper Líbero. Assim como também continuo a ler o Daniel Piza, formado em Direito, e trabalha desde o começo dos anos 1990 como jornalista, e também continuo a comprar seus livros. Continuo a ler também o Reinaldo Azevedo, que tem diploma de Jornalismo e de Letras, porque escreve muito bem. Nada mudou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a birra esteja na possibilidade de um arquiteto escrevendo sobre a não obrigação de diploma de outra área. Área esta que posso dizer não contribui na divulgação e discussão da arquitetura brasileira. E isso posso cobrar dos caros jornalistas; dos com ou sem diploma da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a comparação com o diploma de Arquiteto e Urbanista é descabida demais, para qualquer que seja a formação do autor do comentário. No meu texto esclareço: &lt;em&gt;“Não se podem confundir uma profissão orientada por uma Ética com uma profissão onde pode haver danos irreparáveis para a sociedade e ao ser humano, como os recentes exemplos das cirurgias plásticas em clínicas clandestinas ou sem médico especializado.”&lt;/em&gt; Ou seja, compara alhos com bugalhos. Mas, ao insistir nessa comparação, tendo a falar um pouco do Mackenzie. O Mackenzie foi fundado em 1870, e foi a segunda Faculdade de Arquitetura do Brasil. Tem uma tradição, como se pode notar no mercado de trabalho, muito além de outras faculdades. E teve durante o tempo em que as faculdades de arquitetura e engenharia eram juntas o diploma de engenheiro-arquiteto, que, com a divisão das faculdades em 1947, sendo a primeira faculdade de Arquitetura do estado de São Paulo, a dissolução deste diploma. Mas os formados com este diploma, nunca “perderam” seu diploma. Inclusive, se vivo ainda estiverem, trabalhariam da mesma forma. Este era o diploma de Oswaldo Arthur Bratke, um dos maiores arquitetos brasileiros, que se formou no Mackenzie nos anos 1930 e trabalhou até o final de sua vida nos anos 1990. Se o autor tivesse o mínimo conhecimento disso, saberia, que, por exemplo, o jornalista Cásper Líbero (1889-1945) conhecia de perto esta história tendo se formado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco... Ou seja, ao falar de tradição universitária, posso dizer que o Mackenzie e sua Faculdade de Arquitetura parecem ter uma história um tanto quanto mais profunda do que qualquer curso de Jornalismo no país, inclusive o da própria Universidade Presbiteriana Mackenzie... Por isso já seriam alhos com bugalhos, e sem lógica alguma a comparação. Isso porque ainda poderia perguntar qual o papel da imprensa durante a idade média, ou no Império Romano, só para talvez colocar onde a categoria das artes e ofícios se coloca como real produtora da História Mundial. Entendo que é informação demais para quem defende um artigo da Ditadura Militar (1964-1985). &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas o pior de tudo é que parece não ter sequer lido meu polido texto até o final. Se o leu, o leu muito mal, o que me deixa preocupado. Preocupado porque em nenhum momento falei em perder o diploma. De onde poderia vir tal aberração? A não obrigação não afeta os cursos, conforme escrevi: &lt;em&gt;“Agora dizer que o diploma de jornalista não é necessário, não quer dizer que o curso deva desaparecer, mas é necessária revisão educacional no curso.”&lt;/em&gt; Esta revisão é feita o tempo todo nas áreas de informática, administração e até mesmo (com certeza com menos dinamismo) nas áreas de engenharia, tecnologia e arquitetura. Agora pergunto: você leria um jornal feito por não jornalistas? Se fosse bem escrito, por que não? Agora você se consultaria num feiticeiro e marcaria uma cirurgia plástica com ele? Ou construiria um edifício de 111 andares com um arquiteto ou engenheiro sem formação? Uma categoria de artes e ofícios, assim como categorias superiores, tais como a Medicina e o Direito, tende a carregar consigo conhecimentos específicos demais para que um não iniciado possa revelar ter. E isso não é de hoje. Se possuísse o autor do comentário o conhecimento sobre as artes liberais do &lt;em&gt;trivium&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;quadrivium&lt;/em&gt;, e sobre as artes superiores, com as titulações de doutores em artes liberais, saberia de onde vem este atual sistema de titulações. Por sinal o mundo não foi criado no século XX e a tradição normalmente foi o maior incentivo a transgressão e a liberdade. Entendo que normalmente um curso acadêmico como o de arquitetura, onde há um ofício a ser aprendido, é de difícil entendimento aos não acostumados a pensar numa cultura um pouco maior que o século XX. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E pela primeira vez respondo a um comentário em meu blog... Como dá trabalho... Poderia estar falando sobre cinema, televisão, arquitetura, matemática, filosofia e comportamento, ao invés de, plagiando Reinaldo Azevedo, dar aulas de &lt;em&gt;Massinha I&lt;/em&gt;... E mais: acabei de lembrar que o arquiteto Zanine Caldas não tinha diploma de arquitetura, assim como, se não me engano, Tadao Ando também não. E quem falaria um “a” sobre isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5699651391173760658?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5699651391173760658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5699651391173760658' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5699651391173760658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5699651391173760658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/sem-logica-ou-melhor-que-medo.html' title='Sem lógica; ou melhor, que medo!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1752414900625418309</id><published>2009-06-28T17:56:00.002-03:00</published><updated>2009-06-28T18:07:30.125-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Brasil tricampeão da Copa das Confederações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Numa partida que poderiam ser duas, pois no primeiro tempo perdia por 2 x 0 e no segundo tempo se consagra campeão com 2 x 3, sendo dois gols de Luís Fabiano e um de Lúcio, terceiro título da Copa das Confederações. O ponto mais inacreditável é que Dunga, tetracampeão de 1994, se mantém no cargo com mais um título. Acompanhei por aqui a partida, postando quatro vezes sobre esta final de hoje (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/copa-das-confederacoes-final.html"&gt;1&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/boca-maldita.html"&gt;2&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/39-segundos.html"&gt;3&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/luis-fabiano-o-nome-do-jogo.html"&gt;4&lt;/a&gt;). Estava preocupado com uma derrota tal qual a de 1999, em que o então técnico Emerson Leão perdeu seu cargo com a derrota na final para o México. Não foi um jogo fácil, mas ao passo do gol de Luís Fabiano, aos 39 segundos do segundo tempo, o Brasil retoma a confiança para a vitória. A participação de Robinho em todos os jogos que assisti foi abaixo do esperado. Por incrível que possa parecer, a seleção brasileira parece estar mal justamente por falta de ataques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, parece uma nova época mesmo no futebol. Uma época em que goleiros começam a ser estrelas, como Julio Cesar; os Estados Unidos chega a uma final de campeonato no futebol; Dunga, grande jogador e capitão da seleção de 1994, sem nenhuma experiência anterior como técnico já conseguiu mais títulos na seleção brasileira que Wanderlei Luxemburgo, um dos técnicos com mais títulos no futebol brasileiro (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/04/campeonato-paulista-2008.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;)...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1752414900625418309?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1752414900625418309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1752414900625418309' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1752414900625418309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1752414900625418309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/brasil-tricampeao-da-copa-das.html' title='Brasil tricampeão da Copa das Confederações'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8297715433911842846</id><published>2009-06-28T17:07:00.001-03:00</published><updated>2009-06-28T17:09:23.593-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Luis Fabiano: o nome do jogo!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aos 39 segundos fez o primeiro gol. Acaba de fazer o segundo, aos 28 minutos do segundo tempo, depois da entrada de Daniel Alves e Elano, depois de um gol não considerado...  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8297715433911842846?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8297715433911842846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8297715433911842846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8297715433911842846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8297715433911842846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/luis-fabiano-o-nome-do-jogo.html' title='Luis Fabiano: o nome do jogo!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-801079369298731069</id><published>2009-06-28T16:50:00.000-03:00</published><updated>2009-06-28T16:52:33.010-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>39 segundos...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Luis Fabiano diminui... 2 x 1 até o momento... E dizer que a Copa das confederações não emociona...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-801079369298731069?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/801079369298731069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=801079369298731069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/801079369298731069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/801079369298731069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/39-segundos.html' title='39 segundos...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6813462992492887552</id><published>2009-06-28T16:12:00.000-03:00</published><updated>2009-06-28T16:13:33.134-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Boca Maldita!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Até agora os Estados Unidos vencem de 2 x 0... Mais uma vez o Brasil se deixa levar por uma seleção menor (a outra vez foi contra o México em 1999).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6813462992492887552?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6813462992492887552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6813462992492887552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6813462992492887552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6813462992492887552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/boca-maldita.html' title='Boca Maldita!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7159125756681399315</id><published>2009-06-28T12:59:00.002-03:00</published><updated>2009-06-28T16:03:40.898-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Copa das Confederações: a final...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje é a final da Copa das Confederações, onde Brasil e Estados Unidos farão a final. Deste campeonato todo, do qual assisti mais jogos da seleção dos Estados Unidos que até mesmo do Brasil, acabou por dar uma zebra na final: os Estados Unidos! Passaram na semifinal pela Espanha, considerada a melhor seleção do momento, ganhando ainda de 2 x 0. África do Sul, na mesma semifinal, perdeu para o Brasil num gol emocionante de Daniel Alves aos 43 minutos do segundo tempo, e o técnico Joel Santana não conseguiu a superação... O detalhe: Daniel tinha entrado em campo fazia 5 min. Dos outros times nada tenho a falar, além do Egito, que jogou razoavelmente bem, porem não se classificando. As duas grandes zebras foram a África do Sul e os Estados Unidos, se classificando junto com o Brasil e a Espanha para as semifinais. O Iraque, assim como a Nova Zelândia, nem sequer assisti aos jogos, para saber se poderiam ser melhores ou piores que o time da casa. Foi uma surpresa os Estados Unidos se classificarem, tendo no mesmo grupo Itália e Egito. Porém, depois do jogo com a Espanha, o Brasil que se cuida na final... Será a primeira vez que os Estados Unidos podem ganhar qualquer coisa no futebol...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7159125756681399315?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7159125756681399315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7159125756681399315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7159125756681399315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7159125756681399315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/copa-das-confederacoes-final.html' title='Copa das Confederações: a final...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1255893526726750895</id><published>2009-06-25T13:23:00.008-03:00</published><updated>2009-06-25T22:04:04.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='J P Coutinho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Na livraria...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351352625854137794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 308px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPS3EvjxcI/AAAAAAAAAtI/F3E-LtZ979c/s400/av+paulista.jpg" border="0" /&gt;Ao passar pela Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, acabei por me deter em uma porção enorme de livros. O principal lançamento destes últimos tempos foi o livro de João Pereira Coutinho, &lt;em&gt;Av. Paulista&lt;/em&gt;. Ainda não posso dizer nada do livro que é a reunião de crônicas escritas para o jornal &lt;em&gt;Folha de São Paulo&lt;/em&gt;. É a reunião em forma de livro daqueles textos que passaram pelas páginas do jornal nestes últimos anos. Já tinha saído em Portugal e agora chega ao Brasil. Não é uma fórmula nova, já que este tipo de reunião, organizada pelo próprio autor, é bastante recorrente nestes últimos tempos. No passado se esperava pela morte do autor e faziam aquelas antologias enormes, em volumes. Acho esta fórmula muito mais interessante, já que trata de organizar também o pensamento do autor. Quando acabo por destacar este livro primeiramente, o trato por minha vontade em ler mais sobre o João, que já escrevi alguma coisa por &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/01/o-joao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. No terceiro volume da revista &lt;em&gt;Dicta &amp;amp; Contradicta&lt;/em&gt; também tem um artigo de sua autoria. Quando nos interessamos por um autor, acabamos por conhecer tantos e tantos veículos em que este se apresenta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando meu passeio pela loja, não poderia deixar de citar os vários livros de Philip Roth, como &lt;em&gt;Indignação&lt;/em&gt;, recém lançado no Brasil. São tantos títulos que nem saberia por onde começar a lê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPSwS1dmXI/AAAAAAAAAtA/Lmi30SWqmhU/s1600-h/indignaÃ§Ã£o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351352509377911154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPSwS1dmXI/AAAAAAAAAtA/Lmi30SWqmhU/s400/indigna%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há também os relançamentos: Lygia Fagundes Teles com &lt;em&gt;As Meninas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Antes do Baile Verde&lt;/em&gt;. Tenho enorme vontade de ler a obra de Lygia. &lt;em&gt;As meninas&lt;/em&gt; fez parte da minha bibliografia para a FUVEST. Há também relançamentos da obra de Zelia Gattai, com &lt;em&gt;Anarquistas, Graças a Deus&lt;/em&gt;. Ao contrário de Lygia não tenho muita vontade em conhecer toda a obra de Zelia. Tem horas que temos que escolher o que não ler. Assim como o relançamento de &lt;em&gt;O Capital&lt;/em&gt;, algumas leituras vão demorar muito para me interessar. Como certa vez João Pereira Coutinho disse, como pode ago de 150 anos ainda ser “vanguarda”? Só entendo essa “vanguarda” quando penso no livro de Diego Casagrande, &lt;em&gt;A Vanguarda do Atraso&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPNln7d7zI/AAAAAAAAAsg/7aiL_vzBjUM/s1600-h/amanhecer.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Fora destes embates políticos, que sangram na literatura brasileira, a literatura estrangeira tem seus &lt;em&gt;best sel&lt;/em&gt;lers de outras tendências. O caso mais espetacular do momento é justamente o de Stephenie Meyer e sua &lt;em&gt;Twilight Saga&lt;/em&gt;. O quarto livro acaba de chegar às livrarias. Estive pensando justamente nesta demora para este lançamento. Não acompanho há muito tempo a série, mas em dezembro consegui os dois primeiros volumes, &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Lua Nova&lt;/em&gt;, a um preço bem interessante. Em janeiro foi o lançamento de &lt;em&gt;Eclipse&lt;/em&gt;, ao mesmo passo em que &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt; estava nos cinemas. Não assisti ao filme. E agora em junho lançam &lt;em&gt;Amanhecer&lt;/em&gt;. Sempre gostei de histórias de vampiros, mas a de Stephenie tem um ritmo interessante, mas como Zeca Camargo escreveu certa vez sobre outro livro, mas que se aplica bem neste caso, a série poderia ter livros menores, mais compactos, cortando certas partes da história. Mas quem sou eu para falar de Stephenie Meyer? Conseguiu ela vender suas histórias por todo mundo. Tenho curiosidade em ler seu livro e ficção científica &lt;em&gt;The Host&lt;/em&gt;. E por seu site parece ter uma visão do vampiro Edward num quinto volume sugerido chamado &lt;em&gt;Midnight Sun&lt;/em&gt;. Basta esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPSmGdgxMI/AAAAAAAAAs4/K4-5WJcXUmc/s1600-h/amanhecer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351352334257538242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 287px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPSmGdgxMI/AAAAAAAAAs4/K4-5WJcXUmc/s400/amanhecer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando se fala em Meyer sempre fica alguma comparação com o mestre do terror Stephen King. E sobre outra campeã de vendas J. K. Rowling. E ainda vou mais longe: Anne Rice. King ao falar de Meyer simplesmente parece deixar claro que não se interessou muito pela saga. Compará-lo com ela seria uma besteira, pois os livros de Meyer nada têm de mistério ou de terror; são livros de ação e de um romance que só poderia estar na ficção, mas com pitadas de outros autores, até com certa tendência a uma análise metafísica de Bella Swan. Já a escritora de já clássico Harry Potter, o menino mágico, é carregada de pequenos mistérios e de ação, de uma criatividade impressionante. Não acompanhei todos os livros e nem os filmes, mas é nítido que a inspiração da autora está nos contos lendários de origem celta e outras abstrações da idade média. Agora Anne Rice. Uma escritora que venho desde 2002 conhecendo pouco a pouco. Quando seu livro da década de 1970 foi transformado em filme nos anos 1990 – &lt;em&gt;Entrevista com Vampiro&lt;/em&gt; – a legião de fãs de todas as histórias de vampiros se mobilizou para iniciar uma verdadeira cultura sobre o tema, que tem variações musicais, visuais e de comportamento, além das literárias. Neste caso Meyer seria uma extensão desta cultura; uma parte dela, um produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu seja um grande entusiasta de culturas novas (o termo seria sub-cultura pop urbana). Pois da mesma forma que acho interessante, sem, no entanto, tomar partido além da leitura, existem outras sub-culturas que praticamente tenho pouco conhecimento, mas cada vez mais vem tomando conta das produções atuais. Os quadrinhos talvez sejam as que têm maior vertente, com os lançamentos da Marvel nos cinema, tais como &lt;em&gt;X-Men&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Homem de Ferro&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Homem Aranha&lt;/em&gt;, ou mesmo no caso dos quadrinhos adaptados ao cinema como &lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sin City&lt;/em&gt;. Existe ali mais do que a simples especulação de uma ficção científica, há quase a criação de universos completos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao passeio pela livraria, parece que hoje os livros voltaram a ocupar lugar de destaque, não importando a temática. A área de DVD´s e CD´s parece estarem perdendo parte de sua presença, tão marcante nos anos 1990 quando surgiram no Brasil estas grandes livrarias, cujo termo em inglês parece ainda sem tradução: &lt;em&gt;megastore&lt;/em&gt;. E o efeito disso é multiplicador. Não há quem hoje não saiba do valor da informação e da cultura, pelo menos dentro das classes que tiveram acesso mínimo. Inclusive, acho esta vertente dos HQ´s uma fonte incrível de propagação de cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPO57F5okI/AAAAAAAAAso/X6xJWZz4Xek/s1600-h/pelÃ©+e+andy+warhol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351348276756587074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 358px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPO57F5okI/AAAAAAAAAso/X6xJWZz4Xek/s400/pel%C3%A9+e+andy+warhol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3333ff;"&gt;Pelé e Andy Warhol em 1977. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;Daria para também iniciar um breve debate se esta facilidade de acesso acabou por banalizar a cultura e por baixar a o nível médio. Mas escapando disso e colocando como pré-condição que toda a vanguarda influencia um pequeno número de agentes, existe para mim ainda uma questão maior não resolvida: se algo que é elitizado e de vanguarda consegue ser popular e campeão de vendas? Esta pergunta me consome não somente quando faço um breve ensaio sem maiores pretensões como este, mas também quando busco questões profissionais ligadas a arquitetura. Logo nos primeiros anos de faculdade me impressionei muito com a obra de artistas da classificada vertente &lt;em&gt;pop art&lt;/em&gt;, entre eles em especial com a obra de Andy Warhol, quando de sua obra exposta na XXIII Bienal de São Paulo, em 1996. Desde então já passei por fases em que gostava mais e em fases que gostava menos dessa vertente. Nos últimos tempos venho tentando ler a parte “acadêmica” desta vertente, como sempre, num trabalho entre curiosidade e busca de um caminho. Mas ainda não consegui chegar a uma conclusão. E ficam as questões.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1255893526726750895?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1255893526726750895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1255893526726750895' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1255893526726750895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1255893526726750895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/na-livraria.html' title='Na livraria...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkPS3EvjxcI/AAAAAAAAAtI/F3E-LtZ979c/s72-c/av+paulista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1512245948350371910</id><published>2009-06-23T23:23:00.003-03:00</published><updated>2009-06-24T00:01:01.457-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Aprendiz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>O show do milhão!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Acabo de ler no blog da &lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/padiglione/?title=record_sai_perdendo_no_embate_com_sbt&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;Cristiane Padiglione&lt;/a&gt; que Gugu parece ir para a Record. Isso pouco interessa. Não gosto do senhor Augusto Liberato. Prefiro o “menino” Celso Portiolli. Mas isso não é importante; ou melhor, só interessa ao Gugu que vai levar três milhões de salário. Mas o que é realmente importante é a risada do homem do baú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Padiglione, Gugu parece ir para a Record mesmo; mas parece que Justus e Eliana vão para o SBT. Eliana também pouco interessa, acho até que já escrevi sobre ela algumas palavras por aqui. Mas Justus, este sim, me interessa e muito! Não ele propriamente dito não, logicamente, mas seu programa &lt;em&gt;O Aprendiz&lt;/em&gt;. Sempre disse que &lt;em&gt;O Aprendiz&lt;/em&gt; era uma fonte incrível de patrocinadores. Nesta ultima temporada assisti a quase todos os episódios - só não assisti à final. Achei uma ótima forma de renovar o programa com os universitários, mas que eu saiba a Record já anunciava &lt;em&gt;O Aprendiz 7&lt;/em&gt;. E agora como ficará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente o homem do &lt;em&gt;Show do Milhão&lt;/em&gt; não para. E sua risada foi melhor até agora, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Nem tinha em conta quantas vezes já havia citado a apresentadora Eliana por aqui. São no mínimo quatro textos, sendo um que acabo de relembrar de uma entrevista que fez com &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/08/sandy-junior.html"&gt;Sandy &amp;amp; Junior&lt;/a&gt;; em outros dois falava sobre programas específicos, da Rede Globo e ela entrava como simples menção (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/09/saturday-night-on-tv.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/05/record-nova-fase.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). No último ela até aparece no título (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/08/mr-m-eliana-record-e-globo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;)... Todos datam de 2007.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1512245948350371910?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1512245948350371910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1512245948350371910' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1512245948350371910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1512245948350371910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/o-show-do-milhao.html' title='O show do milhão!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7470185807671757145</id><published>2009-06-23T22:43:00.003-03:00</published><updated>2009-06-23T22:56:57.543-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Olhos Negros</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;No começo deste ano participei do concurso de contos da Livraria Cultura. O texto básico surgiu deste conto que publico agora na integra. A versão final tinha que ter somente 2000 palavras. Este passa longe dessa marca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi este texto pensando na Virada Cultural, e o nome veio de uma música do folclore russo, muito conhecida pelos descendentes da comunidade. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Olhos Negros&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ando pela cidade na madrugada. Uma noite agitada, culturalmente agitada. Virando vinte e quatro horas, com seções de cinema, palestras, tudo acontecendo no meio da madrugada. Nada melhor para acabar com a insônia causada por aquela rotina cansativa de trabalho daquela agência de publicidade, que começa com o sol a nascer e termina quando a Livraria Cultura já está fechada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a ansiedade daquela noite era diferente de outras viradas culturais. Haveria uma película em especial que seria apresentada no Teatro Eva Herz. Como de costume, nenhum amigo estava disposto a assisti-la. Amigos; ao se tratar de programas culturais a grande maioria simplesmente evapora. Como diz uma amiga, nada melhor que a pizza após o cinema, dispensando o primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá estava eu sozinho, já andando por dentro condomínio projetado por Libeskind, já vendo ao fundo a entrada da livraria, quando vejo em minha direção uma pequena jovem, de pele muito branca, cabelos castanhos escuros lisos e longos e aquele par de olhos negros. Vestida com um belo vestido em forma de tubo, em tom vinho, segurava um bolsa com motivos indianos e uma pequena sacola da Livraria Cultura, contendo um exemplar de Anne Rice e algum outro livro não conseguindo identifica-lo tão rapidamente. Num piscar de olhos, muda ela de direção e vai seguindo na minha frente de volta a livraria. Nossa distancia diminuiu, e consegui identificar o segundo volume: &lt;em&gt;Notas do Subterrâneo&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos praticamente lado a lado até adentrar a sala, no piso superior, sentada ela numa das ultimas fileiras e eu numa das primeiras, já que os óculos pedem a tempo uma revisão geral. Durante toda a projeção da película tive a impressão de que ela não assistia ao filme, olhando fixamente para mim. No início achei que era paranóia e tentei me controlar, mas ao meio da projeção transpirava, num sentimento ambíguo entre medo e emoção, torcendo para que terminasse logo tudo aquilo. Minha noite de prazer tornava-se um transtorno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao fim da projeção olhei para o fundo, coisa que tive receio por todo o tempo, e lá estava ela, sentada, enquanto todos a sua volta estavam já em pé. Estava disfarçando, anotando algo num pequeno caderno, não conseguia ver do local em que estava. Logo se levantou e saiu da sala. Saí então pausadamente, como que preocupado com o que poderia acontecer na minha saída. A fome que sentia desapareceu, a pizza já estava noutra dimensão. Tratei de voltar logo para casa, desmarcando no caminho as outras atividades com os amigos e como que por milagre dormi rapidamente ao me deitar. No dia seguinte haveria uma reunião na agencia, sobre uma campanha de palitos de dente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma noite incrível - bem dormida; acordei relativamente cedo e fui para a agência como um estagiário vai para seu primeiro emprego, nem parecia ter passado os quinze anos desde o final da faculdade e aquele sábado. Ao chegar, já estava tudo pronto para a reunião, o material sobre a mesa e a apresentação já testada e no ponto. Já sentado na mesa, os representantes do cliente e os redatores, o diretor de arte diz ter uma surpresa. Nada poderia ser mais surpreendente do que ver aqueles olhos negros entrar na sala de reuniões sendo apresentada como a nova modelo para as caixinhas de palitos. Fiquei atônito e ela exclamou numa suave voz de veludo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá, não era o senhor na Livraria Cultura ontem à noite? Te vi no momento em que eu anotava os créditos...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7470185807671757145?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7470185807671757145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7470185807671757145' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7470185807671757145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7470185807671757145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/olhos-negros.html' title='Olhos Negros'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-3806598310294241879</id><published>2009-06-23T12:27:00.008-03:00</published><updated>2009-06-23T14:19:25.509-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>Alona Tal</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350568682193803618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 350px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkEJ3jB92WI/AAAAAAAAAsQ/J7Kosd-_B1g/s400/alona+e+kristen.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;Kristen Bell e Alona Tal em &lt;em&gt;Veronica Mars&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certa vez falei sobre a série &lt;em&gt;&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/04/veronica-mars.html"&gt;Veronica Mars&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; e, conseqüentemente, sobre a atriz principal, a pequena Kristen Bell. Mas durante a escolha da atriz que faria personagem principal, uma jovem atriz israelense, e também pequena, se destacou tanto que acabou por ganhar um papel na série. E um papel incrível, tanto do ponto de vista dramático quanto a respeito do questionamento social. Esta foi Alona Tal, que representou Mag Manning na série &lt;em&gt;Verônica Mars&lt;/em&gt;. Mais que este destaque, acabei por vê-la praticamente nos últimos meses, em que venho acompanhando as &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/02/series-de-televisao.html"&gt;séries na TV aberta&lt;/a&gt;, em participações especiais em outros seriados, tais como &lt;em&gt;Supernatural&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Cold Case&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena Alona trabalha muito bem. Tem um ar de garota delicada, frágil, mas seus personagens são bastante fortes, mesmo nas pequenas participações. É um rosto marcante, ou seria eu a gostar destas personagens secundárias? Não é a primeira vez em que aprecio pequenas participações de atrizes pouco conhecidas. Mas como dizia um professor de educação física do colégio, o Pelé não jogava sozinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que em seu &lt;a href="http://alona-tal.org/"&gt;site&lt;/a&gt;, Alona fala de sua paixão pela música. Fez também parte de outras séries, gravadas em Israel. Desde que se mudou para os Estados Unidos vem tendo uma carreira com boas participações nas séries televisivas, mas ainda não fez um filme de destaque. Interessante ver que tanto Alona como Kristen parecem ser mais jovens que parecem. Alona realmente é mais jovem, tendo nascido em 1983. Já Kristen Bell nasceu em 1980. Mesmo assim, para serem protagonistas de uma série adolescente, estavam pouco acima da média. Por exemplo, Sarah Michelle Gellar ao representar &lt;em&gt;Buffy&lt;/em&gt; tinha somente 20 anos de idade. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350555583700675794" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkD99HV2LNI/AAAAAAAAAsA/AeUxO0jIuyg/s400/alona+tal.jpg" border="0" /&gt;Alona em &lt;em&gt;Supernatural&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;Quando falo de um futuro começo a refletir se realmente Alona terá mais destaque neste meio artístico tão competitivo. Minha torcida é grande e sempre existe espaço para todos. Mas fico a pensar em quantas atrizes já passaram pelas telas e me marcaram e quantas ainda passarão, além das que passaram e nem sequer consigo lembrar. Mas espero que Alona possa participar de um filme de destaque, uma nova Demi Moore, em que o primeiro papel era frágil e delicada (&lt;em&gt;Ghost&lt;/em&gt;) e em &lt;em&gt;Striptease&lt;/em&gt; já era forte e evidente! Que evidencia, diga-se... Sei lá porque lembrei de Demi Moore, já que nunca prestei atenção nela, mas seus filmes sempre eram muito comentados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais engraçado foi a inspiração desta postagem. Fiquei feliz de ter ganhado uma nova leitora, que possui o blog &lt;a href="http://luadeouro.blogspot.com/"&gt;Lua de Ouro&lt;/a&gt;, onde acabei por ler um texto sobre a série &lt;em&gt;Supernatural&lt;/em&gt;, que não sou assíduo espectador e nem tenho nenhuma maior ligação. Porém, ao assistir um episódio com Alona, adorei sua participação. Também aconteceu que na mesma época, acompanhava &lt;em&gt;Veronica Mars&lt;/em&gt; e acabei por ver também um episodio de &lt;em&gt;Arquivo Morto (Cold Case)&lt;/em&gt; em que Alona era “o antes” de uma personagem. Não tenho como terminar esta postagem sem dizer que Alona Tal tem uma beleza que me inspira; uma gata! Acho que ter um rostinho bonito é importante, mas ela, além disso, também trabalha muito bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-3806598310294241879?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/3806598310294241879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=3806598310294241879' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3806598310294241879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/3806598310294241879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/alona-tal.html' title='Alona Tal'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SkEJ3jB92WI/AAAAAAAAAsQ/J7Kosd-_B1g/s72-c/alona+e+kristen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5293606594717698922</id><published>2009-06-23T00:55:00.002-03:00</published><updated>2009-06-23T01:49:00.047-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>A praga das equações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Eu costumo usar a expressão “equação” para definir certas situações do cotidiano que tem começo, meio e fim. Coisas como entrevistas de emprego, dinâmicas de grupo e todo aquele teatro em que os recursos humanos acreditam realmente poder “avaliar” os candidatos. Afinal, para que ser objetivo e examinar características de meritocracia, se a subjetividade tem todo o mistério da alegoria substancial das emoções humanas? É a velha discussão ente substância e essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha ira aos profissionais dos recursos humanos veio de uma matéria da revista &lt;em&gt;Você S. A.&lt;/em&gt; em que se afirmava categoricamente que nunca eles poderiam ser seus amigos! E, claro, por causa da arrogância de uma dita “psicóloga” que tentava avaliar os nomes dos escritórios em que trabalhei como se fossem “amigos” meus... E os cursos então? Ela deve ter imaginado que Aldo Rossi era um colega meu de faculdade... Ou como certa vez, numa entrevista, a psicóloga não tinha idéia de quem era Jack Kerouac, de &lt;em&gt;On the Road – Pé na Estrada&lt;/em&gt;; Então, para quê pediu para falar de um livro marcante? Achou que ia falar de &lt;em&gt;Onze Minutos&lt;/em&gt;? Certo que fiquei impressionado quando uma concorrente citou &lt;em&gt;Ensaio sobre a Cegueira&lt;/em&gt;. Não por causa do livro, que é duro, triste e tem um argumento realmente marcante, mas em que ele modificou a vida dela? Eu posso dizer que fiquei talvez mais inconseqüente com a minha escolha, o que é péssimo do ponto de vista profissional, mas maravilhoso do ponto de vista criativo (caso específico da vaga). Mas com o livro de Saramago como a menina pode ter mudado a vida? É uma equação que não fecha para mim. Não há como somar as partes e chegar a um todo. Não há como ter um delta diferenciado. Ela enxergou melhor a vida? Seria isso? Bem, ela foi embora antes de mim do processo seletivo... O que não me diz grande coisa... Nem sobre a concorrente e nem sobre a psicóloga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas voltando as equações, tive uma emoção sem limites com certa psicóloga. Era uma avaliação em grupo em que tinha que expor minha vida em cinco minutos. Fui tão prolixo que ao término tive ainda que falar mais cinco... Depois fui para uma avaliação individual em que minha resposta a uma determinada questão foi tão verdadeira que em menos de dois minutos estava falando que deveria vestir um terno para a próxima etapa... Etapa esta que acabei por passar no último minuto. Se fosse num jogo de futebol diria que fiz um &lt;em&gt;golden gol&lt;/em&gt; no segundo tempo da prorrogação... Para ser eliminado na quarta etapa, por um excelente candidato, que continha uma experiência imbatível no ramo específico daquela empresa. Uma equação que fechava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz quando as equações fecham. Nem que sejam pelos mais absurdos motivos. Certa vez achei que um colega de trabalho estava a falar de algo um tanto quanto sem valor, uma ironia, uma brincadeira. Mas não: falou com certa postura e de forma simples e clara, que poucas vezes talvez tenha oportunidade de ouvir novamente. De tão simples desconfiei. Um erro. Mas era outra equação que fechava em todos os graus possíveis. Talvez tenha eu que perder certa emoção e tentar ser mais racional possível. Talvez enxergue melhor as equações, essas pragas que nos cercam de tantos lados...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5293606594717698922?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5293606594717698922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5293606594717698922' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5293606594717698922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5293606594717698922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/praga-das-equacoes.html' title='A praga das equações'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5315161778534819411</id><published>2009-06-22T20:00:00.001-03:00</published><updated>2009-06-23T00:48:15.317-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Mais um mini-conto!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Todo dia, toda hora, todo minuto&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ela era a mulher certa para o dia errado. Tudo nela estava certo: a altura, os traços fortes de origem eslava, o rosto arredondado e os olhos da cor do céu; da cor do mar. A altura talvez elevada, era um diferencial daquela marcante e bela senhorita de botas negras e óculos escuros. Estava tudo certo se não fosse aquela água, da chuva fora de hora. Um traço dissonante era exatamente a cor escura de seus longos cabelos, que com o vento pareciam a dançar uma polca; a polca dos deuses. Sim, deuses também dançam polca além de valsas. Pestana não precisaria se acanhar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém era como houvera dito: o dia errado. O que poderia ser não foi. O que era deixou de ser. O que um dia poderia ser ainda pode... Por que não? Mas não foi aquele dia. O dia era noite e a noite era negra. Tão negra quanto a escuridão da visão de um cego. Um dia errado. Pronto. Estar preparado todo dia, toda hora, todo minuto passou a ser seu lema a partir de então. E depois da chuva, a vida renasceu. Nascia então a nova polca do amanhecer. Mas ainda não era a valsa que Pestana tanto esperava... Seria outro dia errado? Não; só mais uma vez a prova de que a surpresa não poderia vir de onde não haveria de ser.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5315161778534819411?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5315161778534819411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5315161778534819411' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5315161778534819411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5315161778534819411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/mais-um-mini-conto.html' title='Mais um mini-conto!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6252112966160286763</id><published>2009-06-21T23:26:00.002-03:00</published><updated>2009-06-22T00:22:17.661-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Uma frase...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava assistindo a um programa, num canal estranho, daqueles que apelidei de TV Traço, que sempre dão traço no Ibope, em todos os programas, e vi um filosofo falando. Já havia visto um programa com ele, muitos anos atrás. Tratou de falar sobre temas semelhantes, tais como o enigma da Esfinge. Foi com ele que fiz a primeira incursão filosófica sobre o enigma da Esfinge. Uma avaliação incrível que até hoje levo comigo. Na verdade a primeira incursão foi no livro &lt;em&gt;O Mundo de Sofia&lt;/em&gt;. Mas de tão estranha e rasa que foi, que até aquele programa nunca tinha feito a devida ligação entre uma coisa e outra. Numa aula, a pouquíssimo tempo, o enigma volta à tona, principalmente por causa do tema da aula que tratava da trilogia tebana. Mas neste segundo programa o filósofo, que não faço idéia de seu nome, tocou novamente na questão do enigma, mas foi mais um pouco mais além. Colocou uma frase, somente uma, que valeu por todo o programa. Era mais ou menos assim: &lt;em&gt;Para uma vida só necessitamos de um único mandamento: nascer com dignidade, viver com dignidade e morrer com dignidade.&lt;/em&gt; Bem, somente para terminar, ele fala que dignidade é um valor absoluto, que não há relativismo cultural a respeito. Incrível que o mesmo filósofo aparece tantos anos depois e continuo sem saber seu nome. Para mim é um sofrimento não saber quem era o autor destes pensamentos que me fizeram refletir tanto em tanto tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6252112966160286763?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6252112966160286763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6252112966160286763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6252112966160286763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6252112966160286763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/uma-frase.html' title='Uma frase...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6498652823633357896</id><published>2009-06-20T18:47:00.001-03:00</published><updated>2009-06-20T19:04:03.743-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gastronomia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Comer mal em São Paulo...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A arte de servir bem um prato de coisa valorizada no mundo inteiro. Também a arte de se servir porcaria de forma refinada é algo mundialmente famoso. Por mais que se possa falar mal do hambúrguer americano, este dificilmente é uma porcaria sem sabor. Claro, não falo daqueles hambúrgueres industrializados servidos de maneira rala. Mas falo principalmente das lanchonetes famosas. Sempre tem um sabor. Mesmo quando o pão não é o melhor exemplo, a carne costuma ser de boa qualidade e os ingredientes também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a arte de servir mal é coisa realmente especializada. Servir mal e algo com gosto discutível é a marca de certa rede de cafés de São Paulo. Um atendimento que tende a ser pior do que outra rede, agora de especialidades árabes (um tanto quanto suspeitas), que tem já como especialidade a arte de servir mal, mas pelo menos o preço vale o serviço. Agora, pagar caro por algo ruim e ser mal servido? Só nesta rede de cafés mesmo...  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6498652823633357896?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6498652823633357896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6498652823633357896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6498652823633357896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6498652823633357896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/comer-mal-em-sao-paulo.html' title='Comer mal em São Paulo...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-7989852207902794290</id><published>2009-06-20T18:16:00.002-03:00</published><updated>2009-06-20T18:47:22.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Titulação, certificação e diplomas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Falei abaixo sobre o fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalista, mas não deixei claro outra questão: as diversas titulações e o momento atual de certificações. A não obrigação deste diploma não significa que qualquer um possa escrever; justamente o contrário: quem deve escrever é quem tem o que escrever, não importando seu diploma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem áreas como a de informática onde os cursos superiores não conseguem suprir a demanda de novas tecnologias. Mas isso não significa o fim destes cursos; novamente, muito ao contrário: o curso tende a reforçar questões profissionais, tais como Ética, organização, administração, língua portuguesa, inglês (língua estrangeira) e tenta (muitas vezes mal sucedidamente) colocar questões de educação, metodologia e tudo aquilo que se pode dizer complementar as tecnologias de aplicação, estas conseguidas com cursos específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso de Jornalismo tem igual valor neste sentido, assim como o curso de Administração. Agora, as inúmeras certificações, titulações, etc. de que valem sem o conhecimento comprovado destas? É o que sempre digo a respeito dos cursos de MBA, onde o conhecimento adquirido faz muita diferença nas aulas, onde o questionamento pessoal e a experiência administrativa dentro de corporações, a troca destas entre os colegas, faz mais diferença que o aspecto acadêmico e a titulação, certificação, etc. Hoje existe um momento em que praticamente virou um modismo cursar uma pós-graduação. Isso só mostra mais as deficiências dos cursos de graduação do que uma “evolução” na educação superior. Ao mesmo passo, os cursos livres vêm ganhando cada vez mais adeptos. Estes sim são os cursos de quem realmente tem interesse nos assuntos estudados e onde se encontra o verdadeiro ganho cultural, cada vez mais valorizado neste nosso tempo. Ou seja, não é a titulação que faz diferença – e nunca fez – mas o conhecimento adquirido e a experiência. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Lógico que estudar nas instituições de elite pode fazer diferença. Lá, não muito estranhamente, também vão se encontrar os melhores professores e provavelmente os melhores recursos, assim como os alunos mais interessados... Isso só prova que de onde não se espera nada, nada poderá vir mesmo... Contrariando certas expectativas desses tempos atuais...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-7989852207902794290?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/7989852207902794290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=7989852207902794290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7989852207902794290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/7989852207902794290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/titulacao-certificacao-e-diplomas.html' title='Titulação, certificação e diplomas'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2193125942052339167</id><published>2009-06-20T17:08:00.004-03:00</published><updated>2009-06-20T18:44:36.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Daniel Piza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guterman'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><title type='text'>Adeus à obrigação ao Diploma!</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Estou a dias pensando na questão principal que envolvia a defesa do diploma do curso de Jornalismo. Não sabia quem era favorável e quem era desfavorável, dentre os jornalistas que leio. Só sabia quais eram suas formações acadêmicas. O que dava uma pista que a minha opinião não seria nenhuma ofensa a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acho que o diploma de jornalista é importante para o bom desempenho dos profissionais da comunicação. Para ser mais exato, acho o curso “genérico” demais e um abuso para dar resposta a certas questões técnicas. Textos jornalísticos sobre arquitetura são, em muitos casos fracos, rasos e pobres de conceito e de repertório. Assim como certos arquitetos quando escrevem acabam por se tornar sociólogos, muitos jornalistas acabam por entender conceitos bastante amplos de forma genérica. Não é o caso do arquiteto Sérgio Teperman que escreve mensalmente nas páginas de AU. Tenho colegas que não gostam de seu texto, mas nunca vi ninguém falar que ele escrevia mal. Há outros arquitetos que escrevem muito bem, mas acho que as palavras de Daniel Piza colocam a questão de forma mais abrangente: &lt;em&gt;“(...) Pode ver que temos arquitetos de projeção internacional, a começar por Oscar Niemeyer, mas não temos críticos de arquitetura de porte equivalente. A culpa não é do trabalho de pessoas como Lauro Cavalcanti, Hugo Segawa ou Fernando Serapião, mas da falta de interesse da sociedade em geral, da mídia e das editoras em particular. Não temos Kenneth Frampton, Giulio Carlo Argan, Lewis Mumford – não temos um pensamento sobre arquitetura e seu papel na vida urbana e no desenvolvimento humano. (...)“&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://www.danielpiza.com.br/interna.asp?texto=2505"&gt;texto completo&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora dizer que o diploma de jornalista não é necessário, não quer dizer que o curso deva desaparecer, mas é necessária revisão educacional no curso. Como Marcos Guterman escreveu, &lt;em&gt;“(...) um semestre na História tem uma bibliografia básica mais extensa do que quatro anos de Jornalismo, de longe.”&lt;/em&gt; (&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/guterman/?title=title_593&amp;amp;more=1&amp;amp;c=1&amp;amp;tb=1&amp;amp;pb=1"&gt;texto completo&lt;/a&gt;). Ele é formado em Jornalismo e em História. Agora, confundir isso com a eliminação de diplomas de outros cursos é uma aberração. Não se podem confundir uma profissão orientada por uma Ética com uma profissão onde pode haver danos irreparáveis para a sociedade e ao ser humano, como os recentes exemplos das cirurgias plásticas em clínicas clandestinas ou sem médico especializado. Falar que um arquiteto ou um médico possam informar melhor os leitores de um jornal sobre medicina ou arquitetura, ou até mesmo sobre cinema, não é nenhuma barbaridade. Isso me lembra a introdução de Stephen King, em &lt;em&gt;Sombras da Noite&lt;/em&gt;, que sempre escuta de leitores a grande vontade de serem escritores; e que responde dizendo que sempre quis ser neurocirurgião... E vai além: diz que para ser escritor é só começar a escrever; porém, não recomenda o mesmo caminho a quem deseja ser neurocirurgião...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor de toda esta liberdade é que muita gente incompetente vai perder seus empregos... Muita gente que “assina” textos dos até então “não permitidos” a escrever nos veículos de comunicação. E muita gente vai poder mostrar o rosto. A minha esperança é que a cultura continue a ganhar com a liberdade de expressão. Já havia escrito sobre este tema antes (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/06/decepo.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) e fico feliz com a decisão tomada esta semana pelo STF que &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,por-8-votos-a-1--stf-derruba-exigencia-de-diploma-para--jornalistas,388942,0.htm"&gt;derrubou a obrigatoriedade&lt;/a&gt; do diploma de Jornalista.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2193125942052339167?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2193125942052339167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2193125942052339167' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2193125942052339167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2193125942052339167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/adeus-obrigacao-ao-diploma.html' title='Adeus à obrigação ao Diploma!'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5632480171352027864</id><published>2009-06-20T14:20:00.006-03:00</published><updated>2009-06-20T17:08:39.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Malmsteen'/><title type='text'>Jeff Scott Soto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349496421721350354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sj06pxfsoNI/AAAAAAAAArw/ZUr2yvsdNL8/s400/jeff+s+soto.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#3366ff;"&gt;Foto do show de Jeff Scott Soto no Blackmore (São Paulo 19/06/2009) &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;Tive o prazer de assistir ao show do cantor (ou poderia dizer multi-instrumentista, &lt;em&gt;front man&lt;/em&gt;) Jeff Scott Soto! O show aconteceu nesta sexta-feira, dia 19 de junho no Blackmore Rock Bar (ou sei lá como chama exatamente o local). O show foi regado a muito &lt;em&gt;hard rock&lt;/em&gt; da carreira solo e alguns hits conhecidos, como &lt;em&gt;Crazy&lt;/em&gt;, de Seal. Os músicos que o acompanharam foram incríveis, principalmente pelo trabalho vocal de praticamente todas as músicas apresentadas. Só discordo de sua comemoração ao Los Angeles Lakers...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, esta foi a segunda vez que assisti a Jeff Scott Soto no Brasil, e quase sete anos depois ele continua com a mesma garra e técnica vocal. Jeff me acompanhou na adolescência, com um vídeo de 1985, ao lado do guitarrista Yngwie Malmsteen, com quem gravou dois álbuns – &lt;em&gt;Rising Force&lt;/em&gt; (1984) e &lt;em&gt;Marching Out&lt;/em&gt; (1985). Depois Jeff excursionou com o Queen, Journey entre outros projetos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O próximo show agendado no Blackmore Rock Bar é do cantor Graham Bonnet. Este é outra lenda que almejo assistir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5632480171352027864?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5632480171352027864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5632480171352027864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5632480171352027864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5632480171352027864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/jeff-scott-soto.html' title='Jeff Scott Soto'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sj06pxfsoNI/AAAAAAAAArw/ZUr2yvsdNL8/s72-c/jeff+s+soto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5293916834554061435</id><published>2009-06-18T15:19:00.006-03:00</published><updated>2009-06-18T19:21:30.846-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Revisitando Seixas...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348745187606016114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 230px; CURSOR: hand; HEIGHT: 224px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjqPaMVWMHI/AAAAAAAAAro/Uczgy8r063w/s400/raul.bmp" border="0" /&gt;Como é do conhecimento de meus amigos próximos, nunca gostei da obra musical de Raul Seixas, mesmo citando a cada tempo o tema de &lt;em&gt;Metamorfose Ambulante&lt;/em&gt; e tendo no meu iPod além desta outras como &lt;em&gt;Maluco Beleza&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Tente Outra Vez&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Gita&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sociedade Alternativa&lt;/em&gt;. Mas havia um disco que estava sempre em casa. Sim, um disco de vinil. E tinha também, ainda na Brasília branca (meu pai teve duas Brasílias: uma branca modelo 1976 e outra amarela modelo 1978; entre 1977 e 1981, quando comprou um “possante” Passat... Hoje parecem carros de filmes “Sala Especial”) uma fita K7 do mesmo álbum. Os dois desapareceram. Diziam que a fita era de minha tia e o vinil emprestado... Lembro bem pouco desta época. Tinha também uma fita K7 da Maysa, entre outras. Bem, mas aquele disco de 1973, &lt;em&gt;Krig-Ha Bandolo&lt;/em&gt;, havia canções como &lt;em&gt;Ouro de Tolo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Al Capone&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Dentadura Postiça&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mosca na Sopa&lt;/em&gt; e, claro, &lt;em&gt;Metamorfose Ambulante&lt;/em&gt;. O disco, ainda hoje, é muito bom de forma geral. Criativo, mas nem se compara à criatividade dos discos, da mesma época, dos Mutantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato que me chama atenção é uma recente propaganda do jornal &lt;em&gt;Folha de São Paulo&lt;/em&gt; usando a letra da música &lt;em&gt;Mosca na Sopa&lt;/em&gt;. Nunca imaginei que Raul Seixas seria festejado tantos anos depois de sua morte (mais precisamente 20 anos), sendo que, já nos anos 1980, sua popularidade não andava em alta. Seu último sucesso foi a música &lt;em&gt;Cowboy Fora da Lei&lt;/em&gt;, de 1987. Seixas é hoje um mito, onde muita gente fala muita coisa a respeito (e cada coisa). Mas o que realmente sobra são belas canções. O que há por “trás do mito” são especulações e questões de fã. Raul nunca escreveu um livro, nunca fez um filme (mesmo tendo um projeto), era ótimo leitor e foi um ótimo produtor musical, como conta a jornalista Ana Maria Bahiana, em entrevista ao programa &lt;em&gt;Sempre um Papo&lt;/em&gt;, da TV Câmara (&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/tvcamara/default.asp?selecao=MAT&amp;amp;velocidade=100k&amp;amp;Materia=40015"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Ela ainda contou uma história sobre a música &lt;em&gt;Ouro de Tolo&lt;/em&gt;, que ele conseguiu escrever uma letra, sem refrão, igual às de Bob Dylan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente Raul Seixas é hoje referencia daqueles tempos. Não consigo imaginar o que ele pensaria dos tempos atuais, o que acho muito mais importante do que hoje achamos dele. Este diálogo nunca acontece; sempre temos que ter a visão deturpada de algum autor que diz o que ele pensava como se hoje as situações fossem as mesmas. Meu total descrédito nesses interlocutores vem de leituras bem colocadas como a da escritora Catherine Millet, que trás reflexão a respeito da imagem da escritora Simone de Beauvoir, em entrevista para a Revista da Livraria Cultura (edição 23, junho de 2009). E assim acabo por sempre desconfiar de alguma leitura tão conclusiva, tão biográfica, tão ao contrário do diz a letra:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“(...) Eu prefiro ser&lt;br /&gt;Essa metamorfose ambulante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que ter aquela velha opinião&lt;br /&gt;Formada sobre tudo (...)”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Metamorfose Ambulante (1973) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5293916834554061435?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5293916834554061435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5293916834554061435' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5293916834554061435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5293916834554061435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/revisitando-seixas.html' title='Revisitando Seixas...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjqPaMVWMHI/AAAAAAAAAro/Uczgy8r063w/s72-c/raul.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-4271683327599001672</id><published>2009-06-16T19:06:00.003-03:00</published><updated>2009-06-16T20:11:55.752-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Calvino</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348065024092929314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 298px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sjgkzdy__SI/AAAAAAAAArg/Ew7-z6f6kOg/s400/calvino+1.jpg" border="0" /&gt;Lembro-me que quando li &lt;em&gt;O Jardim de Granito&lt;/em&gt;, de Anne Spirn, apareceu a primeira citação a respeito do escritor italiano Ítalo Calvino. Era uma passagem de &lt;em&gt;As Cidades Invisíveis&lt;/em&gt;. Falava sobre o inferno. Por sinal certa vez a reproduzi &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/04/inferno.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; de tão interessante. Foi logo nos meus primeiros dias de blog, onde a impaciência e a ansiedade de escrever estavam a me corroer. Hoje identifico alguns assuntos, tento escrever sobre eles e já algumas vezes tive êxito em o texto parecer bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aquela citação nunca tinha ouvido falar em Calvino. A principio fiquei curioso se seria o mesmo Calvino, do teólogo francês João Calvino, logo esclarecido. Logo depois fui ler &lt;em&gt;As Cidades Invisíveis&lt;/em&gt;; minha curiosidade era tamanha em relação ao livro. Nos anos seguintes muitos dos amigos arquitetos falaram deste livro e também do ensaio &lt;em&gt;Seis Propostas para o Próximo Milênio&lt;/em&gt;, cujo título original é &lt;em&gt;Lezioni Americane: Sei proposte per il prossimo millennio&lt;/em&gt;. Este ensaio foi uma publicação póstuma de notas para uma aula na Harvard University do verão de 1985, pouco antes de vir a falecer. O livro foi publicado em italiano em 1988, em português em 1990 e em inglês em 1993. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A minha apresentação ao ensaio &lt;em&gt;Por Que Ler os Clássicos?&lt;/em&gt; foi puramente acidental. Estava numa livraria e li a lombada do livro, naquela pequena estante dos livros de bolso da Companhia das Letras. Tinha conhecimento, por via de um texto de Reinaldo Azevedo, sobre um livro de T. S. Eliot em que discutia a importância dos clássicos (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/08/um-pouco-sobre-os-clssicos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Como se pode notar não sou profundo conhecedor de Ítalo Calvino, mas, ao começar a encarar os “clássicos”, ele surgiu. Agora fico sabendo que fora lançado em português o livro &lt;em&gt;Assunto Encerrado&lt;/em&gt;, outro livro de ensaios. Minha ansiedade para ler este já encontra com a fila de leituras, que anda meio devagar ultimamente. E fiquei sabendo deste através de ensaio do jornalista Daniel Piza (&lt;a href="http://www.danielpiza.com.br/interna.asp?texto=2516"&gt;aqui&lt;/a&gt;) deste domingo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-4271683327599001672?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/4271683327599001672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=4271683327599001672' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4271683327599001672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/4271683327599001672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/calvino.html' title='Calvino'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/Sjgkzdy__SI/AAAAAAAAArg/Ew7-z6f6kOg/s72-c/calvino+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-2163166606264161606</id><published>2009-06-15T00:53:00.007-03:00</published><updated>2009-06-15T14:45:06.169-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa Expedições'/><title type='text'>A Odisséia e a Ilíada</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347611766865047778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 298px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjaIkbCwsOI/AAAAAAAAArY/0YIl-DS36dA/s400/il%C3%ADada.jpg" border="0" /&gt;Recentemente foram lançadas pela Ediouro versões caprichadas dos dois textos mais conhecidos de Homero, em tradução de Carlos Alberto Nunes. A versão é realmente fantástica. Sempre digo que ler a &lt;em&gt;Ilíada&lt;/em&gt; ou a &lt;em&gt;Odisséia&lt;/em&gt; é algo para quem já leu uma boa parte da literatura universal. Depois destes textos de Homero, diria que em minha listinha das obras mais complexas da literatura mundial, estariam &lt;em&gt;Eneida&lt;/em&gt;, de Virgílio, &lt;em&gt;A&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Divina Comédia&lt;/em&gt;, de Dante Alighieri, &lt;em&gt;Os Lusíadas&lt;/em&gt;, de Luís Vaz de Camões e &lt;em&gt;Fausto I&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;II,&lt;/em&gt; de Wolfgang von Goethe. Também teria que colocar o incrível livro de Miguel de Cervantes, &lt;em&gt;Dom Quixote de La Mancha&lt;/em&gt;. A diferença de todas as outras obras, &lt;em&gt;Dom Quixote&lt;/em&gt; é escrito em prosa, o que, para mim ao menos, é bem mais fácil. Fiz ano passado estudo sobre a obra de Homero no &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/06/expedies-pelo-mundo-da-cultura-2008.html"&gt;Programa Expedições pelo Mundo da Cultura (2008)&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/06/expedies.html"&gt;Em 2007&lt;/a&gt; no programa fora estudada a obra de Dante. &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/01/expedies-pelo-mundo-da-cultura-2009.html"&gt;Neste ano&lt;/a&gt; estão previstos os dois livros de Goethe. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-2163166606264161606?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/2163166606264161606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=2163166606264161606' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2163166606264161606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/2163166606264161606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/odisseia-e-iliada.html' title='A Odisséia e a Ilíada'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjaIkbCwsOI/AAAAAAAAArY/0YIl-DS36dA/s72-c/il%C3%ADada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-5179241613810643788</id><published>2009-06-12T23:11:00.003-03:00</published><updated>2009-06-13T13:11:27.983-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mario Prata'/><title type='text'>500 crônicas de Mário Prata</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bem, falei a pouco de Marcos Rey, de Mário Prata e de algumas outras leituras. Mas um caminho interessante é o que o próprio Mário Prata nos conta em sua crônica de número 500 no &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; que reproduzo abaixo. Já reproduzi aqui outras duas crônicas de Prata (&lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/05/o-roupo-mario-prata.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2007/05/mais-uma-de-mario-prata.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Na verdade, neste blog somente reproduzi, contando com este, seis textos completos de outros autores, em mais de 600 postagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante dessa crônica e o porquê de reproduzi-la aqui estão na indicação dos cronistas que Prata lia: Nelson Rodrigues, Stanislaw Ponte Preta, Millôr Fernandes, Henrique Ponguetti, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Rubem Braga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos à crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A qüingentésima&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Mário Prata (O Estado de São Paulo, 24/07/2002)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Foi só fazer a conta e descobrir que esta é a crônica de número 500 que escrevo aqui. Nem minha mãe diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por falar em mãe, o fato me leva lá para os anos 60, no interior de São Paulo. Garoto, lia todo dia a Última Hora. E lá me deliciava com os mestres Nelson Rodrigues e Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto). Na quarta chegava O Cruzeiro, com o gênio Millôr Fernandes. Mas bom mesmo era a Manchete que vinha com quatro cronistas definitivos: Henrique Pongetti, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Rubem Braga. Resumindo: os sete melhores cronistas brasileiros de todos os tempos. A eles acrescentaria hoje o Verissimo. E eu, debaixo dos meus 14 anos, queria - um dia! - ser igual a eles: um cronista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, pelo menos em termos quantitativos, sou. Me lembro quando o Aluísio Maranhão, então diretor de redação do Estadão, me chamou em 1993 e me propôs escrever aqui. Era tudo que eu queria. Já havia escrito livros, novelas, roteiros de cinema e, principalmente, teatro. Mas, lá no fundo, eu sabia que um dia um louco ia me dar a chance. E eu comecei com uma crônica chamada Envelhescência, cujo sucesso me assustou. Meu Deus, e amanhã, vou escrever o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá pra cá, foram 500, incluindo as das Copas de 94 e 98. Quinhentas vezes, 500 idéias. Agora, neste exato momento, várias delas estão passando pela minha cabeça. Acho que eu já escrevi sobre tudo: vacas, satélites, futebol, mulheres, vôlei, vestibular, filhos, avós, papa (essa deu rolo...), mexerica, quebra-vento, política, corrupção, malufes, collors e etecéteras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até sobre o etecétera eu já escrevi. Dá para fazer a lista das dez melhores e - mais fácil - das dez piores. Eu sei que já escrevi coisas aqui que, antes mesmo de o jornal sair, eu já estava arrependido. E, algumas vezes, escrevi textos que não imaginava que iam repercutir e chover tantos e-mails.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diariamente o Estadão entrevista 200 leitores sobre o jornal. E sobre a crônica do dia. Assim, fico sabendo quantas pessoas me leram e a nota de cada texto, semanalmente. E, até hoje, me surpreendo com sua reação, leitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é importante para todos nós, saber como anda a cabeça do leitor. Sim, minha amiga, você não sabe, mas a gente te pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia recebi uma crônica que eu escrevi, de um leitor, por e-mail. E eu não me lembrava de ter escrito aquilo. Cheguei a dizer que não era minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi necessário que o cidadão escaneasse o jornal e me mandasse. O que acontece também é de, depois de seis ou sete anos, escrever a mesma crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem eu nem o jornal percebemos. Mas você, leitor, está sempre atento. E manda carta, reclamando. Nessas horas o mínimo que dizem é vagabundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa, cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendo agora o título da maioria delas, vejo que cumpri a velha e boa missão do cronista: registrar o tempo em que vivemos. Afinal, a palavra crônica vem de kronos (grego) e significa tempo. Eu sei, minha cara, que já devo ter escrito isso umas 17 vezes. As 500 crônicas passaram por três governos, três Copas, algumas namoradas, uma pneumonia, dois dentes quebrados, quatro casas e a perda de um pai. E o surgimento de um terceiro filho, o Pedro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por 500 vezes fui adjetivado de ignorante, de gênio, de metido a besta, de gostoso de se ler, de analfabeto. Não importa, pois apesar do adjetivo, o substantivo era sempre o mesmo: cronista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distante ainda estou eu dos meus mestres Millôr, Sabino, Braga e Nelson. Mas espero que um dia alguém fique famoso e diga que na adolescência lia o Mario Prata. Isso é gostoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou nenhum Pelé da literatura, mas espero te encontrar aqui no número 1.000, em 2011. Para tanto, basta que eu continue escrevendo toda semana as minhas bobageras (no dizer do meu pai) e você a me ler toda quarta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, meu querido e minha querida, como dizia o cancioneiro popular, "sem você eu não sou ninguém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado por me aturarem, obrigado pelo leite e pelo uísque das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quinhentas vezes obrigado.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-5179241613810643788?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/5179241613810643788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=5179241613810643788' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5179241613810643788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/5179241613810643788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/500-conicas-de-mario-prata.html' title='500 crônicas de Mário Prata'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6641399750421263463</id><published>2009-06-11T12:23:00.010-03:00</published><updated>2009-06-12T23:10:13.712-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mario Prata'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Daniel Piza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diary of a madman'/><title type='text'>Diary of a Madman V</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Leituras &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346627609721843842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 117px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjMJe7_EMII/AAAAAAAAArI/JeIIVAGqG5Q/s400/marcos+rey+2.jpg" border="0" /&gt;Sempre fui um leitor, desde criança. Mas tinha o mal hábito de não ler por obrigação. Até hoje tenho problemas com isso. Acho que o prazer em ler veio muitos anos depois. Na infância (sei lá como chamar esta fase) havia aqueles livros da Editora Ática, da coleção Vaga-lume. Acho que todos da minha idade lembram-se dessa coleção. Livros como &lt;em&gt;A Ilha Perdida&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Os Barcos de Papel&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;A Serra dos Dois Meninos&lt;/em&gt;... O que me deixava curioso era um determinado título: &lt;em&gt;Um Cadáver Ouve Rádio&lt;/em&gt;, de Marcos Rey. Talvez este seja o primeiro livro que comprei por conta própria. Foi numa feira do livro, no ano que estudei no Colégio Barão do Cerro Azul. Tanto que Marcos Rey é até hoje um dos autores que mais aprecio. Li depois &lt;em&gt;O Mistério do Cinco Estrelas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sozinha no Mundo&lt;/em&gt;. Sem contar que há bem pouco tempo vi uma citação sobre um texto chamado &lt;em&gt;Quatro Bares,&lt;/em&gt; onde Marcos Rey relembrava suas andanças pelos bares Paribar, Nick bar, Brahma e Clube dos Artistas. Houve outros da coleção, como &lt;em&gt;A Primeira Reportagem&lt;/em&gt;, de Sylvio Pereira, e &lt;em&gt;Açúcar Amargo&lt;/em&gt;, de Luiz Puntel, este indicação de uma bibliotecária. Fora da coleção Vaga-lume, teve o famoso &lt;em&gt;O Gênio do Crime&lt;/em&gt;, de João Carlos Marinho. Este talvez tenha sido o primeiro livro obrigado a ler que tive enorme prazer. E à época falávamos da então recente continuação com &lt;em&gt;Berenice Detetive&lt;/em&gt;, que nunca li. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346626859208969826" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 115px; CURSOR: hand; HEIGHT: 179px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjMIzQG2jmI/AAAAAAAAArA/zLxswcIFdTY/s400/marcos+rey.jpg" border="0" /&gt;Uma das questões mais esquisitas naquele chamado “primeiro grau” – hoje ensino fundamental – foi uma professora repreender uma aluna por estar lendo um Jorge Amado. Na opinião da professora, teria que ler muito até chegar a um Jorge Amado. Sempre tive ao meu lado, na biblioteca, inúmeros Amados. Todos de meu pai. Destacaria &lt;em&gt;Tocaia Grande&lt;/em&gt; como meu predileto. Pouco mais de um ano após esta professora fazer todo este escândalo, outra professora de português, já na Escola Técnica Federal de São Paulo, indicava como leitura obrigatória A&lt;em&gt; Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água&lt;/em&gt;. Em 2001 conheci Zélia Gattai, numa noite de autógrafos. Guardo comigo o livro &lt;em&gt;Códigos de Família&lt;/em&gt; autografado. Foi uma dos meus episódios mais engraçados até hoje. Disse a Zélia que enviaria o manuscrito do primeiro livro para que ela avaliasse. Não deu tempo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ainda no técnico (em 1994) tive aula com o professor Valério Arcary. Com ele estudamos &lt;em&gt;O Príncipe&lt;/em&gt;, de Maquiavel. Numa outra disciplina estudávamos o livro de Ricardo Semler, &lt;em&gt;Virando a Própria Mesa&lt;/em&gt;. Diria que nos anos 1990 quem me influenciou mesmo foi o cronista Mário Prata. Ler suas crônicas no &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; era minha alegria das quartas-feiras. Aliás, o próprio &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; foi o veículo para descobrir vários livros e autores. Diria que até hoje. Por ser assinante, o &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; enviou o livro &lt;em&gt;Cem Crônicas de Mário Prata&lt;/em&gt; e uma coleção com 20 títulos de clássicos como&lt;em&gt; O&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Primo Basílio&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt;. No próprio &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt; ainda acompanhei as crônicas do escritor Ignácio de Loyola Brandão. Mas estava mais afastado das leituras de ficção. Nos tempos de faculdade ainda lia com certa freqüência uma porção de coisas diferentes, grande parte relacionada à arquitetura. Já até contei por aqui sobre o livro de Vilanova Artigas, &lt;em&gt;Caminhos da Arquitetura&lt;/em&gt;, que de certa forma é a obra que me fez batizar este blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos depois, quase no final da faculdade (2001/2002), comecei a acompanhar a coluna &lt;em&gt;Sinopse&lt;/em&gt;, também no &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt;, escrita pelo jornalista Daniel Piza. Com esta coluna comecei a revisitar alguns clássicos, como Machado de Assis e Eça de Queirós, e encarar alguns textos como os de Shakespeare, sem contar nas outras inúmeras indicações, como o livro organizado pelo próprio Piza dos textos de George Orwell. Além de Piza ser um dos poucos jornalistas a falar sobre arquitetura. Mas foi mesmo com o método do filósofo Mortimer Adler que tive um novo impulso nas leituras. O método e a orientação do filósofo e professor Olavo de Carvalho. O que acho absurdo é enxergar Olavo de Carvalho somente como o autor de &lt;em&gt;O Imbecil Coletivo&lt;/em&gt; (que é muito bom também). Bastaria ler dois textos recentes (de 2006) onde trata de falar a respeito do problema do estudante sério no Brasil. Além também das questões levantadas por Ítalo Calvino em &lt;em&gt;Por Que Ler os Clássicos?&lt;/em&gt; e o livro de Reinaldo Azevedo, &lt;em&gt;Contra o Consenso&lt;/em&gt;, fonte sobre as letras e as leituras. Talvez a leitura posterior destes tenha sido tão interessante por uma base anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que às vezes fico a pensar é quando vejo escritores falando de Julio Verne e Monteiro Lobato, dois escritores que conheço bem superficialmente. Ainda Lobato tive a leitura de alguns contos durante as aulas de literatura da escola. Eram os contos adultos e não a famosa literatura infantil. De Julio Verne me interessei e muito quando do relançamento de alguns títulos com a tradução feita por Walcyr Carrasco.&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346621369700132178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjMDzuF9JVI/AAAAAAAAAqw/t-_CTN-rCYk/s400/belmonte.jpg" border="0" /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000099;"&gt;Caricaturas de Belmonte &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;Ainda quando criança me interessava muita pelo tema da Segunda Guerra Mundial. Tinha um livro de caricaturas de Belmonte, com sátiras sobre a guerra. Mais velho perdi muito meu interesse pelo tema. Não sei dizer por quê. Lia aquele livro com muita vontade. Talvez sejam as duas coisas que mais gosto: desenhos e humor. O mais legal é que eram todos desenhos em preto e branco. O livro tratava de fazer um breve diário das batalhas com datas e depois seguia com inúmeras sátiras em formas de tiras. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As leituras que apresentei aqui brevemente mostram mais um caminho que fiz pela vida. Meio sem rumo, meio sem jeito. Lembro de quando era criança escrevia longas páginas em cadernos, dizendo que um dia seria escritor. Talvez um dia... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6641399750421263463?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6641399750421263463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6641399750421263463' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6641399750421263463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6641399750421263463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/diary-of-madman-v.html' title='Diary of a Madman V'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/SjMJe7_EMII/AAAAAAAAArI/JeIIVAGqG5Q/s72-c/marcos+rey+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6797556862389573740</id><published>2009-06-09T23:52:00.004-03:00</published><updated>2009-06-10T02:30:12.358-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mario Prata'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>A frase exata de Mário Prata</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Fiquei em dúvida de quando e onde Mário Prata havia falado do Roberto Carlos, conforme citei no &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/palavras.html"&gt;texto anterior&lt;/a&gt;. Fiquei procurando até achar. Lembrava de ter lido isso um bom tempo atrás, mas não sabia se ele falava sobre a Cássia Eller ou sobre a Rita Lee. Bem, achei. Era sobre a Rita Lee e o réveillon de 2001 para 2002. E a frase exata era esta: “&lt;em&gt;Ela é a melhor cantora do Brasil, hoje. E nunca nos decepcionou como fez o Roberto Carlos quando descobriu Jesus. Largou os meninos de Liverpool e começou a cantar para a minha mãe.” &lt;/em&gt;O texto completo &lt;a href="http://www.marioprataonline.com.br/obra/cronicas/eu_fico_jururu.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É interessante este meu preciosismo com datas, frases perfeitas, citações. Mas tem função específica. Citar algo ao vento é muito fácil. E mais fácil ainda é se apropriar dos pensamentos alheios. Lembro de pelo menos duas frases que gosto muito: “Até relógio quebrado acerta hora duas vezes ao dia” e “quem tem dois relógios nunca sabe exatamente que horas são”. Mesmo sendo temas co-relacionados com a analogia do relógio, as duas frases tem uma profundidade incrível. E não são minhas; nenhuma das duas. E lembro bem de quem as escreveu ou falou. Mas no momento de usá-las com certeza vou citar a fonte e escrever a frase perfeitamente. Deve ser vício de escrita científica... Sei lá eu. Mas quando o Arnaldo Jabor me disse não era organizado com datas e citações incidentais eu quase disse que dá para ver de longe em seus livros... O legal de sempre falar com o autor é que se sabe destes pequenos detalhes. Nessas horas que fico a pensar no Raul Seixas e no Nelson Rodrigues. Que será que eles pensariam do que escrevem ou falam deles hoje? Uma vez me perguntei por que tenho esse jeito de ficar lendo e às vezes recortava do jornal a crônica e guardava numa pasta. Graças á internet isso melhorou bastante. Existem sites onde as crônicas ficam armazenadas; e com datas e onde foram publicadas. Um paraíso para mim! Estava agora mesmo vendo uma que deveria apontar aqui como “um caminho”. Um caminho que me deixou a época bastante empolgado. Bem, esta fica para uma próxima postagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6797556862389573740?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6797556862389573740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6797556862389573740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6797556862389573740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6797556862389573740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/frase-exata-de-mario-prata.html' title='A frase exata de Mário Prata'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-6137558478123142742</id><published>2009-06-09T23:05:00.003-03:00</published><updated>2009-06-09T23:47:22.144-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='televisão'/><title type='text'>Palavras...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“&lt;em&gt;Eu tenho tanto pra lhe falar&lt;br /&gt;Mas com palavras não sei dizer&lt;br /&gt;Como é grande o meu amor por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não ha nada pra comparar&lt;br /&gt;Para poder lhe explicar&lt;br /&gt;Como é grande o meu amor por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo o céu, nem as estrelas&lt;br /&gt;Nem mesmo o mar e o infinito&lt;br /&gt;Não é maior que o meu amor, nem mais bonito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me desespero a procurar&lt;br /&gt;Alguma forma de lhe falar&lt;br /&gt;Como é grande o meu amor por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca se esqueça nem um segundo&lt;br /&gt;Que eu tenho o amor maior do mundo&lt;br /&gt;Como é grande o meu amor por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca se esqueça nem um segundo&lt;br /&gt;Que eu tenho o amor maior do mundo&lt;br /&gt;Como é grande o meu amor por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como é grande o meu amor por você&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é grande meu amor por você - Roberto Carlos (1967)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com palavras dizemos o que sentimos. Mais ou menos. Tentamos. Além disso, tentamos também por elas expressar certas questões quase impossíveis. Quem diria que um dia começaria um texto citando Roberto Carlos. Mas hoje lendo um texto sobre outro cantor ele foi citado. Quase sempre é uma referencia ao entrar nas questões mais populares da MPB. Não sei até hoje se é por saber colocar bem as palavras, ou se é por ter fãs incondicionais, mas, no especial &lt;em&gt;Elas Cantam Roberto&lt;/em&gt;, transmitido na Rede Globo domingo passado, me chamou muita atenção ser referência para todas aquelas cantoras. E esta música fechava o show com a participação de todas as vinte cantoras; as “divas da MPB”. Como podem ao mesmo tempo estarem no palco Hebe Camargo, Ivete Sangalo, Claudia Leite, Sandy, Zizi e Luiza Possi, Marília Pêra, entre outras tantas de gerações diferentes? Só Roberto faz isso... Como disse certa vez Mário Prata, havia um momento que Roberto cantou para sua geração; mas hoje ele canta para as mães e avós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou de forma moderna em 2001, ao lançar o cd acústico. Roberto consegue ser discreto e alternar sempre conseguindo fazer algum barulho na mídia. Não é só por isso que é o Rei. O outro cantor do texto que lia não teve um final feliz. Gostaria que em 2001, antes ou depois, Roberto tivesse a chance de aparecer mais na MTV. Seria um teste ao mesmo tempo arriscado e inovador. Ao mesmo passo que acho interessante essa troca entre as gerações, falta um pouco a inovação. Não sei dizer, mas essa linha entre tradição e ruptura talvez seja mais complexa que a linha entre o inovador e o ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que Roberto fez parte de vários momentos na minha vida. Certa vez lia uma entrevista de Fafá de Belém em que falava o mesmo. As letras dele são bem colocadas. Não são de forma alguma as melhores coisas do mundo, mas como a simplicidade também é um fator, nada mais justo a se dizer que as palavras que usa falam muitas coisas. Mas do que com palavras consigo dizer...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-6137558478123142742?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/6137558478123142742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=6137558478123142742' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6137558478123142742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/6137558478123142742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/palavras.html' title='Palavras...'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-1964556607777989376</id><published>2009-06-07T20:59:00.001-03:00</published><updated>2009-06-08T00:22:16.888-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Algumas reflexões sobre Copa do Mundo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Estava simplesmente pensando em quais seleções poderiam ter sido campeãs nas copas e não foram. Talvez a mais famosa seja a Holanda de 1974. E ainda mais estranho ver que perdeu a final em 1974 para a Alemanha Ocidental e em 1978 para a Argentina, que eram respectivamente os países sede da competição. E tudo isso começou porque o Uruguai foi campeão no Uruguai em 1930 e no Brasil em 1950. Depois não vi mais nenhuma participação relevante desta seleção.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A Itália poderia ser considerada talvez a mais importante equipe européia, campeã em 1934 na Itália, em 1938 na França, em 1982 na Espanha e em 2006 na Alemanha, e vice-campeã em 1970 no México e em 1994 nos Estados Unidos, sendo nas duas ocasiões derrotas para o Brasil. Claro, o Brasil é sem dúvida a seleção com maior número de vitórias, sendo campeão em 1958 na Suécia (única vez que uma seleção das Américas ganha na Europa), em 1962 no Chile, em 1970 no México, em 1994 nos Estados Unidos e em 2002 na Ásia (Coréia do Sul e Japão) e vice-campeão em 1950 no Brasil e 1998 na França. Assim sendo o Brasil a única seleção que venceu em todos os continentes, já que estas copas – 1970, 1994 e 2002 – foram as únicas disputadas fora da América do Sul e da Europa. O México sediou por duas vezes a Copa do Mundo, em 1970 e 1986, sendo campeãs seleções sul-americanas nas duas ocasiões. Por este motivo existe a grande expectativa da vitória do Brasil na África do Sul &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por sua vez, na Europa a Alemanha é a maior vice-campeã de todos os tempos. Foi campeã em 1954 na Suíça, em 1974 na própria Alemanha e em 1990 na Itália, sendo vice-campeã em 1966 na Inglaterra, em 1982 na Espanha, em 1986 no México e em 2002 na Ásia.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Na minha infância, desde os fins dos anos 1970 e durante os anos 1980, Argentina, Alemanha e Itália dominaram as copas. Era ainda Alemanha Ocidental, mas tinha no comando Franz Beckenbauer. Ainda na Copa de 1982 o Brasil ainda dispunha de uma grande seleção, talvez nem tão famosa quanto da Holanda de 1974, com Sócrates, Zico e Falcão entre outros. Já de &lt;st1:metricconverter productid="1986 a" st="on"&gt;1986 a&lt;/st1:metricconverter&gt; &lt;st1:metricconverter productid="1994 a" st="on"&gt;1994 a&lt;/st1:metricconverter&gt; seleção brasileira não fazia parte deste grupo seleto. Era um momento de baixa no futebol brasileiro. Zico perdendo pênaltis na Copa de 1986 foi talvez mais traumatizante que a derrota para Itália em 1982. Em 1986 minha seleção já era a Alemanha, derrotada em 1982 pela Itália na final. Não cheguei a torcer em nenhum momento para a Argentina, nem em 1986, nem muito menos em 1990 por ter eliminado o Brasil. Mas ao lado da Alemanha era a seleção que fazia os maiores espetáculos daqueles anos, com Diego Maradona no campo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Falar em Copa do Mundo e não falar destas quatro seleções – Brasil, Itália, Alemanha e Argentina – é falar de outra coisa. Juntas conquistaram 14 das 18 edições do campeonato. O interessante que na renovação da seleção brasileira nos anos 1990, nenhuma das três protagonistas anteriores teve renovação igual. Esta seleção de Ronaldo, Rivaldo, Romário, Roberto Carlos, Cafú, foi vitoriosa por praticamente 12 anos – 1994. 1998 e &lt;st1:metricconverter productid="2002. A" st="on"&gt;2002. A&lt;/st1:metricconverter&gt; nova seleção, de Kaká, Robinho, Luis Fabiano ainda não apresentou sua marca. E no mundo mais nenhuma outra seleção desponta com a mesma emoção dos anos 1980 e 1990. Alguns momentos existiram como as seleções de Camarões e Nigéria, apresentando alguma novidade no panorama mundial. Mas nenhuma delas se estabeleceu. Diria que o futebol, em termos mundiais, vive um momento com um pouco menos de brilho. E nessa hora parece que o Brasil leva um pouco de vantagem. E esta vantagem se deve ao fato de ter mais de 500 mil jogadores profissionais brasileiros – desde times de várzea aos pequenos clubes do interior. Esse número chega a ser maior que a população de alguns países na faixa de idade dos jogadores profissionais para uma competição como a Copa do Mundo. Mas, de forma ainda um pouco estranha, se esperam novos Pelés, Maradonas, para que o espetáculo nunca termine.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-1964556607777989376?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/1964556607777989376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=1964556607777989376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1964556607777989376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/1964556607777989376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/algumas-reflexoes-sobre-copa-do-mundo.html' title='Algumas reflexões sobre Copa do Mundo'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-8322233686870121531</id><published>2009-06-07T17:27:00.003-03:00</published><updated>2009-06-07T19:45:34.190-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esportes'/><title type='text'>O jogo entre Brasil e Uruguai e a corrida da F1</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Brasil e Uruguai disputaram uma partida pelas eliminatórias da Copa do Mundo 2010. Não acompanhei além do hino a partida. Estava na estrada, na velha conhecida BR-&lt;st1:metricconverter productid="116 a" st="on"&gt;116 a&lt;/st1:metricconverter&gt; caminho de São Paulo. Estrada que já foi muito pior, porém não havia 7 pedágios... Poderia escrever por horas sobre os pedágios. Acredito que eles estão em desacordo com o direito livre de circulação dentro do território nacional. Também questiono o tal IPVA, que, igual à jabuticaba, só existe no Brasil. Mas deixando de lado a total falta de critérios das obras governamentais e dos governos, retorno ao jogo. Primeiro imaginei que o jogo seria no domingo. Minha viagem já estava marcada e aí imaginei que junto ao meu domingo de descanso veria a corrida da F1 e o jogo. Claro, não assisti a nenhum dos programas. Assisti aos hinos no momento em que parava para reabastecer e tomar uma coca-cola. O programa do Luciano Huck estava terminando e iniciaram-se os hinos. Não cheguei a ver a bola rolando. Fiquei feliz em saber do resultado de 4 x 0 para o Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Havia acompanhado pelo jornal da noite anterior alguns comentários, entre eles do técnico do Uruguai afirmando que este era um dos jogos mais importantes do mundo (mais ou menos isso, por assim dizer). Certo. O Uruguai já foi uma potencia do futebol, ganhando duas copas do mundo, mas há tempos nem participa da competição. Não sei do que se referia, mas o Uruguai continua, na mesma quinta colocação nas eliminatórias sul-americanas. Quem sabe, disputando uma vaga na repescagem... Em 2014 poderia fazer a final da Copa no Maracanã... E vencer de novo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Da corrida só posso falar que eu tinha razão: Rubens Barrichello é mesmo Rubens Barrichello. Falei do campeonato deste ano &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/04/e-f1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e continuo a dizer: Rubinho é o mesmo piloto de sempre; nada mais, nada menos. Nunca vai ser um campeão mundial. Os outros campeões estão em situação pior, praticamente eu diria que esta é a pior temporada da F1 dos últimos quinze anos. Desde a morte de Ayrton Senna não via uma temporada tão ruim. Aquela e outras marcadas pela saudade e não pela falta de preparo técnico das equipes. Sempre fui um fã da McLaren e por causa de Senna. E ainda acho que cigarro é Marlboro pela propaganda no carro vermelho e branco... Hoje, por causa de tantas outras coisas, entre elas o tal do politicamente correto, nem propaganda de cigarro pode ser feita. Como se algum dia eu tivesse fumado um cigarro por conta de alguma propaganda. Lembro de criança da Lotus preta, com propaganda do Jonh Player Special. Senna ganhou o campeonato com ela... “&lt;i&gt;Que tempo bom, que não volta nunca mais&lt;/i&gt;”, como diria Thaide.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/655381784139052670-8322233686870121531?l=arquitetandocaminhos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/feeds/8322233686870121531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=655381784139052670&amp;postID=8322233686870121531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8322233686870121531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/655381784139052670/posts/default/8322233686870121531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/06/o-jogo-entre-brasil-e-uruguai-e-corrida.html' title='O jogo entre Brasil e Uruguai e a corrida da F1'/><author><name>Fernando Ludovico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12343355384011773414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-655381784139052670.post-803736383585972168</id><published>2009-05-23T15:21:00.005-03:00</published><updated>2009-05-23T16:02:15.350-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zeca Camargo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquitetura'/><title type='text'>Arquitetos da América 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339095214525708210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/ShhGz1PK97I/AAAAAAAAAqo/-KPDP-B7-Z8/s400/moss+02.jpeg" border="0" /&gt;Este 2 poderia ser 4. Explico. Já falei &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2008/01/um-arquiteto-americano.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, tempos atrás, sobre o arquiteto Antoine Predock. Também americano. Metade francês, metade americano. Que seja. Não acho, como Zeca Camargo também não, que o local de nascimento é determinante de alguma coisa. Mas, para a arquitetura, o local de trabalho, a cidade americana, o deserto do Novo México, a Califórnia, a metrópole americana (norte americana) faz diferença. Falei também do arquiteto americano &lt;a href="http://arquitetandocaminhos.blogspot.com/2009/05/um-museu-de-richard-meier.html"&gt;Richard Meier&lt;/a&gt;, de um projeto na Alemanha. Ou seja, se fosse o fato ser arquiteto americano, esta seria então a de número quatro. Mas estes números não querem dizer nada. É mais falta de criatividade para batizar a postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/ShhFQA2LWpI/AAAAAAAAAqg/4hbdDm_O55Y/s1600-h/moss+01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339093499655182994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_NNVmFvJhcbY/ShhFQA2LWpI/AAAAAAAAAqg/4hbdDm_O55Y/s400/moss+01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Falar de uma arquitetura complexa como a de Eric Owen Moss, é algo até surpreendente. Pouca gente conhece esta arquitetura. E pensar nesta arquitetura com
